Helder Pacheco (1937)

/ 1699 leituras
No Largo do Moinho de Vento, o Snr. António Farinheiro afixou na rede do estabelecimento: «Fechou a loja de cereais mais antiga da cidade do Porto». Segundo o Público (7.6.19) tinha 66 anos....

Alexandra Malheiro (1972)

/ 926 leituras
"Hoje o dia não acordou solarengo em boa parte do nosso País" - escreve-me o Sr. Martim Silva, diz aqui que é director adjunto do Expresso, que eu ainda tenho a veleidade de assinar e, por e...

Pedro Guilherme-Moreira (1969)

/ 1265 leituras
Festejar o aniversário com Proust no Père Lachaise - porque ambos o temos a 10 de Julho - foi sempre um sonho de rapaz. Concretizei-o aos 50. A única pergunta que fiz foi se eu gostava de te...

Vanessa Rodrigues (1981)

/ 1273 leituras
O Bairro dos Livros foi a primeira casa que me acolheu no percurso literário, em 2013. A Minês, a Catarina e a Isabel tiveram a generosidade de me chamar um dia para dizer que queriam public...

Zilda Cardoso

/ 2716 leituras
Tantos acontecimentos, tão poucos dias. Arrasada estou. Um pássaro cinzento ainda implume, cai de um ninho algures. É um bebé, recolheu-se na minha janela, entre as duas vidraças e aí ficou ...

Rui Manuel Amaral (1973)

/ 1404 leituras
Da mesa do café, observo o casal na esquina da Constituição com Faria Guimarães. Têm à volta de cinquenta, talvez um pouco mais. Despedem-se com um beijo e um breve toque de mãos. Ela sobe a...

Gracinda Ramos

/ 1506 leituras
Qualquer momento pode ser tempo de passear, mesmo quando se anda perto de casa, se vai trabalhar ou se vai à oficina com a moto. E não muito longe da oficina da minha moto fica Lousado e a s...

Manuel Vitorino

/ 1613 leituras
as ruas do meu país este foi o cartaz mais bonito e criativo que alguma vez foi fixado nas paredes. Foi pintado pela Maria Helena Vieira da Silva e há 45 anos todos os sonhos foram possíveis...

José Rui Teixeira (1974)

/ 762 leituras
Hoje, no Jornal de Letras, excerto do artigo do António Carlos Cortez : Se José Rui Teixeira, no livro "Autópsia", poesia reunida, nos dá a ver uma voz que oscila entre a meditação sobre o a...

Sandra Nobre (1972)

/ 1691 leituras
Já disse adeus à capital iraniana, uma cidade desafiante que adorei apresentar aos viajantes que vieram este ano comigo. Aqui vivi também a alegria de reencontrar amigos e fazer amigos novos...

Regina Gouveia (1945)

/ 764 leituras
Há poucos dias referi que um dos escritores preferidos do meu pai era Camilo Castelo Branco. Praticamente  só lia autores portugueses. Abria algumas exceções para autores brasileiros e para ...

José António Gomes (1957)

/ 2063 leituras
Entre nós, Abril é o mês do livro. A 2 comemorou-se o Dia Internacional do Livro Infantil, a 23 o Dia Mundial do Livro, e em bibliotecas públicas e escolas são frequentes as actividades rela...

Paulo Ferreira da Cunha (1959)

/ 491 leituras
Que a truculência e a baixeza dos adversários, e mesmo dos inimigos, não impeça nunca de ser objetivo e justo no julgamento dos próximos, dos afins, dos se pensa partilharem os mesmos ideais...

Anabela Borges (1970)

/ 2105 leituras
A primavera carrega todo o seu esplendor. No ar, paira o odor de um tempo que se eleva forte das entranhas da terra, a repuxar o fulgor da natureza aos seus valores mais elevados, em flo...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

Nenhum governo ajudou na luta contra as portagens e ainda hoje mantenho a crítica. Na altura chamava-os de pórticos cor-de-rosa. Não tivemos o mesmo tratamento que outros municípios. Fomos mal tratados.

Rua da Estrada do Mercado da Arte

APESAR de ser acrílico sobre tela, a arte das valetas pode não ser o género mais apreciado nos meios críticos e comerciais do campo da arte. Ainda que muitos se lembrem que em Paris, nas margens do distintíssimo rio Sena, desde há muito que havia muita arte e artista de rua e de domingo que podia passar para os salões da arte das altas culturas, a verdade é que a N15 não passa em Paris. É pena. Têm mais sorte os rabiscos nas paredes a que chamam graffitis, mesmo que lhes falhe completamente a estética e a política; a primeira, de tão vulgares e desinteressantes que são; a segunda, por lhe f...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 430 leituras
Quem petisca vai na isca ou prefere patanisca?