Terra

/ 474 leituras
Por quantas raízes se tece o íntimo da terra? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Hortelã

/ 425 leituras
Eis uma erva prudente agasalhada temendo que os fios do inverno lhe roubem a fragrância. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cidreira

/ 585 leituras
A erva dos aflitos. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Malmequer

/ 506 leituras
Sol de penas brancas Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Prado

/ 489 leituras
Que animais ao cair do dia pastam a verde palavra na imensidão do prado? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Vegetal

/ 478 leituras
Homem de coração de seiva, sonha ser primavera. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cenoura

/ 646 leituras
Dardo de sol exilado na terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Ervado

/ 202 leituras
Jardim por barbear. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro. SOBRE O AUTOR: Francisco Duarte Mangas (Rossas, 1960) foi professor três anos e jornalista du...

Ancinho

/ 657 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folhas e outras palavras mortas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Manhã

/ 187 leituras
Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Regador

/ 648 leituras
Nostálgico artefacto, ora é nuvem no solo; ora chora abundantemente quando o levantam e inclinam sua mão para a terra. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Amor-perfeito

/ 601 leituras
Significa paixão na comunidade falante da língua vegetal. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Primavera

/ 535 leituras
Quando te vejo pela manhã apetece-me ser eterno. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro.

Cravo

/ 2171 leituras
Em que cor pensas quando digo cravo? Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 605 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?