A BULA de Julho

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Haicais de Edweine Loureiro e ilustração de Renata Carneiro

A BULA de Junho

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EM período de desconfinamento nada melhor do que ouvir a gra...

Arte poética por Jorge Luis Borges

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Olhar o rio que é de tempo e água E recordar que o tempo é ...

A BULA de Maio 2020

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PARA contrariar os efeitos negativos do confinamento dos mes...

A BULA de Abril 2020

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EM tempo de quarentena escolhemos 12 poemas e uma ilustração...

A BULA de março 2020

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NESTE mês de março os comprimidos literários vêm da cidade d...

Tudo principia por Luís Veiga Leitão

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Tudo principia no princípio o nascimento e a morte o dentr...

A BULA de Fevereiro 2020

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HÉLASTRE! Em fevereiro de 2020 A BULA é composta por poemas ...

A BULA de janeiro 2020

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A DÉCADA de 2020 inicia-se com a publicação de seis sonetos ...

Ser poeta por Florbela Espanca

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Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Mo...

A BULA de dezembro 2019

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ALBERTO Serra, que acaba de publicar o livro de poesia bens ...

A BULA de Novembro 2019

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A EDIÇÃO n.º 80 de A BULA é da autoria do artista visual e p...

A poesia por Francisco Alvim

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Houve um tempo em que Schmidt e Vinícius dividiam as prefe...

A BULA de Outubro 2019

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EM outubro encarregamos os irmãos Seabra de nos preparem A B...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 748 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?