Porto visto por Ivanilton Tristão Pereira

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IVANILTON Tristão Pereira é carioca de gema. Aprecia escrever poemas, contos e de participar em antologias e concurso de poesia. Para Ivanilton, a cidade do Porto ainda se confunde com o paí...

Porto visto por Pepita Sampaio

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PEPITA Sampaio nasceu na cidade de Cabo Frio no estado do Rio de Janeiro, tendo, entretanto, ido residir para a capital do estado. É dentista e escritora de literatura infantil e juvenil. O ...

Um dia na vida de Vittorio Bianco

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VITTORIO Bianco vive em Nápoles, a terceira cidade mais populosa de Itália. A nosso pedido, o seu dia a dia foi retratado (literalmente) em dez fotos. Podemos vê-lo em casa, a preparar-se pa...

Porto visto por Mara Libber

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MARA Libber é natural do Rio de Janeiro onde sempre viveu. As paisagens e personagens desta cidade são inspiradoras para as suas atividades artísticas e, particularmente, as literárias. Já t...

Trisavô galego de Fernando Pessoa

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O VÍNCULO que une a Galiza e Portugal a través dalgúns dos seus máis eximios escritores é evidente. Así acontece co gran Luís de Camões, quen tivo como trisavô a Vasco Pires de Camões, nobre...

Porto visto por Luís Amorim

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LUÍS Amorim é consultor de empresa. Gosta de coleccionar postais e de escrever histórias longas, mas também curtas, algumas das quais enquadram-se em termos de tamanho no espaço de um postal...

Entrevista a Alberto Pimenta

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NO dia 29 de Setembro de 2017, Alberto Pimenta recebeu-nos em sua casa, numa Mouraria que já não é o que era em 2000, quando foi viver para lá. Subimos vários degraus, e as nossas ...

Porto visto por Tarsila Fonseca

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TARSILA Fonseca nasceu em Nova Iguaçu e hoje vive no Bairro de Jacarepaguá na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Gosta de escrever contos e poesia. Confessa que é muito difícil não ser influe...

Cultivar as emocións do alumnado a través da poesía

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SE hai algo que teño claro na miña vida é que os seres humanos precisamos da poesía. E se os seres humanos precisamos da poesía, esta debe estar presente, na escola dun xeito vivo. O ideal s...

Porto visto por Armando Requeixo

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ARMANDO REQUEIXO nasceu em Mondoñedo, uma localidade na provincia de Lugo. Com poucos dias de vida foi levado para Barcelona onde os pais estavam emigrados. Aos 13 anos regressa a Galiza par...

Porto visto por Barbara Zocal

/ 325 leituras
BARBARA ZOCAL nasceu em São José do Rio Preto, no noroeste do Estado de São Paulo, no Brasil. Entretanto esteve em Santiago de Compostela e regressou de novo a S. Paulo. Acredita que o ato d...

Porto visto por Vittorio Bianco

/ 453 leituras
VITTORIO Bianco é um fotógrafo napolitano atento às possibilidades criativas e expressivas da linguagem fotográfica aplicadas ao lugar onde vive. Conheceu o Porto e Vila Nova de Gaia no âmbi...

tenHo Um amiGO

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OLÁ! sou Sandra Ronca, escritora e ilustradora de Literatura Infantil. Em abril, completei 10 anos de carreira literária com um total de 24 livros publicados como ilustradora e/ou escritora....

Pé-Sujo e Blocos de Carnaval

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CREIO que os botecos estão sendo pasteurizados aos montes. A cada dia que passa, noto mais um bar transformado em fast food-drink ou farmácia. Entretanto, no Rio de Janeiro, ainda existem pé...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Bater no ceguinho dá cadeia?