Abril

/ 318 leituras
1. A este mês se deve o milagre da sepa ração das mágoas Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 45. 2. Em Abril...

Q

/ 54 leituras
O Q suportava mal o facto de ser tratado como QUÊ-DE-QUÁ-QUÁ, quando na verdade o seu suposto homófono se chamava CÊ. Como podia alguém baralhar-se, caraças!? Por outro lado, o Q garantia a ...

Primavera

/ 481 leituras
a primavera é uma enxurrada de verdura  pelos campos Por Francisco Duarte Mangas, in Diário de Link

Velhice

/ 66 leituras
A velhice só faz crescer as orelhas dos homens, tudo o resto perde vitalidade e tamanho. Por Francisco Duarte Mangas in Ladrão de violetas, Editorial Teorema, 1995, página 27

Astúcia

/ 48 leituras
é mais eficaz arma dos predadores. Por Francisco Duarte Mangas in Ladrão de violetas, Editorial Teorema, 1995, página 16

Escritor

/ 251 leituras
2. Pela escrita se suaviza o infortúnio do mundo Por Francisco Duarte Mangas in Água do mar, conto inserto na obra Pavese no café Ceuta, edição Teodolito, fevereiro de 2019, página 150 ...

Vinho

/ 296 leituras
O vinho ilumina, deslaça o susto. Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 52

Jornalista(s)

/ 44 leituras
1. Escrevem para um espaço rigoroso, predefinido, como quem cola azulejos numa casa de banho ladrilhadores do espaço branco Por Francisco Duarte Mangas in O hóspede, conto inserto na ...

Buril

/ 50 leituras
caminha por veredas antigas, limpas pelo melhor buril que é o uso Por Francisco Duarte Mangas in Homens de talabarte, conto inserto na obra Pavese no café Ceuta, edição Teodolito, feverei...

Braço(s)

/ 305 leituras
2. o povo ergueu os braços como árvores de alegria Por Francisco Duarte Mangas in Azul como uma laranja, conto inserto na obra Pavese no café Ceuta, edição Teodolito, fevereiro de 2019, ...

Burel

/ 50 leituras
2. agasalha frio antigo Por Francisco Duarte Mangas in As meninas, conto inserto na obra Pavese no café Ceuta, edição Teodolito, fevereiro de 2019, página 14 1. Suave vocábulo de tec...

P

/ 131 leituras
O P era um explosivo, uma letra-petardo. Bastava aparecer um P para a frase virar Pimba, Pumba, Pum, Prás, Catrapás, Catrapumba, etc. O P julgava que tinha inventado a pólvora seca e olhava ...

Sonho(s)

/ 372 leituras
são pensamentos sem dono Por Manuel Maria Aboim in [as amoras de eugénio] publicado no Facebook

O

/ 97 leituras
O O espantava-se com tudo ou, pelo menos, fazia como se... Perante a rotunda doçura do seu constante pasmar, era difícil decidir se ele mostrava pura estupefacção ou se exagerava para dar gr...

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO preciso de citar ninguém para dizer que esse comentário [de eleitoralismo] ilustra bem a visão populista de quem esteve distraído por ocasião da conferência de imprensa que demos em Gaia ou por ocasião da cimeira de Sintra.

Rua da Estrada do cada um por si

O PRINCÍPIO ideológico que regula a selva global do capitalismo está a reduzir a fanicos o pouco do solidário que a sociedade tinha: cada um por si, portanto. Não há contos de crianças. Há folhas de cálculo, discursos cinzentos em economês, correctíssimos, e conversas blindadas sobre o efeito da subida de uma taxa nos santos espíritos das hormonas da outra, sobre a sustentabilidade seja lá do que for e assim por diante de palavras feitas de ração granulada e chumbo derretido. Os lugares do Estado e da Política foram tomados de assalto pela ceifeira-debulhadora-enfardadeira da máquina do dinhei...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 356 leituras
Que eu é aquele que te olha ao espelho?