Daniel Faria (1971-1999)

/ 1658 leituras
Como doem as árvores / Quando vem a Primavera // E os amigos que ainda estão de pé

Nuno Rocha Morais (1973-2008)

/ 182 leituras
Pela poesia hei-de, / Não calar-me, / Mas dizer tudo por alheios lábios.

Rui Reininho (1955)

/ 3768 leituras
Asas servem para voar, / Para sonhar, ou para planar / Visitar, espreitar, espiar, / Mil casas do ar.

Sérgio Ninguém (1976)

/ 24 leituras
os rochedos falaram / os pássaros fugiram / e as nozes / trazem luz no interior.

Luísa Dacosta (1927-2015)

/ 1028 leituras
Não é o restolhar do vento. / É a tua lembrança / que se ergue em mim.

Anabela Borges (1970)

/ 1065 leituras
Um dia, / já fui criança / e tive uma casa com jardim. / Tive um cão e um gato, / persegui grilos,

Carlos Tê (1955)

/ 2692 leituras
Quem vem e atravessa o rio, / junto à Serra do Pilar, / vê um velho casario / que se estende até ao mar.

João Manuel Ribeiro (1968)

/ 2142 leituras
As andorinhas negras na parede da sala / são cartas de amor emolduradas

Manuel António Pina (1943-2012)

/ 1631 leituras
Alguém o chamara por outro nome, / um absoluto nome, / de muito longe

Arnaldo Mesquita (1930-2011)

/ 1128 leituras
Seja ele o / esdrúxulo, / seja antes / o agudo, / ou seja, / simplesmente, / o acento / grave,

Miguel Gomes (1975)

/ 1092 leituras
Sou do chão / da pedra / do terreno que acaricio com a mão, / do céu / e do espaço / dos dias que comigo passo

Fernando Echevarría (1929)

/ 1574 leituras
Qualquer coisa de paz. Talvez somente / a maneira de a luz a concentrar

Raul Brandão (1867-1930)

/ 1652 leituras
Logo depois das lufadas, dias parados e mornos com sol coado por névoas, todos brancos e meio adormecidos.

Eugénio de Andrade (1923-2005)

/ 1929 leituras
É um suspiro a água - / ergue-se / como os lentíssimos lábios do amor / descem pelas espáduas. 

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Marco Martins (1978)

Considerando o pedido de vários colegas presidentes de Câmara, incluindo do próprio presidente da AMP, deixo a decisão de demissão para o coletivo na próxima reunião do Conselho Metropolitano, desde que me sejam dadas condições e carta-branca para trabalhar.

Rua da Estrada dos tempos que correm

NÃO ao rouvo" é uma expressão de correctíssima grafia segundo isso a que chamam o acordo ortográfico, que preconiza, entre outras coisas, que as palavras se devem escrever tal como são pronunciadas. Aqui trocam-se os bb pelos vv, como se sabe. O mais difícil de engolir não é isso. O mais difícil de engolir é este assado em que estamos metidos e que está bastante bem ilustrado na instalação exposta à beira da estrada: ainda há pouco tínhamos posses para ter um carrito com tudo a que tem direito, rodas, capota, assentos, motor, travões e o mais que é costume, e agora estamos reduzidos a um assen...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 156 leituras
O mar alto mede quanto?