A BULA de Outubro

/ 304 leituras
NESTE mês convidamos a poetisa Rosa Alice Branco para nos receitar alguns comprimidos literários, de modo a podermos combater as maleitas próprias da época (nostalgia, melancolia, etc.). A p...

Poesia por Nuno Rocha Morais (1973-2008)

/ 159 leituras
Tudo o que me impressiona tem reflexo em verso. A poesia é a minha legitimação, a legitimação do meu bem e do meu mal, do júbilo ou do desespero que atravesso, do amor de que sou capaz e daq...

A BULA de Setembro

/ 327 leituras
COM setembro inicia-se o outono no hemisfério norte e a primavera no sul. Em qualquer dos lados a mudança pode trazer nostalgia e/ou euforia em dose excessiva. Para contrabalançar aqueles es...

Poesia por António Osório

/ 110 leituras
Aqui te chamo aqui me chegas aqui te escrevo e respiro: botija de oxigénio. Publicado in O  Lugar do Amor (Pedinte da Vida), Gótica, Lisboa 2001, página 61

A BULA de Agosto 2018

/ 193 leituras
ESTE é o mês em que muitos de nós sentimos gosto de não existir. Há, até, quem tenha o agosto no corpo. Para evitar exageros e mal entendidos, recomendamos alternar as leituras habituais com...

Os poemas por Mario Quintana

/ 148 leituras
Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapão. Eles não têm pouso nem porto alimentam-se um...

A BULA de Julho 2018

/ 399 leituras
COM Julho chegam os momentos de veraneio, com tempo disponível para se divagar e perder a noção da realidade. À cautela convém não nos vergamos demais sobre a fantasia. Por exemplo: não nos ...

A BULA de Junho 2018

/ 230 leituras
NO mês de junho, com o aumento da temperatura o apelo do mar intensifica-se. Para superar os momentos de nostalgia de um canto de praia sem ninguém e do mar imenso, solitário, antigo, que pa...

A BULA de Maio 2018

/ 275 leituras
PARA este mês de maio selecionamos sete comprimidos literários do poeta Josafá de Orós, natural do estado de Paraíba, no Brasil. Traz-nos provérbios, natureza morta, inverno, hai kai e muita...

Marca de água (Joseph Brodsky)

/ 187 leituras
- ¿Su profesión? - Soy poeta. Supongo. - Nada de supongos aquí. Ponte derecho. No te apoyes en la pared. Mira al tribunal. ¿Tienes una profesión estable? - Creía que eso era una profesión...

A BULA de Abril 2018

/ 356 leituras
FAZ hoje cinco anos que iniciamos a publicação de A BULA. Foi uma revolução no mundo dos cuidados literários. De modo simples, despretensioso e gratuito fizemos chegar comprimidos literários...

Da prosa e da poesia por Marcus Accioly

/ 189 leituras
A prosa e a poesia se diferem pelo mistério: a casa era sem portas e janelas (...) isto é prosa a casa era de vidros e silêncios (...) isto é poesia pela música: era uma vez um eco qu...

A BULA de Março 2018

/ 486 leituras
NESTE mês de março quisemos homenagear a escritora Luísa Dacosta, falecida há três anos em Matosinhos. Da obra A Maresia e o Sargaço dos Dias (2012), selecionamos sete comprimidos para refor...

A BULA de Fevereiro 2018

/ 336 leituras
NESTE mês festeja-se o Carnaval. Uma época de folia e pândega. Celebra-se também a união amorosa entre casais e namorados. Serão muitos a questionarem-se como Papiniano Carlos: porque não ve...

Tabuleta Digital

Publicado in Anipoemas

 

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

RUI Moreira é um autarca de referência em Portugal. Tem feito um trabalho que me parece muito positivo e parece-me óbvio que quer enquanto presidente da câmara de Gaia, vizinha do Porto, quer enquanto presidente da Área Metropolitana do Porto, seria uma idiotice não contar com a colaboração e parceria do presidente da Câmara do Porto.

Rua da Estrada de Atenas

ANDAVAM os antepassados da Angela Merkel nas cavernas por entre ursos e outras barbaridades, quando Péricles edificava Atenas antes das guerras do Peloponeso.  Era assim o mundo, aos encontrões, como sempre. Depois de edificar a Acrópole verificou-se que custava muito lá subir e muito ventosa. De íngreme que era e de caminhos mal empedrados, as quadrigas patinavam e viravam-se de rodas e pernas para cima. Então, depois de muitos séculos prodigiosos, conseguiu-se finalmente domesticar os cavalos de uma maneira diferente de modo a que coubessem às dezenas e às centenas nos motores dos automóv...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 30 leituras
Durante a vida, os nossos cabelos crescem quantos quilómetros?