A BULA de Novembro

/ 240 leituras
O TEMPO é o lugar onde a memória cresce, já dizia Aureliano Lima. Este e outros versos foram deixados por aquele poeta e escultor natural de Carregal do Sal. Da sua obra, um outro poeta, Fra...

A BULA de Outubro

/ 379 leituras
NESTE mês convidamos a poetisa Rosa Alice Branco para nos receitar alguns comprimidos literários, de modo a podermos combater as maleitas próprias da época (nostalgia, melancolia, etc.). A p...

Poesia por Nuno Rocha Morais (1973-2008)

/ 187 leituras
Tudo o que me impressiona tem reflexo em verso. A poesia é a minha legitimação, a legitimação do meu bem e do meu mal, do júbilo ou do desespero que atravesso, do amor de que sou capaz e daq...

A BULA de Setembro

/ 365 leituras
COM setembro inicia-se o outono no hemisfério norte e a primavera no sul. Em qualquer dos lados a mudança pode trazer nostalgia e/ou euforia em dose excessiva. Para contrabalançar aqueles es...

Poesia por António Osório

/ 130 leituras
Aqui te chamo aqui me chegas aqui te escrevo e respiro: botija de oxigénio. Publicado in O  Lugar do Amor (Pedinte da Vida), Gótica, Lisboa 2001, página 61

A BULA de Agosto 2018

/ 204 leituras
ESTE é o mês em que muitos de nós sentimos gosto de não existir. Há, até, quem tenha o agosto no corpo. Para evitar exageros e mal entendidos, recomendamos alternar as leituras habituais com...

Os poemas por Mario Quintana

/ 178 leituras
Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapão. Eles não têm pouso nem porto alimentam-se um...

A BULA de Julho 2018

/ 440 leituras
COM Julho chegam os momentos de veraneio, com tempo disponível para se divagar e perder a noção da realidade. À cautela convém não nos vergamos demais sobre a fantasia. Por exemplo: não nos ...

A BULA de Junho 2018

/ 249 leituras
NO mês de junho, com o aumento da temperatura o apelo do mar intensifica-se. Para superar os momentos de nostalgia de um canto de praia sem ninguém e do mar imenso, solitário, antigo, que pa...

A BULA de Maio 2018

/ 288 leituras
PARA este mês de maio selecionamos sete comprimidos literários do poeta Josafá de Orós, natural do estado de Paraíba, no Brasil. Traz-nos provérbios, natureza morta, inverno, hai kai e muita...

Marca de água (Joseph Brodsky)

/ 197 leituras
- ¿Su profesión? - Soy poeta. Supongo. - Nada de supongos aquí. Ponte derecho. No te apoyes en la pared. Mira al tribunal. ¿Tienes una profesión estable? - Creía que eso era una profesión...

A BULA de Abril 2018

/ 377 leituras
FAZ hoje cinco anos que iniciamos a publicação de A BULA. Foi uma revolução no mundo dos cuidados literários. De modo simples, despretensioso e gratuito fizemos chegar comprimidos literários...

Da prosa e da poesia por Marcus Accioly

/ 203 leituras
A prosa e a poesia se diferem pelo mistério: a casa era sem portas e janelas (...) isto é prosa a casa era de vidros e silêncios (...) isto é poesia pela música: era uma vez um eco qu...

A BULA de Março 2018

/ 522 leituras
NESTE mês de março quisemos homenagear a escritora Luísa Dacosta, falecida há três anos em Matosinhos. Da obra A Maresia e o Sargaço dos Dias (2012), selecionamos sete comprimidos para refor...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 610 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?