José Rui Teixeira (1974)

/ 1246 leituras
Amo-te como buganvílias caídas ao redor / das casas ou o luar branco dos caminhos, / ou a substância audível da tua respiração. 

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004)

/ 287 leituras
Presença ritual e tutelar / Companheira da sombra desenho do silêncio

Rosa Alice Branco (1950)

/ 1394 leituras
As mães só falam uma língua / e sabem o que cada palavra significa / para não se perderem dos filhos.

Jorge de Sena (1919-1978)

/ 200 leituras
Para a minha alma eu queria uma torre como esta, / assim alta, / assim de névoa acompanhando o rio. 

Paulo José Borges (1969)

/ 373 leituras
É quando olho para ti / que finalmente entendo por que razão / a Física e a Química / fazem parte da mesma matéria.

Artur Jorge (1946)

/ 1050 leituras
De sons impercetíveis / as cordas vocais / a altura / o timbre / ao piano / suspensa

Nuno Higino (1960)

/ 785 leituras
A alegria a descarnar, febril, a entupir a garganta, / a fazer bater portas / e janelas, a rouquidão das palavras a comprimir

Pedro Estorninho (1974)

/ 1334 leituras
As tardes ardem lentamente. / Não passam ou se gastam, / simplesmente ardem.

Antero de Alda (1961-2018)

/ 1609 leituras
sempre acreditei que o Céu também tem o seu diabo.

Ruy Belo (1933-1978)

/ 728 leituras
Está hoje um dia de vento e eu gosto do vento / O vento tem entrado nos meus versos de todas as maneiras e / só entram nos meus versos as coisas de que gosto

Pedro Alvim (1935-1997)

/ 1881 leituras
Olhando longe / vi três sabores / ao rés da porta / num só sabor. 

Pedro Homem de Mello (1904-1984)

/ 1950 leituras
Sabe tão bem poisar, aqui, a enxada / Lavar as mãos onde o suor correu,

João Pedro Mésseder (1957)

/ 1736 leituras
Em Maio o corpo reinstala-se no vestíbulo do Verão.

João Cabral de Melo Neto (1920-1999)

/ 1382 leituras
Sobre o lado ímpar da memória / o anjo da guarda esqueceu / perguntas que não se respondem. 

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

“Sabe quanto ganha um professor em topo de carreira?”, perguntou a um jornalista, para responder logo de seguida: “À roda de três mil euros por mês.”

Rua da Estrada de tudo que aparece

“TEM-se empregado a photographia para representar tudo o que existe sob o sol que nos ilumina (…): ela é maravilhosa na traducção dos aspectos da terra, do mar e do ceu; ella propaga as obras do genio, ou sejam em marmore ou em pintura ou sejam esses maravilhosos monumentos edificados pelos ousados architectos de remotas eras. Ella é o auxilio do commerciante que anuncia os seus produtos; vem em socorro do astronomo para a representação dos astros; fórça a electricidade a escrever, e isto tudo de tal modo que até agora nada se lhe pôde comparar.” É tal qual. Juntando a fotografia e a Rua da...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 686 leituras
Adão tinha mau hálito?