Gustavo Carona (1980)

/ 2315 leituras
Isto assusta. Há muito que acredito que a coragem não é a au...

Zilda Cardoso

/ 3166 leituras
Apenas quero falar do que não deixará raízes. Simplesmente m...

Talleen Hacikyan (1959)

/ 1400 leituras
Today we are going to dive right in and make a spread, that ...

Hélder Magalhães (1982)

/ 224 leituras
Gostava de dizer-lhe o tanto que gostava dela. Primeiro teri...

Manuel Vitorino

/ 1858 leituras
No âmbito das Jornadas Europeias do Património uma visita su...

Francisco Duarte Mangas (1960)

/ 917 leituras
aos jornalistas pé-de-microfone, que esta tarde cobriram o ...

Mário Cláudio (1941)

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Nada. Eu não espero nada. Quando se começou a esboçar a idei...

Arsénio Mota (1930)

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Domingo passado, dia 22, estive com a Armanda Passos, ai...

Jorge Palinhos (1977)

/ 1156 leituras
A Confeitaria Serrana é um espaço lindíssimo, que tem do...

Antonio García Teijeiro (1952)

/ 547 leituras
Na tarde de onte, 26 de setembro, no auditorio do edificio d...

José António Gomes (1957)

/ 2294 leituras
28. Entre nós, Abril é o mês do livro. A 2 comemorou-se o Di...

Paulo Ferreira da Cunha (1959)

/ 670 leituras
Que a truculência e a baixeza dos adversários, e mesmo dos i...

Pedro Amaral (1974)

/ 912 leituras
Encosto a cara a este sol de Inverno, que dia magnífico para dar uma volta pela paróquia. Até os homens da junta trabalhavam com mais afinco...

Paulo Moreira Lopes (1967)

/ 2308 leituras
Este também o vi aparecer. Com tantos médicos e enfermeiros ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 691 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?