U

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O U era um poço sem fundo de escuta. Confessor do G e pau de cabeleira do Q, era a única letra que todas as outras respeitavam igualmente, embora por diferentes motivos. Aprovado por unanimi...

Cidreira

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A erva dos aflitos. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Olhos

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1. e aprimorando a bolina dos olhos arrancavam da pobreza os sargaços de medo Por João Rios, in Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Infantes. 2. e o moço o Nél, de olho...

Viajar

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viajar é quase sempre partir para ficar Por João Manuel Ribeiro in Amo-te poemas para gritar ao coração, Trinta por uma linha, 2010, página 2.

Limão

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Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Ancinho

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Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folhas e outras palavras mortas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Cajado

/ 337 leituras
ignoro como pode o cajado parir passos e simultaneamente apascentar cordeiros Por João Manuel Ribeiro in A circulação precoce dos relâmpagos, Cosmorama Edições, 2007, página 47.

Nuvem

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1. Alma andarilha das águas. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 62. 2. Comovido querubim não sabe conter a tris...

A-Ver-O-Sol

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Nome de localidade cujos habitantes se dedicam à apanha de raios solares para secarem periodicamente os seus sonhos pantanosos. Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Brevi...

Semente

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1. Será a chuva a semente dos rios? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. 2. A semente está poisada no lugar de padecer Por Daniel Faria, in Poesia, Ex...

Paveia

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Paveia a paveia apascento-me Da terra - Palavra a palavra Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 2...

Trovão

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O trovão ilumina A vigília Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 274.

Abelha

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A abelha também morre de deixar De corola em corola a raiz Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 2...

Cigarra

/ 307 leituras
Amei a vida Como se fora um castigo Cantei-a Como se fora um feitiço Por Daniel Faria, in Poesia, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 367.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

As pessoas que durante um ano e tal andaram a procurar destruir o partido, a destruir a minha liderança, a destruir a direção nacional, fizeram tudo o que estava ao seu alcance para isso, e chegar à última da hora [para] aparecer e dizer que dão um grande apoio é uma situação hipócrita.

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Quem cobre todas as propostas evita resfriados?