A verdadeira perpendicular de Ramón por César Fernández Arias

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– La verdadera perpendicular es la mirada que el del palco s...

Moscas de Ramón por Constança Araújo Amador

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Gregueria de Ramón Gómez de la Serna ilustrada por Constança Araújo Amador

Livro de Ramón por David Vela

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- Un libro es un pájaro con más de cien alas para volar. ...

A vespa de Ramón por David Vela

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– La avispa es la señorita cursi de los insectos. -  Ve...

Tumulto de Ramón por César Fernández Arias

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– Un tumulto es un bulto que les sale a las multitudes. I...

Gaivotas de Ramón por Constança Araújo Amador

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- As gaivotas nasceram dos lenços que dizem adeus nos portos...

Ganso de Ramón por David Vela

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- Los gansos andan en zapatillas. Por Ramón Gómez de la S...

Doctor de Ramón por César Fernández Arias

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- Cuando el doctor se pone sus auriculares para reconocernos...

Gruta de Ramón por Constança Araújo Amador

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– Na gruta bocega a montanha. Por Ramón Gómez de la Serna Ilustração de Constança Araújo Amador artist | illustrator website: www.aconstanca.com facebook: www.facebook.com/aConstanca online store: http://aconstanca.tictail.com/

Aranhas de Ramón por David Vela

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- Las arañas zurcen los calcetines de los rincones. Por R...

Roncar de Ramón por César Fernández Arias

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- Roncar es tomar ruidosamente sopa de sueño. Ilustração ...

Lavar os dentes de Ramón por Constança Araújo Amador

/ 290 leituras
- Depois de usar a pasta de dentes, olhamos para os dentes c...

Libélula de Ramón por David Vela

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- Una libélula es como un tornillo que vuela. - A libélul...

Crocodilo de Ramón por César Fernández Arias

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- El cocodrilo es una maleta que viaja por sua cuenta Ilustração de César Fernández Arias, publicada in 100 Greguerías Ilustradas, edições Media Vaca.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?