Alice Vieira (1943)

/ 997 leituras
No papel branco / desenharei um Sol / bem amarelo / e no alto dum monte / um enorme castelo / entre campos lavrados / e povoarei a terra / de cavaleiros e de soldados.

Teresa Guedes (1957-2007)

/ 3438 leituras
Os rios anseiam por mares. / Os mares anseiam por ventos. / Os ventos anseiam por silêncios.

Fernando Guimarães (1928)

/ 2854 leituras
As árvores crescem agora mais depressa. Procuram os seus frutos.

Fernando Lanhas (1923-2012)

/ 1731 leituras
Seguimos / à beira de saber; / a cumprir / aquilo que não sabemos 

Paulo Abrunhosa (1958-2001)

/ 2966 leituras
O pecado / morre ao lado!

João Luís Barreto Guimarães (1967)

/ 1454 leituras
Ainda estranho o lugar quando acordamos / no revés de já ser outro / o dia

José Rui Teixeira (1974)

/ 1484 leituras
Perdemos aqui um lugar para o silêncio. / Veio a morte e havia ainda palavras / e o dizer obscuro dos augúrios, escorços, / pequenas infâmias.

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004)

/ 569 leituras
Presença ritual e tutelar / Companheira da sombra desenho do silêncio

Daniel Maia-Pinto Rodrigues (1960)

/ 3225 leituras
Presente, aqui tens o meu corpo. / Podes agora tirar-me os óculos de ver ao longe, / posicionar adequadamente as minhas mãos paradas.

Rosa Alice Branco (1950)

/ 1731 leituras
É preciso mudar a terra do poema, / talvez arranjar um vaso maior / e deitar estrume em cada vaso.

Jorge de Sena (1919-1978)

/ 440 leituras
Recuso-me a aceitar o que me derem. / Recuso-me às verdades acabadas; / recuso-me, também, às que tiverem / pousadas no sem-fim as sete espadas.

Paulo José Borges (1969)

/ 590 leituras
Monóstico de carbono // Ou como um só verso pode ser letal.

Nuno Higino (1960)

/ 1015 leituras
A alegria a descarnar, febril, a entupir a garganta, / a fazer bater portas / e janelas, a rouquidão das palavras a comprimir

Pedro Estorninho (1974)

/ 1580 leituras
Nos óbvios da cidade / encontro sempre / algum resistente!

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Marco Martins (1978)

É um importante esforço da Câmara Municipal para ajudar em tudo o que estiver ao seu alcance, assumindo a presente situação total prioridade para o Município.

Rua da Estrada entre o campo e a cidade

No melhor dos dois mundos, como reza no cartaz publicitário, tudo estaria organizado, planeado num esquema mais que perfeito, desde a moral à localização do Palácio de Cristal.

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 405 leituras
Há óculos de sol para os olhinhos de couve?