Óscar Possacos (1962)

/ 2095 leituras
Vivo nas divisões de uma floresta / no 2º esquerdo, // feita de clareiras e de soalhos secos.

Arnaldo Mesquita (1930-2011)

/ 1307 leituras
Aquele lhe / ensinavam / os seus pais: / - É o medo / que guarda / a seara / e guarda / a vinha.

Fernando Lanhas (1923-2012)

/ 1584 leituras
Seguimos / à beira de saber; / a cumprir / aquilo que não sabemos 

Joma Sipe (1974)

/ 1200 leituras
Não te preocupes com o que não vem, Com o que sabes ser leve como a brisa. Alcança sim o pensamento elevado 

Isabel de Sá (1951)

/ 1061 leituras
Sentavam-se junto às videiras, ventre de água / mão branca apertando sementes, pequenos poços cintilantes.

Rui Costa (1972-2012)

/ 1500 leituras
Não, nem todo o limão é amarelo quando / A mão de alguém o toca e humaniza, pequeno deus

Ana Luísa Amaral (1956)

/ 1934 leituras
Não sou capaz. Bem tento que ele venha, / o tal olhar diagonal das coisas, / mas as pessoas surgem-me tão sérias,

Pedro Seabra (1997)

/ 117 leituras
aqui, no silêncio espectral, / os teus pensamentos são os meus / e banham raízes de carvalhos / amaldiçoados

Rui Lage (1975)

/ 1561 leituras
Se pudesses, O'Neill, ver hoje o teu país, / (ou tu, Assis Pacheco, filho pródigo / destes quintais floridos)

Josafá de Óros (1965)

/ 151 leituras
Quem deita com a palavra / semeia o silêncio.

António Nobre (1867-1900)

/ 1273 leituras
Em sonhos, vi-me de repente, frio, / Amortalhado, n'um lençol funereo, / E caminhando, à luz do luar sombrio, / Em direcção d'um vasto cemiterio. 

Inma Doval (1966)

/ 1536 leituras
Eu son a ferida / cicatriz / fenda que supura amor / ti... O bálsamo.

António Rebordão Navarro (1933-2015)

/ 1220 leituras
Mítica / a palavra não já na boca / mora, / vive além / dos homens e das coisas, / canta.

Hélder Magalhães (1982)

/ 1478 leituras
os casais retratam-se / na alameda vestida de outono / as folhas chovem / sob o andamento do vento / e não estás aqui

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

QUERO viver o tempo livre que me resta a amar os que gostam de mim e não a estar preocupado com os meus inimigos. Com o vosso entusiasmo, o F. C. do Porto, seja com quem for, será sempre um grande clube.

Rua da Estrada da Mudança de Combustível

O geógrafo questiona-se sobre a mudança do ramo. Terá sido um engano? É a economia a funcionar?

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 808 leituras
Eva era ciumenta?