Cravo

/ 2049 leituras
Em que cor pensas quando digo cravo? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Lúcia-lima

/ 1193 leituras
Casal pacífico; ninguém até hoje lhe conhece o mais pequeno desentendimento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Alecrim

/ 974 leituras
O paraíso das joaninhas é, assim, aromático. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Manjerico

/ 822 leituras
Luminoso nome, cheira a madrugada. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Limão

/ 716 leituras
Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Maçã

/ 671 leituras
O coração luminoso do mundo na manhã de outono. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ancinho

/ 637 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folhas e outras palavras mortas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Cenoura

/ 628 leituras
Dardo de sol exilado na terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Regador

/ 622 leituras
Nostálgico artefacto, ora é nuvem no solo; ora chora abundantemente quando o levantam e inclinam sua mão para a terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Rosmaninho

/ 620 leituras
Rosnar ternurento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ervilha

/ 605 leituras
Palavra com grão dentro. Antes quebrar que torcer, é o seu lema. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Alfazema

/ 604 leituras
Há palavras assim, nunca lhe esquecemos o cheiro. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Feno

/ 587 leituras
Forma enxuta odorífera de sol feito pasto do gado. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Amor-perfeito

/ 576 leituras
Significa paixão na comunidade falante da língua vegetal. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO escondo que me desgosta que o país não tenha mais meios do que aqueles que aloca ao combate a este flagelo [tráfico de droga]. Desgosta-me, posso protestar indignado, mas não pode a câmara fazer nada mais do que já faz.

Rua da Estrada da estrada

AS estradas que vão pelas cotas altas das encostas têm larguezas de vistas que nem se imagina. Sigam-se as instruções: onde aparecerem placas a dizer Estrada, certifique-se que essas larguezas de vistas estão mesmo lá; de seguida, procure-se um local bom para paragem (dantes havia uns sinais muito lindos com a silhueta das camionetas da carreira) e pare-se olhando a encosta da outra banda. Chegou o momento da contemplação. Use-se um bom produto para clarear o humor vítreo, a córnea, a pupila e o resto da tralha de ver, e mantenham-se as pálpebras bem abertas. Pode fotografar, desenhar ou or...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 198 leituras
Quantas freguesias tem uma câmara de ar?