W

/ 20 leituras
O W era um céptico. Aliara-se ao aldrabão do C para empreender a crítica sistemática da wanderlândia. Aos poucos tornara-se radical: wagner, washington, wall street, wittgenstein, wellington...

V

/ 58 leituras
O V trocava-se todo pelo B. Aquele par de pulmões, julgava ele, escondiam, julgaba ele, um fôlego divino. Educado na ilusão de que o sopro era o supra-sumo do som e o som o supra-sumo das co...

Dióspiros

/ 460 leituras
2. Há frutos que é preciso acariciar com os dedos com a língua e só depois muito depois se deixam morder Jorge Sousa Braga in O poeta nu (O segredo da púrpura), Assírio & A...

Outono

/ 726 leituras
1. das aves caem as penas. emigram as árvores à procura de outro sol. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 195. 2. Fosses tu uma ave ou um...

U

/ 70 leituras
O U era um poço sem fundo de escuta. Confessor do G e pau de cabeleira do Q, era a única letra que todas as outras respeitavam igualmente, embora por diferentes motivos. Aprovado por unanimi...

Cidreira

/ 365 leituras
A erva dos aflitos. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Olhos

/ 421 leituras
1. e aprimorando a bolina dos olhos arrancavam da pobreza os sargaços de medo Por João Rios, in Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página Infantes. 2. e o moço o Nél, de olho...

Viajar

/ 369 leituras
viajar é quase sempre partir para ficar Por João Manuel Ribeiro in Amo-te poemas para gritar ao coração, Trinta por uma linha, 2010, página 2.

Limão

/ 457 leituras
Tem irmã, bem mais divertida. Ele é um cavalheiro amargo. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Ancinho

/ 372 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folhas e outras palavras mortas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Cajado

/ 368 leituras
ignoro como pode o cajado parir passos e simultaneamente apascentar cordeiros Por João Manuel Ribeiro in A circulação precoce dos relâmpagos, Cosmorama Edições, 2007, página 47.

Nuvem

/ 417 leituras
1. Alma andarilha das águas. Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 62. 2. Comovido querubim não sabe conter a tris...

A-Ver-O-Sol

/ 455 leituras
Nome de localidade cujos habitantes se dedicam à apanha de raios solares para secarem periodicamente os seus sonhos pantanosos. Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Brevi...

Semente

/ 321 leituras
1. Será a chuva a semente dos rios? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. 2. A semente está poisada no lugar de padecer Por Daniel Faria, in Poesia, Ex...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

QUERO viver o tempo livre que me resta a amar os que gostam de mim e não a estar preocupado com os meus inimigos. Com o vosso entusiasmo, o F. C. do Porto, seja com quem for, será sempre um grande clube.

Rua da Estrada das Aeronaves

Nem pensar em pôr skates nas auto-estradas, camiões nas avenidas, peões no asfalto, ou asfalto na sopa.

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 996 leituras
Muito pouco é muito ou é pouco?