A BULA de Janeiro

/ 341 leituras
DOZE haicais e um poema são a receita que José Efe nos sugere para o início de ano. Temos voos perfumados, dilúvio de cinzas, prenúncio de sestas, nuvens de folhas ocres, chuva sôfrega, siam...

Poesia por António Ramos Rosa

/ 131 leituras
Onde a poesia se exibe como um espectáculo espectacular não é poesia onde a audácia do poema não é única não é poesia onde a poesia não é inocência de natureza fluvial não é poesia ond...

A BULA de Dezembro

/ 343 leituras
NESTE mês de dezembro contamos com a colaboração de Elisabete Morais, mãe do poeta Nuno Rocha Morais, que selecionou sete comprimidos literários para A BULA. São poemas entretanto publicados...

Poesia por Jorge Sousa Braga

/ 105 leituras
Não tiveste ainda tempo de comemorar a vitória sobre a corriola e já estás de novo em guerra agora com o escalracho Preocupado com as beringelas os tomates os pepinos de conserva é uma...

A BULA de Novembro

/ 310 leituras
O TEMPO é o lugar onde a memória cresce, já dizia Aureliano Lima. Este e outros versos foram deixados por aquele poeta e escultor natural de Carregal do Sal. Da sua obra, um outro poeta, Fra...

A BULA de Outubro

/ 454 leituras
NESTE mês convidamos a poetisa Rosa Alice Branco para nos receitar alguns comprimidos literários, de modo a podermos combater as maleitas próprias da época (nostalgia, melancolia, etc.). A p...

Poesia por Nuno Rocha Morais (1973-2008)

/ 255 leituras
Tudo o que me impressiona tem reflexo em verso. A poesia é a minha legitimação, a legitimação do meu bem e do meu mal, do júbilo ou do desespero que atravesso, do amor de que sou capaz e daq...

A BULA de Setembro

/ 421 leituras
COM setembro inicia-se o outono no hemisfério norte e a primavera no sul. Em qualquer dos lados a mudança pode trazer nostalgia e/ou euforia em dose excessiva. Para contrabalançar aqueles es...

Poesia por António Osório

/ 165 leituras
Aqui te chamo aqui me chegas aqui te escrevo e respiro: botija de oxigénio. Publicado in O  Lugar do Amor (Pedinte da Vida), Gótica, Lisboa 2001, página 61

A BULA de Agosto 2018

/ 248 leituras
ESTE é o mês em que muitos de nós sentimos gosto de não existir. Há, até, quem tenha o agosto no corpo. Para evitar exageros e mal entendidos, recomendamos alternar as leituras habituais com...

Os poemas por Mario Quintana

/ 221 leituras
Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapão. Eles não têm pouso nem porto alimentam-se um...

A BULA de Julho 2018

/ 528 leituras
COM Julho chegam os momentos de veraneio, com tempo disponível para se divagar e perder a noção da realidade. À cautela convém não nos vergamos demais sobre a fantasia. Por exemplo: não nos ...

A BULA de Junho 2018

/ 291 leituras
NO mês de junho, com o aumento da temperatura o apelo do mar intensifica-se. Para superar os momentos de nostalgia de um canto de praia sem ninguém e do mar imenso, solitário, antigo, que pa...

A BULA de Maio 2018

/ 317 leituras
PARA este mês de maio selecionamos sete comprimidos literários do poeta Josafá de Orós, natural do estado de Paraíba, no Brasil. Traz-nos provérbios, natureza morta, inverno, hai kai e muita...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

COMO sempre disse, a Câmara Municipal do Porto, seja qual for a situação, defende sempre - enquanto eu for presidente - os seus interesses, defende sempre o interesse dos seus munícipes e, portanto, fez aquilo que devia fazer.

Rua da Estrada de Luanda

NÃO é só Luanda que está caótica. Caótico está o próprio conceito de cidade na versão habitual de andar por casa pensando que as cidades são os centros históricos da velha Europa, uns prédios apinhados, e umas auto-estradas, centros comerciais…, além extensos subúrbios, e pronto. Na África havia aquela ideia de que a cidade era a cidade colonial com suas avenidas e jardins limpinhos, casas lindas e prédios tropicalmente modernos. O resto era o caniço, o musseque, os indígenas e os seus outros mundos. A ordem e a desordem urbana faziam-se com este dualismo entre supostos civilizados e indíge...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 660 leituras
Os patos marrecos já nascem assim?