Cravo

/ 2350 leituras
Em que cor pensas quando digo cravo? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Lúcia-lima

/ 1386 leituras
Casal pacífico; ninguém até hoje lhe conhece o mais pequeno desentendimento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Alecrim

/ 1122 leituras
O paraíso das joaninhas é, assim, aromático. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Manjerico

/ 954 leituras
Luminoso nome, cheira a madrugada. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Limão

/ 855 leituras
Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata CarneiroSOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professo...

Maçã

/ 838 leituras
O coração luminoso do mundo na manhã de outono. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor t...

Rosmaninho

/ 828 leituras
Rosnar ternurento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Abóbora-menina

/ 749 leituras
Filha adotiva do hortelão. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR:Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três anos e jornalis...

Feno

/ 731 leituras
Forma enxuta odorífera de sol feito pasto do gado. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ancinho

/ 707 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folhas e outras palavras mortas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Cenoura

/ 697 leituras
Dardo de sol exilado na terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Nuvem

/ 697 leituras
Comovido querubim não sabe conter a tristeza Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três ...

Regador

/ 696 leituras
Nostálgico artefacto, ora é nuvem no solo; ora chora abundantemente quando o levantam e inclinam sua mão para a terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Alfazema

/ 673 leituras
Há palavras assim, nunca lhe esquecemos o cheiro. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Marco Martins (1978)

Considerando o pedido de vários colegas presidentes de Câmara, incluindo do próprio presidente da AMP, deixo a decisão de demissão para o coletivo na próxima reunião do Conselho Metropolitano, desde que me sejam dadas condições e carta-branca para trabalhar.

Rua da Estrada da Vacaria

SE PERGUNTAREM o que é paisagem, pode-se responder que é o que resulta da paisagificação de uma determinada actividade ou actividades. Esta é uma paisagem bovina. Pela berma da estrada vai um alinhamento de pedras de dois feitios: umas de muros que havia a bordejar os campos para que os animais racionais e irracionais não fossem para lá calcar, comer ou roubar coisas e pastar em casa alheia; outras, ao alto, seriam postes para segurar as latadas de vinha quando se fazia vinho no tempo em que cada um produzia um pouco de tudo para seu sustento. Entre umas e outras há postes de electricidade e t...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 621 leituras
As ruas da amargura são sempre a descer?