Pedro Alvim (1935-1997)
Sete homens foram presos / quando pela noite / os cabelos puxavam / a uma rapariga.
Reiner Kunze
Manhã após manhã o seu toque devasta / o meu sono, como se fosse vontade de deus castigar aqueles / que à noite não conseguem adormecer / no mundo dele
José Alberto de Oliveira (1945)
Por mais que o vento / sopre lá fora // o leite e o mel resplendem / nos ângulos da cozinha.
Filipa Leal (1979)
Demoro-me neste país indeciso / que ainda procura o amor / no fundo dos relógios,
Alexandra Malheiro (1972)
Tantas vezes que me apetece / matar as palavras ou / ficar quieta num canto à espera / que elas me matem.
Víctor Valqui Vidal (1942)
No tengas miedo / a lo que no conoces. / El extraño puede ser / una nueva amistad.

















