Rui Costa (1972-2012)

/ 1353 leituras
Vejo a montanha à minha frente pousada / Sobre a água sempre verde, e penso na inutilidade / De tudo o que ela é, e na inutilidade de estar pensando nisto

Ana Luísa Amaral (1956)

/ 1701 leituras
Sentei-me com um copo em restos de / champanhe a olhar o nada.

Rui Lage (1975)

/ 1394 leituras
Nada fizeram por merecer-nos, os deuses. / Não se deram sequer ao trabalho / de nos salvar,

António Nobre (1867-1900)

/ 1152 leituras
Vê acolá, erguidas sobre a areia, / Casitas brancas, ou torreões de linho, / Onde se escondem corpos de sereia, / Mais brancos do que o arminho!

Inma Doval (1966)

/ 1408 leituras
Habitar o silencio / dos froitos dourados deitados na mesa / a morte anunciada de Isolda

Josafá de Óros (1965)

/ 37 leituras
A minha voz / Inda é silêncio / Amorfa ideia, um susto.

António Rebordão Navarro (1933-2015)

/ 1114 leituras
A palavra que ama / a que namora / a palavra que dorme

Hélder Magalhães (1982)

/ 1392 leituras
depois de comer / ficava à mesa do teu sorriso.

Regina Gouveia (1945)

/ 53 leituras
Em noites cálidas / cintilam pirilampos. Cortejam / estrelas cadentes.

Filipa Leal (1979)

/ 1755 leituras
"O amor não se sente, faz-se", / li no anúncio a um motel de beira da estrada. / Eu ia de táxi, a caminho do aeroporto.

Eugénio de Andrade (1923-2005)

/ 2082 leituras
À sombra doutras tardes eu falava-lhe / das abelhas e dos cardos rente à terra.

Fernando Echevarría (1929)

/ 1747 leituras
Além de ver, as aves / andavam sendo vistas / e, andando, tinham graves / cintilações. As cristas

Francisco Duarte Mangas (1960)

/ 1782 leituras
Manjerico // Luminoso nome, cheira a madrugada.

José Efe (1960)

/ 60 leituras
Pedras parideiras / fecundadas pelo vento / tempo em embrião.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Manuel Pizarro (1964)

NÓS gostaríamos que no próximo ano pudesse haver uma avaliação a esta medida e pudesse haver a ponderação de um alargamento ainda maior (…). A bitola que na cidade do Porto os jovens até aos 18 anos pudessem ter transportes públicos gratuitos, parece-nos uma bitola que talvez seja financeiramente sustentável. 

Rua da Estrada do Mercado da Arte

APESAR de ser acrílico sobre tela, a arte das valetas pode não ser o género mais apreciado nos meios críticos e comerciais do campo da arte. Ainda que muitos se lembrem que em Paris, nas margens do distintíssimo rio Sena, desde há muito que havia muita arte e artista de rua e de domingo que podia passar para os salões da arte das altas culturas, a verdade é que a N15 não passa em Paris. É pena. Têm mais sorte os rabiscos nas paredes a que chamam graffitis, mesmo que lhes falhe completamente a estética e a política; a primeira, de tão vulgares e desinteressantes que são; a segunda, por lhe f...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 732 leituras
As nuvens têm dono?