Duarte Solano (1889-1915)

/ 1022 leituras
Num plátano gravei o meu nome, enlaçado, / Confundido de amor no teu nome divino,

Fernando Aguiar (1956)

/ 1002 leituras
Poéticas // num país de líricos / quem tem olho / é visual.

Teixeira de Pascoaes (1877-1952)

/ 1935 leituras
O sol bate-nos nos olhos, como nós batemos a uma porta que não se abre.

António Rebordão Navarro (1933-2015)

/ 794 leituras
Quem destrói as palavras? / para palavras múltiplas, / homens de carne e osso.

Luísa Dacosta (1927-2015)

/ 790 leituras
Não há há estrelas / nem lua. // Só o lume duma traineirinha / é pirilampo na noite.

Fernando Lanhas (1923-2012)

/ 1014 leituras
Deus não é / a forma que lhe atribuímos, / mas a sua verdade, / que inventamos, / é a única que entendemos.

João Saraiva (1866-1948)

/ 1819 leituras
«Sou alta» - diz a Amizade. / «Sou profundo» - diz o Amor. / E lembram bem, na verdade, 

Daniel Maia-Pinto Rodrigues (1960)

/ 1901 leituras
Amanhece / e no espreguiçar dos olhos / absorvo a tontura do novo dia.

Jorge Sousa Braga (1957)

/ 1575 leituras
Sete da manhã / O sol acorda / com olheiras enormes 

João Pedro Mésseder (1957)

/ 1253 leituras
De quantas árvores / se faz um livro... // Por isso os folheio / devagar 

Joma Sipe (1974)

/ 841 leituras
Partilha-te, revê os sonhos que hoje viveste, Lembra-te de ti mesmo, recorda o que és. Há uma Luz em ti que jamais se extingue,

Almeida Garrett (1799-1854)

/ 1884 leituras
A brisa voga no prado / Perfume nem voz não tem

Aurélio Porto (1945)

/ 1001 leituras
No alto do rochedo o vento faz a bandeira cantar / e marulha como se fosse um oceano.

Arnaldo Mesquita (1930-2011)

/ 861 leituras
Um homem / Novo ou velho / Saiba manter-se de pé

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?