Sete perguntas a Alexandre Morais

/ 173 leituras
ALEXANDRE Morais nasceu na freguesia do Bonfim, na cidade do Porto. Licenciou-se em Artes Plásticas/Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e exerceu a docência (educa...

Sete perguntas a Carlos Costa

/ 141 leituras
CARLOS Costa é natural da freguesia de Cedofeita e vive nos dias de hoje em Paranhos, no Porto. Nos últimos anos vem desempenhando vários papéis no mundo do teatro e da performance. Este ano...

Sete perguntas a Marília Miranda Lopes

/ 356 leituras
MARÍLIA Miranda Lopes nasceu no Porto, onde atualmente reside durante o período em que exerce a actividade de professora do 3.º ciclo e Ensino Secundário, regressando depois ao centro de Vil...

Sete perguntas a Gil Nunes

/ 453 leituras
GIL Nunes nasceu na Madalena, Vila Nova de Gaia, onde continua a viver e a trabalhar na área da comunicação social. Publicou quatro contos e quatro romances. Revela que, com excepção dos con...

Sete perguntas a Rui Castro

/ 259 leituras
RUI Castro nasceu em Mafamude, no concelho de Vila Nova de Gaia. Vive agora do outro lado do rio Douro, na freguesia de Massarelos, Porto. Fez o percurso académico repartido entre estas duas...

Sete perguntas a Saguenail

/ 348 leituras
SAGUENAIL (Serge Abramovici) nasceu em Paris e vive há muitos anos na freguesia do Bonfim, Porto. Foi professor e pratica como amador o cinema e a escrita literária. O lugar onde vive é-lhe ...

Sete perguntas a Filipa Santos Sousa

/ 1074 leituras
FILIPA Santos Sousa nasceu em Vale de Cambra, onde fez o secundário, depois frequentou a Universidade do Minho, em Braga, a seguir estagiou no Porto, foi trabalhar para Lisboa como jornalist...

Sete perguntas a Clara Não

/ 1565 leituras
CLARA Não é ilustradora, designer, escritora e artista urbana, licenciada pela Faculdade de Belas Artes do Porto. Nasceu e vive no Porto, mais propriamente no Bonfim (uma vila dentro da cida...

Sete perguntas a Paulo José Borges

/ 620 leituras
PAULO José Borges nasceu na freguesia da Sé e viveu quase 30 anos na do Bonfim, no Porto, até se transferir para a freguesia de Santa Marinha, em Vila Nova de Gaia. É professor de português ...

Sete perguntas a Sofia Moraes

/ 1134 leituras
SOFIA Moraes é professora de português. Nasceu na freguesia de Cedofeita, Porto, tendo vivido sempre próximo do centro histórico, o que influenciou o seu modo de estar no mundo e, logo, os s...

Sete perguntas a Regina Gouveia

/ 737 leituras
REGINA Gouveia nasceu no Brasil donde veio com dois anos para a aldeia de Parada, Alfândega da Fé. Formou-se em Físico-Químicas na Universidade do Porto, onde atualmente vive, e lecionou dur...

Sete perguntas a Regina Guimarães

/ 1138 leituras
REGINA Guimarães está no Porto (ia escrever é do Porto, mas corrigi a tempo), como já esteve noutros lugares. Naqueles espaços físicos foi vivendo e vive o seu dia a dia, à semelhança de tod...

Sete perguntas a Rosália Lopes

/ 692 leituras
ROSÁLIA Lopes nasceu em Santo Tirso, mas hoje vive Aver-O-Mar, na Póvoa de Varzim. O campo fascina-a, mas é sobretudo o mar que a contagia. Desde criança que um sonho a persegue: escrever!.....

Sete perguntas a José Soares Martins

/ 896 leituras
JOSÉ Soares Martins é professor e poeta (foi letrista dos Jafumega). Atualmente vive na Maia. Diz que há três cidades que o marcaram muito: Lisboa, Porto e Santiago de Compostela (Galiza). D...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

COMO sempre disse, a Câmara Municipal do Porto, seja qual for a situação, defende sempre - enquanto eu for presidente - os seus interesses, defende sempre o interesse dos seus munícipes e, portanto, fez aquilo que devia fazer.

Rua da Estrada de Luanda

NÃO é só Luanda que está caótica. Caótico está o próprio conceito de cidade na versão habitual de andar por casa pensando que as cidades são os centros históricos da velha Europa, uns prédios apinhados, e umas auto-estradas, centros comerciais…, além extensos subúrbios, e pronto. Na África havia aquela ideia de que a cidade era a cidade colonial com suas avenidas e jardins limpinhos, casas lindas e prédios tropicalmente modernos. O resto era o caniço, o musseque, os indígenas e os seus outros mundos. A ordem e a desordem urbana faziam-se com este dualismo entre supostos civilizados e indíge...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 660 leituras
Os patos marrecos já nascem assim?