Grão-de-bico

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E não sabe cantar. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três anos e jornalista dur...

Hortelã

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Eis uma erva prudente agasalhada temendo que os fios do inverno lhe roubem a fragrância. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Rosmaninho

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Rosnar ternurento. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cravo

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Em que cor pensas quando digo cravo? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Verão

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Gosto do cheiro a sargaço inserto na palavra; outras vezes é a sua sombra que procuro. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Urtigas

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Para esta viçosa planta em parte alguma existe mão amiga. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Vegetal

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Homem de coração de seiva, sonha ser primavera. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Nabiça

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Mulher solteira. Nunca achou nabo elegante capaz de a seduzir. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Semente

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Será a chuva a semente dos rios? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.  

Ervivo

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Herdeiro universal da natureza. Seguiu a linha mais pura dos herbívoros. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cenoura

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Dardo de sol exilado na terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Nuvem

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Comovido querubim não sabe conter a tristeza Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Buganvília

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Enternece a labareda da buganvília a alastrar no muro branco. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 19...

Cidreira

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A erva dos aflitos. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Bater no ceguinho dá cadeia?