Li Bai

/ 26 leituras
BALADA DE CHANG-KAN Nesse tempo eu usava ainda cabelo em ...

Jacques Prevért

/ 297 leituras
DOMINGO Entre as filas de árvores da avenida dos Gobelins...

Mila Vidal Paletti

/ 1208 leituras
Um grosso pingo de chuva / amolece a tarde e as letras do jornal. / Olho a mesa de café coberta

Daltan Trevisan

/ 684 leituras
O amor é uma corruíra no jardim – de repente ela canta e mud...

Alexandre O’Neill (1924-1986)

/ 925 leituras
Não o amor não tem asas / se tem asas são as mãos / que se enlaçam para a festa / maravilhosa do corpo / e entre elas o coração

José Alberto de Oliveira (1945)

/ 1281 leituras
Por mais que o vento / sopre lá fora // o leite e o mel resplendem / nos ângulos da cozinha.

Alice Vieira

/ 3021 leituras
desenha com a ponta dos teus dedos / as fronteiras exactas do meu rosto

José Rui Teixeira (1974)

/ 2929 leituras
trago dentro de mim um mar imenso / feito de vagas tristes / e sonhos vagos

David Mourão-Ferreira

/ 1047 leituras
Só tu e uma serpente / me conhecem por dentro / desde sempre

Artur Jorge (1946-2024)

/ 6874 leituras
De / folhas / estateladas // a / árvore / - corpo / só - // de / pé / junto aos despojos 

João Luís Barreto Guimarães (1967)

/ 2831 leituras
Pelas duas da manhã o gato leva-me / à cozinha para / me dar de comer. Hoje à noite atrasa a hora -

José Alberto Mar (1955)

/ 2420 leituras
Enquanto o horizonte é a eternidade de uma linha / vem saber o brilho do ouro a crescer / no fim subterrâneo da terra. Vem sabe

Francisco José Craveiro de Carvalho

/ 1015 leituras
Um dia vou a passar / e o contrapeso da grua / há-de soltar-se…

Alberto Serra (1957)

/ 1927 leituras
do amor / fica um cesto de figos / se pensas num regresso / lava as mãos

António Rebordão Navarro (1933-2015)

/ 2917 leituras
Subjacente à sua voz existe / o mapa da cidade feita aos poucos, / nos pequenos interstícios das crises, / dos ventos e da chuva, da erosão.