Teixeira de Pascoaes (1877-1952)

/ 2843 leituras
O sol bate-nos nos olhos, como nós batemos a uma porta que não se abre.

João Cabral de Melo Neto (1920-1999)

/ 1580 leituras
O alíseo ao chegar ao Nordeste / baixa em coqueirais, canaviais; / causando as folhas laminadas, / se afia em peixeiras, punhais.

Papiniano Carlos (1918-2012)

/ 1667 leituras
O Sol / brilhava agora / cheio de alegria / e sacudia / a luz / da sua imensa cabeleira / sobre o mundo.

José Gomes Ferreira (1900-1985)

/ 417 leituras
Só hoje / sinto esta verdade / em carne e sangue / de sol comum. // Liberdade / – muro transparente de cada um.

Rodrigo Solano (1879-1910)

/ 1399 leituras
Sente-se a gente bem quando alguém chora. / Ouvindo soluçar a dor alheia

Aurélio Porto (1945)

/ 1431 leituras
Dorme tranquilo / pois os ventos sopram, / tu que fechastes bem tuas portas

Daniel Maia-Pinto Rodrigues (1960)

/ 2969 leituras
Presente, aqui tens o meu corpo. / Podes agora tirar-me os óculos de ver ao longe, / posicionar adequadamente as minhas mãos paradas.

Regina Guimarães (1957)

/ 620 leituras
Ora o livro / ora o lápis / ora a libação / a orelha dorme / debaixo das almofadas / feitas para asfixiar / os gritos do futuro

André Alves (1981)

/ 50 leituras
o tempo dá à semente o seu crescimento mas a sua possibilidade é terrena

Marília Miranda Lopes (1969)

/ 63 leituras
Pés descalços sobre o mosto / essências de segredo / química / na profundidade do lagar

Catarina Ferreira (1990)

/ 1082 leituras
Tentar. Não somos ninguém sem sonhar / Até conseguirmos, caímos, choramos, gritamos e erguemo-nos

Rui Manuel Amaral (1973)

/ 76 leituras
O coração negro da ameixa. De luto por uma flor perdida?

Luís Veiga Leitão (1912-1987)

/ 2200 leituras
As rugas dos teus olhos / são linhas de água onde corre / o ouro que neles sobra

Fernando Aguiar (1956)

/ 1688 leituras
UM / TUDO / NADA // PODE / SER // MUITO / POUCO

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

Se houver cuidado e proteção está-se a contribuir para uma concorrência leal. Os bons empresários estão interessados neste acordo porque a concorrência mais desleal é aquela que descuida a segurança e a proteção dos trabalhadores.

Rua da Estrada de Atenas

ANDAVAM os antepassados da Angela Merkel nas cavernas por entre ursos e outras barbaridades, quando Péricles edificava Atenas antes das guerras do Peloponeso.  Era assim o mundo, aos encontrões, como sempre. Depois de edificar a Acrópole verificou-se que custava muito lá subir e muito ventosa. De íngreme que era e de caminhos mal empedrados, as quadrigas patinavam e viravam-se de rodas e pernas para cima. Então, depois de muitos séculos prodigiosos, conseguiu-se finalmente domesticar os cavalos de uma maneira diferente de modo a que coubessem às dezenas e às centenas nos motores dos automóv...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 480 leituras
Quando há problema, mais difícil é resolver o prob ou o lema?