Manjerico

/ 2012 leituras
Luminoso nome, cheira a madrugada. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ervivo

/ 690 leituras
Herdeiro universal da natureza. Seguiu a linha mais pura dos...

Ancinho

/ 1205 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folh...

Árvores azuis

/ 329 leituras
as árvores azuis guardam o fogo do céu (e têm as raízes ...

Dezembro

/ 289 leituras
Cão velho deitado no primeiro sol brilha felicidade no pe...

Violeta

/ 601 leituras
Nas grandes paixões sempre existe um pequenino ramo de viole...

Cidreira

/ 1107 leituras
A erva dos aflitos. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilus...

Limão

/ 1439 leituras
Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. T...

Primavera

/ 1482 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Ervadura

/ 558 leituras
Não há água mole que a perturbe. Texto de Francisco D...

Nabiça

/ 950 leituras
Mulher solteira. Nunca achou nabo elegante capaz de a sedu...

Nabo

/ 1174 leituras
Tubérculo celibatário cultiva os prazeres do estômago. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Maio

/ 1256 leituras
A paixão das rãs incendeia a tarde. Texto de Francisc...

Alho

/ 1005 leituras
Dentes tão brancos, hálito tão desagradável. Texto de Fra...

Ervagem

/ 667 leituras
Diz-se assim quando as ervas emigram. Texto de Franci...