Nicolás Guillén (1902-1989)

/ 39 leituras
Só, na sua pequeníssima jaula, / dormitando, / o Passarinho de Papel.

Susana Benet

/ 97 leituras
O jardim está tão / calmo e sereno / que não o atravesso.

Luís Palma Gomes

/ 105 leituras
A obsessão das águas / incendiando as formas / as nossas formas turvas / de aves sem Paraíso.

Ryokan (1758–1831)

/ 110 leituras
Sobre a minha cabana / um arco-íris / embriagou-me

Antonio Machado (1875-1939)

/ 181 leituras
Dobra a luz ao verso, / para ser lido de frente / e do avesso.

George Swede

/ 185 leituras
no inverno as árvores perenes / destacam-se na floresta, mas / agora é preciso procurá-las - / o mesmo que para a verdade / ao muito que é dito

Omar Khayyam (1048-1131)

/ 169 leituras
Procede de molde a que a tua sabedoria / não cause sofrimento ao teu semelhante / Domina-te sempre / Nunca te abandones à cólera

Carlos Poças Facão

/ 309 leituras
Furto-lhe as amoras / mordisca-me ela os braços: / que amor bravio!

Paulo Leminski (1944-1989)

/ 244 leituras
que será / que tem embaixo / que a pedra tomba / tão fácil?

Francisco José Craveiro de Carvalho

/ 424 leituras
Um dia vou a passar / e o contrapeso da grua / há-de soltar-se…

Lena Jesus Ponte

/ 352 leituras
Sol de primavera. / Os velhos na praça esperam / ainda florir.

Antonio Porchia (1885-1968)

/ 337 leituras
Saber morrer custa a vida.

João Luís Barreto Guimarães (1967)

/ 2193 leituras
Pelas duas da manhã o gato leva-me / à cozinha para / me dar de comer. Hoje à noite atrasa a hora -

António da Graça Abreu

/ 466 leituras
A paz da natureza. / Sento-me no jardim, / por dentro do silêncio.

José Rui Teixeira (1974)

/ 2263 leituras
trago dentro de mim um mar imenso / feito de vagas tristes / e sonhos vagos