Porto visto por David Pérez Pol

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DAVID Pérez Pol ha publicado los poemarios Amapolas en las roderas y cigüeñas en los campanarios, El fuego y el olvido, Programa de mano y El libro de las Tentativas, así como el libro de af...

III CONVOCATÓRIA de Arte Postal

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CONVOCAM-SE todos os interessados a participar na III edição de Arte Postal do Correio do Porto (Portugal) e Seona, Espaço Criativo (Brasil), que consiste em criar dois postais com as seguin...

Verseto I

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Difere tanto assim o tempo que faz do tempo que corre? * Sont-ils si différents, le temps qu'il fait et le temps qui passe ? Texto de João Pedro Mésseder, tradução de MLP, JPM, JO, revi...

Porto visto e desenhado por Eduardo Salavisa

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EDUARDO Salavisa nasceu em Lisboa onde vive e trabalha. É professor no ensino secundário e apaixonado por diários gráficos. Publicou recentemente o Caderno do Porto, que diz ser uma cidade m...

Sumimasen!

/ 282 leituras
MINHA esposa é japonesa. E, quando faço essa afirmação, refiro-me ao fato de que ela, nascida e criada no Japão, pertence a uma família sem laços culturais com o Ocidente; pois, há gerações,...

Porto visto por Agnija Anča

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AGNIJA Anča nasceu em Cesis, Letónia. Neste país ainda viveu em Riga, depois passou por Nova Iorque, Estados Unidos da América, até chegar a Puebla, México. É tradutora e artista visual. O m...

Porto visto por João Paulo Hergesel

/ 158 leituras
JOÃO Paulo Hergesel vive atualmenmte em Alumínio, depois de ter nascido em Sorocaba, ambas cidades do estado de São Paulo, Brasil. Acredita que a sua poesia, de certa forma, enfatiza os pequ...

Porto visto por Fátima Vianna

/ 120 leituras
FÁTIMA Vianna nasceu em Belo Horizonte, Brasil. As montanhas que cercam a cidade, na sua opinião, instalam a nostalgia, mas instigam a caminhar, o que se repercute na sua produção literária....

Porto visto por José Airton Mellega

/ 112 leituras
JOSÉ Airton Mellega, para além da cidade natal de Piracicaba, já viveu em Santa Barbara D'Oeste, Mococa e Itatiba, todas no Brasil. Escreve haicais, senryu e trovas, sendo um pouco influenci...

Porto visto por Vítor de Lerbo

/ 129 leituras
VÍTOR de Lerbo é natural de S. Paulo, Brasil, onde continua a viver. Cursou jornalismo e publicidade e é pós-graduado em argumento e roteiro para cinema e TV. Para o autor, S. Paulo assemelh...

“Clube Mediterrâneo: doze fotogramas e uma devoração” no AltCom

/ 125 leituras
CLUBE Mediterrâneo: doze fotogramas e uma devoração”, livro criado a partir de um poema de João Pedro Mésseder com ilustração de Ana Biscaia e tipografia e design de Joana Monteiro, é o repr...

Nápoles visto por Vittorio Bianco

/ 227 leituras
NASCIDO em Nápoles em 1961, Vittorio Bianco é um fotógrafo atento às possibilidades criativas e expressivas da linguagem fotográfica, seu interesse é penetrar no definido onde as combinações...

Porto visto por Ivanilton Tristão Pereira

/ 201 leituras
IVANILTON Tristão Pereira é carioca de gema. Aprecia escrever poemas, contos e de participar em antologias e concurso de poesia. Para Ivanilton, a cidade do Porto ainda se confunde com o paí...

Porto visto por Pepita Sampaio

/ 196 leituras
PEPITA Sampaio nasceu na cidade de Cabo Frio no estado do Rio de Janeiro, tendo, entretanto, ido residir para a capital do estado. É dentista e escritora de literatura infantil e juvenil. O ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Manuel Pizarro (1964)

ACHO que a atitude do ministro da Saúde é de lamentável leviandade. O senhor ministro começou por anunciar que o Infarmed vinha para o Porto, depois anunciou que se ia criar um grupo de trabalho para estudar as questões técnicas associadas a esta deslocalização e, finalmente, desautoriza a sua própria decisão e as recomendações do grupo de trabalho.

Histórias do início do mundo

EM tempos muito remotos, os humanos vagueavam em grupos mais ou menos organizados, caçando e comendo do que havia. Não tinham ainda descoberto como domesticar animais e cultivar plantas; não produziam excedentes e não havia cidades. Um dia, do alto de uma colina um chefe de um desses grupos viu ao longe uma nuvem de pó que avançava e pensou: se matarmos aqueles, toda a caça e mantimentos que eles possuem será um excedente para nós. Assim fizeram e continuaram na colina exercitando armas. Quando avistaram outro grupo, pensaram melhor: matamos a maior parte e escravizamos os mais fortes para fic...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Ricardo, salgado?