Porto visto e desenhado por Eduardo Salavisa

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EDUARDO Salavisa nasceu em Lisboa onde vive e trabalha. É professor no ensino secundário e apaixonado por diários gráficos. Publicou recentemente o Caderno do Porto, que diz ser uma cidade m...

Sumimasen!

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MINHA esposa é japonesa. E, quando faço essa afirmação, refiro-me ao fato de que ela, nascida e criada no Japão, pertence a uma família sem laços culturais com o Ocidente; pois, há gerações,...

Porto visto por Agnija Anča

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AGNIJA Anča nasceu em Cesis, Letónia. Neste país ainda viveu em Riga, depois passou por Nova Iorque, Estados Unidos da América, até chegar a Puebla, México. É tradutora e artista visual. O m...

Porto visto por João Paulo Hergesel

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JOÃO Paulo Hergesel vive atualmenmte em Alumínio, depois de ter nascido em Sorocaba, ambas cidades do estado de São Paulo, Brasil. Acredita que a sua poesia, de certa forma, enfatiza os pequ...

Porto visto por Fátima Vianna

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FÁTIMA Vianna nasceu em Belo Horizonte, Brasil. As montanhas que cercam a cidade, na sua opinião, instalam a nostalgia, mas instigam a caminhar, o que se repercute na sua produção literária....

Porto visto por José Airton Mellega

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JOSÉ Airton Mellega, para além da cidade natal de Piracicaba, já viveu em Santa Barbara D'Oeste, Mococa e Itatiba, todas no Brasil. Escreve haicais, senryu e trovas, sendo um pouco influenci...

Porto visto por Vítor de Lerbo

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VÍTOR de Lerbo é natural de S. Paulo, Brasil, onde continua a viver. Cursou jornalismo e publicidade e é pós-graduado em argumento e roteiro para cinema e TV. Para o autor, S. Paulo assemelh...

“Clube Mediterrâneo: doze fotogramas e uma devoração” no AltCom

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CLUBE Mediterrâneo: doze fotogramas e uma devoração”, livro criado a partir de um poema de João Pedro Mésseder com ilustração de Ana Biscaia e tipografia e design de Joana Monteiro, é o repr...

Nápoles visto por Vittorio Bianco

/ 368 leituras
NASCIDO em Nápoles em 1961, Vittorio Bianco é um fotógrafo atento às possibilidades criativas e expressivas da linguagem fotográfica, seu interesse é penetrar no definido onde as combinações...

Porto visto por Ivanilton Tristão Pereira

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IVANILTON Tristão Pereira é carioca de gema. Aprecia escrever poemas, contos e de participar em antologias e concurso de poesia. Para Ivanilton, a cidade do Porto ainda se confunde com o paí...

Porto visto por Pepita Sampaio

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PEPITA Sampaio nasceu na cidade de Cabo Frio no estado do Rio de Janeiro, tendo, entretanto, ido residir para a capital do estado. É dentista e escritora de literatura infantil e juvenil. O ...

Um dia na vida de Vittorio Bianco

/ 353 leituras
Um vida normal, de uma pessoa normal, numa cidade excecional.

Porto visto por Mara Libber

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MARA Libber é natural do Rio de Janeiro onde sempre viveu. As paisagens e personagens desta cidade são inspiradoras para as suas atividades artísticas e, particularmente, as literárias. Já t...

Trisavô galego de Fernando Pessoa

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O VÍNCULO que une a Galiza e Portugal a través dalgúns dos seus máis eximios escritores é evidente. Así acontece co gran Luís de Camões, quen tivo como trisavô a Vasco Pires de Camões, nobre...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

SÃO declarações indignas de uma pessoa que ocupa o lugar que ele ocupa. Vamos defender o nome do município em tribunal. A única forma de desmentir este tipo de coisas é com papéis. O presidente do ACP não tem estatuto para difamar (…). Mas mais do que a questão da difamação, quero repor a verdade.

Rua da Estrada das terras viciosas

NOS idos de 1723, Bernard Mandeville escrevia a sua Fábula das Abelhas, ou de como os vícios privados se podiam transformar em públicas virtudes, chegando a questionar como é que uma nação poderia ser próspera e gloriosa se apenas fosse bondosa e atinada. No Século das Luzes, luminárias tão diversas como David Hume, Jeremy Bentham ou Adam Smith, embrulharam-se nestes meandros sobre o luxo, a moral, os bons e os maus costumes, ou a riqueza das nações. Completando o ramalhete, o Marques de Sade trataria do assunto da forma mais radical, com e sem a dança do varão aqui pintada, cerveja ou martini...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A laranjeira dá as laranjas, a bananeira dá as bananas, a figueira dá as figas?