Pedro Amaral (1974)

/ 646 leituras
Encosto a cara a este sol de Inverno, que dia magnífico para dar uma volta pela paróquia. Até os homens da junta trabalhavam com mais afinco...

Manuel Andrade (1969)

/ 485 leituras
A trabalhar o "Success Full" com o Arquiteto Álvaro Siza Vieira, um dos maiores ícones da arquitetura mundial cujo trabalho tanto me sensibiliza. → Hoje acordei como um puto. À minha...

José António Gomes (1957)

/ 1925 leituras
Desintoxique-se, pois, leitor/a. Como? Lendo. Comece pela bela «Antologia poética de Língua Portuguesa nos cem anos da Revolução de Outubro» a que Francisco Duarte Mangas – ele próprio poeta...

Armando Requeixo (1971)

/ 239 leituras
Velaquí o que escribín sobre 'A gotiña viaxeira' de Toño Núñez, un álbum-cd publicado por Edicións Fervenza que atrapa pola "delicadeza dos seus versos, ateigados de sonoras vibracións, dunh...

Vanessa Rodrigues (1981)

/ 1172 leituras
Em 2018, entre o Brasil, Portugal e Moçambique, consegui dar à luz (ainda não sei como) a um artigo em inglês, para a revista australiana Radiodoc Review, sobre o áudio documentário poético ...

Antonio García Teijeiro (1952)

/ 255 leituras
Poemar el mar, gaña o Premio da Fundación Cuatrogatos, 2019. Está na lista dos vinte gañadores en todas as categorías entre os mellores libros en español (trd. de Chus Fernández, de Poemar o...

Helder Pacheco (1937)

/ 1470 leituras
Vozes. Límpidas, vindas de antanho. Estridentes, veladas ou fortes como do cantor de ópera, mas sempre cristalinas. «Prístinas», lhes chamava Alfredo da Cunha, por serem do povo. Das fundura...

Arsénio Mota (1930)

/ 908 leituras
Estes dez livros meus estão agora, em novas edições ebook, numa nova plataforma digital - é da Sociedade Portuguesa de Autores. Também são acessíveis no blogue com o meu nome. →   ...

Alexandra Malheiro (1972)

/ 809 leituras
O facebook avisa-me que há por aí gente (e por aí leia-se no próprio facebook) que eu talvez conheça e é verdade que sim, uns conheço e outros não do rol de fronhas que o dito cujo me aprese...

Julião Roldão (1953)

/ 789 leituras
Às vezes ponho-me a olhar para ontem e para Sul, como se tivesse saudades do calor, capto o momento, reciclando riscos, e volto para as minhas rotinas de Inverno, sem grandes adjectivos. Com...

Zilda Cardoso

/ 2422 leituras
Esteve um dia esplêndido de luminosidade e de temperatura, um mar tranquilo e azul, um céu sem nuvens (apenas um sombreado em certos pontos). → 15. É um daqueles dias de especial inte...

Rui Manuel Amaral (1973)

/ 1222 leituras
Dedicatória na primeira página de Três poetas da própria existência, de Stefan Zweig, livro que encontrei, entre bibelôs de porcelana, sapatos de senhora e calças de ganga usadas, hoje mesmo...

Anabela Borges (1970)

/ 1921 leituras
É Inverno. E é quase Natal. E a terra acorda mergulhada em brumas, vapores vagarosos que se soltam das montanhas em redor, fumos frios que sobem, lentos, do rio – mistério quase parado, ...

Pedro Guilherme-Moreira (1969)

/ 1103 leituras
Olá, boa gente! Volto hoje ao facebook - certamente não repararam que ando à banda - e não é para noticiar o crescimento da barba nem fazer boquinhas a la Martini Man. Na verdade, dia 10 de ...

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Marco Martins (1978)

Considerando o pedido de vários colegas presidentes de Câmara, incluindo do próprio presidente da AMP, deixo a decisão de demissão para o coletivo na próxima reunião do Conselho Metropolitano, desde que me sejam dadas condições e carta-branca para trabalhar.

Rua da Estrada da Vacaria

SE PERGUNTAREM o que é paisagem, pode-se responder que é o que resulta da paisagificação de uma determinada actividade ou actividades. Esta é uma paisagem bovina. Pela berma da estrada vai um alinhamento de pedras de dois feitios: umas de muros que havia a bordejar os campos para que os animais racionais e irracionais não fossem para lá calcar, comer ou roubar coisas e pastar em casa alheia; outras, ao alto, seriam postes para segurar as latadas de vinha quando se fazia vinho no tempo em que cada um produzia um pouco de tudo para seu sustento. Entre umas e outras há postes de electricidade e t...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 621 leituras
As ruas da amargura são sempre a descer?