Cravo

/ 2171 leituras
Em que cor pensas quando digo cravo? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Lúcia-lima

/ 1266 leituras
Casal pacífico; ninguém até hoje lhe conhece o mais pequeno desentendimento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Alecrim

/ 1027 leituras
O paraíso das joaninhas é, assim, aromático. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Manjerico

/ 873 leituras
Luminoso nome, cheira a madrugada. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Limão

/ 790 leituras
Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata CarneiroSOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professo...

Maçã

/ 777 leituras
O coração luminoso do mundo na manhã de outono. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Rosmaninho

/ 714 leituras
Rosnar ternurento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ancinho

/ 657 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folhas e outras palavras mortas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Regador

/ 648 leituras
Nostálgico artefacto, ora é nuvem no solo; ora chora abundantemente quando o levantam e inclinam sua mão para a terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cenoura

/ 647 leituras
Dardo de sol exilado na terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Feno

/ 643 leituras
Forma enxuta odorífera de sol feito pasto do gado. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Alfazema

/ 627 leituras
Há palavras assim, nunca lhe esquecemos o cheiro. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ervilha

/ 626 leituras
Palavra com grão dentro. Antes quebrar que torcer, é o seu lema. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Amor-perfeito

/ 601 leituras
Significa paixão na comunidade falante da língua vegetal. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 605 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?