Manjerico

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Luminoso nome, cheira a madrugada. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Oliveira

/ 859 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Cerejeira

/ 994 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Maio

/ 806 leituras
A paixão das rãs incendeia a tarde. Texto de Francisc...

Cravo

/ 3348 leituras
2. desconhece-se outro instrumento tão aromático. Franc...

Ervadura

/ 331 leituras
Não há água mole que a perturbe. Texto de Francisco D...

Primavera

/ 1037 leituras
Quando te vejo pela manhã apetece-me ser eterno. Texto d...

Hortelã

/ 778 leituras
Eis uma erva prudente agasalhada temendo que os fios do i...

Cidreira

/ 884 leituras
A erva dos aflitos. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilus...

Ancinho

/ 955 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folh...

Abóbora-menina

/ 1012 leituras
Filha adotiva do hortelão. Texto de Francisco Duarte ...

Árvores azuis

/ 142 leituras
as árvores azuis guardam o fogo do céu (e têm as raízes ...

Inverno

/ 1024 leituras
No breve vocabulário da infância pode ser palavra branca o...

Alho

/ 785 leituras
Dentes tão brancos, hálito tão desagradável. Texto de Fra...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 748 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?