Estado de Poesia por Chico César

/ 33 leituras
Para viver em estado de poesia Me entranharia nestes sertões de você Para deixar a vida que eu vivia De cigania antes de te conhecer De enganos livres que eu tinha porque queria Por não...

A BULA de Março

/ 140 leituras
COM noventa anos completados no passado mês de fevereiro, Fernando Echevarría tem uma vasta obra poética. Iniciada em 1956, foi recentemente acrescentada com um novo título, Via Analítica. A...

Poesia por İlhan Berk

/ 50 leituras
A Poesia é implacável. Não que ela não nos estenda a mão. Podemos até dizer que a maior parte das vezes é ela que nos dá a mão.Mas aí acaba a sua generosidade e a sua graça. Um momento depoi...

A BULA de Fevereiro

/ 162 leituras
DIZ-NOS Fernando Guimarães que o poema nasce dentro das nossas mãos sempre que repousamos nelas o rosto. Sugere-nos, ainda, que ao escrevermos façamos com que os outros apenas se apercebam d...

A BULA de Janeiro

/ 446 leituras
DOZE haicais e um poema são a receita que José Efe nos sugere para o início de ano. Temos voos perfumados, dilúvio de cinzas, prenúncio de sestas, nuvens de folhas ocres, chuva sôfrega, siam...

Poesia por António Ramos Rosa

/ 207 leituras
Onde a poesia se exibe como um espectáculo espectacular não é poesia onde a audácia do poema não é única não é poesia onde a poesia não é inocência de natureza fluvial não é poesia ond...

A BULA de Dezembro

/ 428 leituras
NESTE mês de dezembro contamos com a colaboração de Elisabete Morais, mãe do poeta Nuno Rocha Morais, que selecionou sete comprimidos literários para A BULA. São poemas entretanto publicados...

Poesia por Jorge Sousa Braga

/ 176 leituras
Não tiveste ainda tempo de comemorar a vitória sobre a corriola e já estás de novo em guerra agora com o escalracho Preocupado com as beringelas os tomates os pepinos de conserva é uma...

A BULA de Novembro

/ 356 leituras
O TEMPO é o lugar onde a memória cresce, já dizia Aureliano Lima. Este e outros versos foram deixados por aquele poeta e escultor natural de Carregal do Sal. Da sua obra, um outro poeta, Fra...

A BULA de Outubro

/ 511 leituras
NESTE mês convidamos a poetisa Rosa Alice Branco para nos receitar alguns comprimidos literários, de modo a podermos combater as maleitas próprias da época (nostalgia, melancolia, etc.). A p...

Poesia por Nuno Rocha Morais (1973-2008)

/ 312 leituras
Tudo o que me impressiona tem reflexo em verso. A poesia é a minha legitimação, a legitimação do meu bem e do meu mal, do júbilo ou do desespero que atravesso, do amor de que sou capaz e daq...

A BULA de Setembro

/ 471 leituras
COM setembro inicia-se o outono no hemisfério norte e a primavera no sul. Em qualquer dos lados a mudança pode trazer nostalgia e/ou euforia em dose excessiva. Para contrabalançar aqueles es...

Poesia por António Osório

/ 200 leituras
Aqui te chamo aqui me chegas aqui te escrevo e respiro: botija de oxigénio. Publicado in O  Lugar do Amor (Pedinte da Vida), Gótica, Lisboa 2001, página 61

A BULA de Agosto 2018

/ 283 leituras
ESTE é o mês em que muitos de nós sentimos gosto de não existir. Há, até, quem tenha o agosto no corpo. Para evitar exageros e mal entendidos, recomendamos alternar as leituras habituais com...

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Marco Martins (1978)

Considerando o pedido de vários colegas presidentes de Câmara, incluindo do próprio presidente da AMP, deixo a decisão de demissão para o coletivo na próxima reunião do Conselho Metropolitano, desde que me sejam dadas condições e carta-branca para trabalhar.

Rua da Estrada dos tempos que correm

NÃO ao rouvo" é uma expressão de correctíssima grafia segundo isso a que chamam o acordo ortográfico, que preconiza, entre outras coisas, que as palavras se devem escrever tal como são pronunciadas. Aqui trocam-se os bb pelos vv, como se sabe. O mais difícil de engolir não é isso. O mais difícil de engolir é este assado em que estamos metidos e que está bastante bem ilustrado na instalação exposta à beira da estrada: ainda há pouco tínhamos posses para ter um carrito com tudo a que tem direito, rodas, capota, assentos, motor, travões e o mais que é costume, e agora estamos reduzidos a um assen...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 570 leituras
O mar alto mede quanto?