Ruy Belo (1933-1978)

/ 1136 leituras
A tua voz edifica-me sílaba a sílaba / e é árvore desde as raízes aos ramos

Pedro Homem de Mello (1904-1984)

/ 2484 leituras
És o nariz que me prolonga a testa. / O mundo não dá sombra além da tua / E quando nos meus olhos tudo é festa / Dormes comigo inanimada e nua.

Manuel António Pina (1943-2012)

/ 1998 leituras
Alguém o chamara por outro nome, / um absoluto nome, / de muito longe

César Augusto Romão (1951)

/ 2093 leituras
No Inverno, / nas noites de chuva, // as casas crescem / de cima para baixo // nos olhos / dos sem abrigo.

José Efe (1960)

/ 353 leituras
Relógio parado / dou corda ao tempo suspenso... / haja mais um dia.

Jorge de Sena (1919-1978)

/ 469 leituras
Recuso-me a aceitar o que me derem. / Recuso-me às verdades acabadas; / recuso-me, também, às que tiverem / pousadas no sem-fim as sete espadas.

Teixeira de Pascoaes (1877-1952)

/ 3313 leituras
Só os olhos das árvores vêem a esperança que passa.

José Alberto Mar (1955)

/ 1177 leituras
Pega-se no nome: Mundo. E em cada letra o som de / uma estrela madura estremece a língua que diz: Mundo

João Luís Barreto Guimarães (1967)

/ 1488 leituras
Ainda estranho o lugar quando acordamos / no revés de já ser outro / o dia

Aurelino Costa (1956)

/ 2546 leituras
É um derradeiro sítio… O rio está / entre dois campos de milho. Meu pai / assobia… Ele sabe que eu não o vejo / se me visse ficaria parado a ver o rio?

Rui Lage (1975)

/ 1704 leituras
Oito óbitos por quilómetro / é muito insecto esborrachado / no pára-brisas.

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004)

/ 646 leituras
Esta é a madrugada que eu esperava / o dia inicial inteiro e limpo / Onde emergimos da noite e do silêncio / E livres habitamos a substância do tempo

Jorge Gomes Miranda (1965)

/ 2000 leituras
Por vezes, só me dava dores de cabeça, / consumições, / a ponto de ter de ferrar-lhe um bofetão.

Alexandra Malheiro (1972)

/ 2929 leituras
Se me perguntas sobre o mundo / Dir-te-ei das ruas, / de todos os lugares onde passei, / da cor das árvores,

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

PARA o FC Porto, terminar imediatamente o campeonato até podia ser positivo, tanto ao nível desportivo como financeiro.

Rua da Estrada da Paragem

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 672 leituras
As árvores de Natal já nascem iluminadas?