Rodrigo Solano (1879-1910)

/ 1475 leituras
"Morrer! Volver ao Nada! Oh! quimera ilusória! / Nada se extingue totalmente. Sob a lousa,

Aurélio Porto (1945)

/ 1524 leituras
Doçura dentro quente, / quase inverno fora / O jovem ombro desnudo!

Daniel Maia-Pinto Rodrigues (1960)

/ 3148 leituras
É linda / é mais feita para se ver / do que para outra coisa qualquer.

André Alves (1981)

/ 126 leituras
o melhor de um regresso é a correspondência que nos aguarda

Marília Miranda Lopes (1969)

/ 142 leituras
Este prelúdio / folhas passas cascas de pêssego // Meto um bago à boca / nas noites de lareira acesa

Catarina Ferreira (1990)

/ 1156 leituras
É na noite perdida que respiro / Sozinha na amarga felicidade

Rui Manuel Amaral (1973)

/ 191 leituras
Portas, janelas, postigos, buracos nas paredes, buracos no telhado. E nenhum sítio por onde escapar?

Fernando Aguiar (1956)

/ 1832 leituras
A medida / da palavra / é a extensão / dos grafemas / que a / constitui / ou o peso / do seu / alcance?

Giuseppi Ungaretti (1888-1970)

/ 242 leituras
Longe longe / como a um cego / me levaram pela mão

Regina Guimarães (1957)

/ 729 leituras
O primeiro desejo dos amantes / é serem velhos amantes / e começarem assim o amor / pelo fim

Ilídio Sardoeira (1915-1987)

/ 1189 leituras
Um fruto em cada célula de mim / Ou do que nem se disse quando verbo / Metia nas sementes das palavras / As formas inconcretas do meu erro.

Inês Lourenço (1942)

/ 1797 leituras
a pulsação / é teia de luas contínuas / e cegueiras vivas de encarar o sol.

Duarte Solano (1889-1915)

/ 1551 leituras
Pela primeira vez em frente de um espelho, / Quando ias vestir o teu babeiro curto, / Viste um mistério, no cristal polido e velho, / Como a sombra de um deus que te espreitava a furto. 

José Alberto Mar (1955)

/ 1081 leituras
Pega-se no nome: Mundo. E em cada letra o som de / uma estrela madura estremece a língua que diz: Mundo

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Manuel Pizarro (1964)

TEMOS uma posição na fachada atlântica altamente privilegiada para nos podermos afirmar como dos grandes players europeus do sector das pescas. Mas não basta. Temos de trabalhar em medidas e instrumentos que tornem esta atividade mais atrativa.

Maxilar deslocado

Desde que os humanos investem nas suas cabanas e abrigos pouco primitivos, têm vindo a aumentar e a diversificar-se o número de próteses domésticas que tornam os espaços habitáveis, confortáveis e usáveis para os mais diversos e inesperados fins.

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 902 leituras
Antes de haver telemóvel, como é que as pessoas incomunicavam?