Cravo

/ 3469 leituras
2. desconhece-se outro instrumento tão aromático. Franc...

Lúcia-lima

/ 1928 leituras
Casal pacífico; ninguém até hoje lhe conhece o mais pequeno...

Rosmaninho

/ 1629 leituras
Rosnar ternurento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilust...

Manjerico

/ 1500 leituras
Luminoso nome, cheira a madrugada. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Alecrim

/ 1456 leituras
O paraíso das joaninhas é, assim, aromático. Texto de Fra...

Limão

/ 1108 leituras
Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. T...

Maçã

/ 1063 leituras
O coração luminoso do mundo na manhã de outono. Texto de...

Primavera

/ 1058 leituras
Quando te vejo pela manhã apetece-me ser eterno. Texto d...

Feno

/ 1049 leituras
Forma enxuta odorífera de sol feito pasto do gado. Text...

Inverno

/ 1045 leituras
No breve vocabulário da infância pode ser palavra branca o...

Abóbora-menina

/ 1020 leituras
Filha adotiva do hortelão. Texto de Francisco Duarte ...

Cerejeira

/ 1019 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Regador

/ 1016 leituras
Nostálgico artefacto, ora é nuvem no solo; ora chora abundan...

Ancinho

/ 963 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folh...

Cebola

/ 940 leituras
Há coisas que nascem para nos fazer chorar. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.