Lúcia-lima

/ 2610 leituras
Casal pacífico; ninguém até hoje lhe conhece o mais pequeno...

Rosmaninho

/ 2608 leituras
Rosnar ternurento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilust...

Manjerico

/ 2556 leituras
Luminoso nome, cheira a madrugada. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Alecrim

/ 2186 leituras
O paraíso das joaninhas é, assim, aromático. Texto de Fra...

Inverno

/ 1887 leituras
No breve vocabulário da infância pode ser palavra branca o...

Primavera

/ 1884 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Abóbora-menina

/ 1730 leituras
Filha adotiva do hortelão. Texto de Francisco Duarte ...

Limão

/ 1711 leituras
Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. T...

Nuvem

/ 1702 leituras
Comovido querubim não sabe conter a tristeza Texto de Fr...

Alfazema

/ 1609 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Nabiça

/ 1594 leituras
Mulher solteira. Nunca achou nabo elegante capaz de a sedu...

Ancinho

/ 1578 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folh...

Feno

/ 1450 leituras
Forma enxuta odorífera de sol feito pasto do gado. Text...

Nabo

/ 1425 leituras
Tubérculo celibatário cultiva os prazeres do estômago. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cebola

/ 1417 leituras
Há coisas que nascem para nos fazer chorar. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.