Paulo José Borges (1969)

/ 296 leituras
O teu amor está cada vez / Mais enjoativo. Diabético. / Disse-mela

Fernando Echevarría (1929)

/ 1350 leituras
Qualquer coisa de paz. Talvez somente / a maneira de a luz a concentrar

Teresa Guedes (1957-2007)

/ 2699 leituras
Tenho a palavra branco / e não tenho rima nem poema para ela. / Vou levá-la para a noite e negociar / no mercado negro das palavras.

Alice Vieira (1943)

/ 705 leituras
Às vezes uma palavra bastava / para que eu soubesse que virias sempre ao meu encontro

Pedro Homem de Mello (1904-1984)

/ 1790 leituras
Camélias // O perfume delas / É, talvez, a cor…

João Cabral de Melo Neto (1920-1999)

/ 1202 leituras
O alíseo ao chegar ao Nordeste / baixa em coqueirais, canaviais; / causando as folhas laminadas,

Jorge de Sena (1919-1978)

/ 123 leituras
Recuso-me a aceitar o que me derem. / Recuso-me às verdades acabadas; / recuso-me, também, às que tiverem

Antero de Alda (1961-2018)

/ 1504 leituras
o inverno está / na terceira prateleira / do guarda-roupa.

Papiniano Carlos (1918-2012)

/ 1446 leituras
Na fresca da manhã / que arrepio suave!: / porque não vens, meu amor, / comigo ser ave?

Rui Lage (1975)

/ 1266 leituras
A rua é comoção antecipada, / Noutro lugar é a mesma ternura

Pedro Alvim (1935-1997)

/ 1684 leituras
o Inverno / é um lobo / já não distante

António Nobre (1867-1900)

/ 1052 leituras
Tombou da haste a flor da minha infância alada. / Murchou na jarra de oiro o pudico jasmim: 

Ruy Belo (1933-1978)

/ 566 leituras
A tua voz edifica-me sílaba a sílaba / e é árvore desde as raízes aos ramos

José Gomes Ferreira (1900-1985)

/ 246 leituras
Liberdade / é também vontade. // Benditas roseiras / que em vez de rosa / dão nuvens e bandeiras 

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

COMO sempre disse, a Câmara Municipal do Porto, seja qual for a situação, defende sempre - enquanto eu for presidente - os seus interesses, defende sempre o interesse dos seus munícipes e, portanto, fez aquilo que devia fazer.

Rua da Estrada de Luanda

NÃO é só Luanda que está caótica. Caótico está o próprio conceito de cidade na versão habitual de andar por casa pensando que as cidades são os centros históricos da velha Europa, uns prédios apinhados, e umas auto-estradas, centros comerciais…, além extensos subúrbios, e pronto. Na África havia aquela ideia de que a cidade era a cidade colonial com suas avenidas e jardins limpinhos, casas lindas e prédios tropicalmente modernos. O resto era o caniço, o musseque, os indígenas e os seus outros mundos. A ordem e a desordem urbana faziam-se com este dualismo entre supostos civilizados e indíge...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 660 leituras
Os patos marrecos já nascem assim?