Rui Manuel Amaral (1973)

/ 1871 leituras
Já passaram cinco meses desde que estou em casa. Talvez mais...

José Rui Teixeira (1974)

/ 968 leituras
Já chegou às livrarias a antologia da poesia de Rosario Cast...

Pedro Guilherme-Moreira (1969)

/ 1516 leituras
Quero que façam parte disto. Amigos, leitores, voleibolistas...

Anabela Borges (1970)

/ 2471 leituras
Há 1 ano, neste dia - o Dia Mundial do Livro - foi-me atribu...

Alexandra Malheiro (1972)

/ 1216 leituras
Despedi-me ontem de um amigo. A morte, em tempos asséptico...

Armando Requeixo (1971)

/ 538 leituras
Onte no Diario Cultural do Galicia por Diante da Radio Galeg...

Sandra Nobre (1972)

/ 2070 leituras
Foi há dois meses. Os primeiros casos de Covid-19 em Portuga...

Regina Gouveia (1945)

/ 1031 leituras
Vivo numa casa independente, com pátio, quintal e jardim pel...

Daniel Deusdado (1968)

/ 748 leituras
Dívida+Dívida+Dívida. Como, até quando e paga por quem? Há d...

Helder Pacheco (1937)

/ 2110 leituras
O país, fora os que queriam praia, enfrenta a tragédia com m...

Gracinda Ramos

/ 1764 leituras
A minha motita está, lá em baixo na garagem, a cismar ...

Vanessa Rodrigues (1981)

/ 1523 leituras
A Junta de Freguesia do Bonfim reuniu uma equipa para fa...

Júlio Roldão (1953)

/ 1144 leituras
Viajo à roda do meu quarto, aqui, na portuense Rua do Bonjar...

Manuel Andrade (1969)

/ 814 leituras
Fechado em casa, aproveito para tentar ler as dezenas de iné...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 748 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?