A. Dasilva O. à chegada de Guadalajara

/ 426 leituras
António da Silva Oliveira, (também conhecido por A. Dasilva O.) apanhado em flagrante no aeroporto do Porto vindo da Feria Internacional del Libro de Guadalajara

Canções do Ar e das Coisas Altas por João Pedro Mésseder

/ 217 leituras
As raízes da terra da imaginação estão sempre no solo.

Ao desafio com Emerenciano

/ 800 leituras
Quem não cresce para dentro não cresce para fora, isto é, não pensa dentro para ser fora em função de dentro e dentro em função de fora.

Ao desafio com Carlos Bonaparte

/ 575 leituras
Como tudo nesta vida, não há só o lado bom, nem só o lado mau. Ser cego também. E a grande vantagem é poder viver com os outros 4 sentidos.

Ao desafio com Clemente Padin

/ 1032 leituras
A utopia é um caminho cujo fim é o próprio caminho

Ao desafio com Fernando Aguiar

/ 1646 leituras
Toda a arte é um inutensílio, excepto a que dá dinheiro.

Ao desafio com Óscar Possacos

/ 1889 leituras
Não é possível libertar aquilo que é livre.

Ao desafio com Paulo Stocker

/ 985 leituras
Brinco de ser sério, levo a sério a brincadeira.

Efeitos especiais de João Manuel Ribeiro e Paulo Stocker

/ 1274 leituras
A poesia (escrita e desenhada) não tem língua (comprida). É uma linguagem universal!(?)

Ao desafio com Domingos Loureiro

/ 1113 leituras
Uma pintura minha termina quando já não consigo ter influência na imagem.

Ao desafio com Álvaro Domingues

/ 1612 leituras
A Rua da Estrada não é um lugar (seja lá o que se entender por isso), é uma relação, vive do movimento.

Ao desafio com Anabela Borges

/ 1278 leituras
As crianças são atentas ao que as rodeia e surpreendem-nos a cada instante.

Ao desafio com João Manuel Ribeiro

/ 1141 leituras
O amor é um avassalador paradoxo.

Ao desafio com João Pedro Mésseder

/ 1191 leituras
Os livros não se medem aos palmos. Há livros péssimos com centenas de páginas. E obras-primas de vinte ou trinta.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

COMO sempre disse, a Câmara Municipal do Porto, seja qual for a situação, defende sempre - enquanto eu for presidente - os seus interesses, defende sempre o interesse dos seus munícipes e, portanto, fez aquilo que devia fazer.

Rua da Estrada de Luanda

NÃO é só Luanda que está caótica. Caótico está o próprio conceito de cidade na versão habitual de andar por casa pensando que as cidades são os centros históricos da velha Europa, uns prédios apinhados, e umas auto-estradas, centros comerciais…, além extensos subúrbios, e pronto. Na África havia aquela ideia de que a cidade era a cidade colonial com suas avenidas e jardins limpinhos, casas lindas e prédios tropicalmente modernos. O resto era o caniço, o musseque, os indígenas e os seus outros mundos. A ordem e a desordem urbana faziam-se com este dualismo entre supostos civilizados e indíge...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 660 leituras
Os patos marrecos já nascem assim?