Ryokan (1758–1831)

/ 815 leituras
Sobre a minha cabana / um arco-íris / embriagou-me

Nick Virgilio

/ 213 leituras
calor antes da tempestade: uma mosca perturba o silêncio d...

Pedro Alvim (1935-1997)

/ 4971 leituras
Sete homens foram presos / quando pela noite / os cabelos puxavam / a uma rapariga.

Eduardo Guerra Carneiro

/ 119 leituras
OS PÉS Na erva   na areia   mesmo na madeira do quarto o...

Susana Benet

/ 977 leituras
O jardim está tão / calmo e sereno / que não o atravesso.

Aureliano Lima (1916-1984)

/ 2049 leituras
Sou a tua vigília: um cílio / De memória que segue a tua sombra.

Arnaldo Mesquita (1930-2011)

/ 3035 leituras
O podador / que se preza / poda / no verde / e no seco!

Reiner Kunze

/ 1139 leituras
Manhã após manhã o seu toque devasta / o meu sono, como se fosse vontade de deus castigar aqueles / que à noite não conseguem adormecer / no mundo dele

José Alberto de Oliveira (1945)

/ 1287 leituras
Por mais que o vento / sopre lá fora // o leite e o mel resplendem / nos ângulos da cozinha.

Manuel Bandeira

/ 745 leituras
TERESA A primeira vez que vi Teresa achei que ela tinha ...

José Paulo Paes

/ 683 leituras
SALDO a torneira seca (mas pior: a falta de sede) a ...

Filipa Leal (1979)

/ 3849 leituras
Demoro-me neste país indeciso / que ainda procura o amor / no fundo dos relógios,

Alexandra Malheiro (1972)

/ 4667 leituras
Tantas vezes que me apetece / matar as palavras ou / ficar quieta num canto à espera / que elas me matem.

Víctor Valqui Vidal (1942)

/ 862 leituras
No tengas miedo / a lo que no conoces. / El extraño puede ser / una nueva amistad.

Luis Alberto de Cuenca

/ 696 leituras
Olhar para cima / e não encontrar o céu / de Nova Iorque.