Anna Swir

/ 438 leituras
1. TEM CALMA Durante a noite o telefone tocou. Acordo,...

Almeida Garrett (1799-1854)

/ 4406 leituras
É lei do tempo, Senhora, / Que ninguém domine agora / E todos queiram reinar.

Alberto Serra (1957)

/ 1960 leituras
do amor / fica um cesto de figos / se pensas num regresso / lava as mãos

Lígia Silva (1985)

/ 1496 leituras
crescerei tanto / que um dia caberei / dentro de ti

Pedro Seabra (1997)

/ 1604 leituras
à noite os candeeiros parecem / vergar. as estradas viscosas, frias / e húmidas a contorcer-se,

José Efe (1960)

/ 1467 leituras
Folhas rosáceas / esquecidas no passeio / outono maduro. 

Álvaro Siza Vieira

/ 644 leituras
Casa sem gente dentro / é Escultura

Eugénio de Andrade (1923-2005)

/ 5399 leituras
É Natal, nunca estive tão só. / Nem sequer neva como nos versos / do Pessoa ou nos bosques / da Nova Inglaterra.

Papiniano Carlos (1918-2012)

/ 5136 leituras
O Sol / brilhava agora / cheio de alegria / e sacudia / a luz / da sua imensa cabeleira / sobre o mundo.

Li Bai

/ 133 leituras
BALADA DE CHANG-KAN Nesse tempo eu usava ainda cabelo em ...

Emma Pedreira (1978)

/ 1230 leituras
(BIPOLARIDADE) / A última en saír de min que me peche os ollos.

Rui Lage (1975)

/ 3713 leituras
Poderás ralhar nevermore / nos umbrais da poesia / cobiçar a capoeira / ao galo a cantar pelo menos / desde as cantigas de amigo:

W.S. Merwin

/ 463 leituras
1. AOS DEUSES Quando pararam de nos dizer aquilo em que p...

Rodrigo Solano (1879-1910)

/ 3274 leituras
Num ai de luz profundo e soluçante, / Resvala ao mar o sol, como um guerreiro / Que, ferido d'um gladio traiçoeiro, / Na arena cae, vencido, agonisante.

Ramiro Torres (1973)

/ 1116 leituras
Caminhamos através / Da língua enchida / De sangue branco, / Abatendo a noite