Os sons

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Os sons que saltam da minha boca, são dedilhados em tons c...

Um longo abraço

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Não tenho braços longos, mas te laço em um longo abraço d...

MarAmar

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A canoa virou! Virou a menina no Mar Virou o Mar em amor ...

Álvaro Lince

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Ora vivera Álvaro Lince numa casa sem portas Jamais nas...

Anjo azul

/ 579 leituras
Era diferente. A multidão o afligia, a inabilidade de filtr...

Serpente vermelha

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A ruptura aconteceu na surdina, sem qualquer presságio. De ...

Gotas de saudade

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Enquanto debulhava o milho, falava do seu país. Os grãos qu...

Aylan

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Vestido da melhor roupa, saiu em busca da paz. No aconchego...

Bem-querer

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Era fala antiga, repetida por anos e anos. O bem-querer tem...

Rameiras

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Meretriz era fichada na polícia. Digital completa, dedo a d...

Pai

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Bastava chegar, invariavelmente ao anoitecer, e a serenidad...

Pobre

/ 463 leituras
Nascera pobre. A infância de privações sem limites desperta...

A vida

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Na solidão da noite, repensava a vida. Suas alegrias, trist...

Vitrine iluminada

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As luzes coloridas refletiam nos olhinhos inocentes. Estava...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?