Rui Reininho (1955)

/ 4487 leituras
Faz impressão o trabalho que se tem em se ser superficial

Teresa Guedes (1957-2007)

/ 3759 leituras
Os rios anseiam por mares. / Os mares anseiam por ventos. / Os ventos anseiam por silêncios.

Paulo Abrunhosa (1958-2001)

/ 3641 leituras
O pecado / morre ao lado!

Carlos Tê (1955)

/ 3316 leituras
Tenho à janela / uma velha cornucópia / cheia de alfazema / e orquídeas da Etiópia

Teixeira de Pascoaes (1877-1952)

/ 3313 leituras
Só os olhos das árvores vêem a esperança que passa.

Daniel Maia-Pinto Rodrigues (1960)

/ 3291 leituras
Presente, aqui tens o meu corpo. / Podes agora tirar-me os óculos de ver ao longe, / posicionar adequadamente as minhas mãos paradas.

João Saraiva (1866-1948)

/ 3269 leituras
Uma estátua de Herói ergue-se além na praça… / Contempla-a, envaidecida, a multidão que passa!

Fernando Guimarães (1928)

/ 2942 leituras
As árvores crescem agora mais depressa. Procuram os seus frutos.

Alexandra Malheiro (1972)

/ 2929 leituras
Se me perguntas sobre o mundo / Dir-te-ei das ruas, / de todos os lugares onde passei, / da cor das árvores,

Jorge Sousa Braga (1957)

/ 2808 leituras
Havia mais doze lugares à mesa e estavas sozinho / Uns não puderam aparecer porque houve greve dos comboios

Almeida Garrett (1799-1854)

/ 2791 leituras
Qual tronco despido / De folha e de flores. / Dos ventos batido / No inverno gelado, / de ardentes queimores

João Manuel Ribeiro (1968)

/ 2561 leituras
O nenúfar no deserto / é um vestígio de fontes / no coração das miragens

Aurelino Costa (1956)

/ 2546 leituras
É um derradeiro sítio… O rio está / entre dois campos de milho. Meu pai / assobia… Ele sabe que eu não o vejo / se me visse ficaria parado a ver o rio?

Eugénio de Andrade (1923-2005)

/ 2486 leituras
Sê paciente; espera / que a palavra amadureça / e se desprenda como um fruto / ao passar o vento que a mereça.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

PARA o FC Porto, terminar imediatamente o campeonato até podia ser positivo, tanto ao nível desportivo como financeiro.

Rua da Estrada da Paragem

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 672 leituras
As árvores de Natal já nascem iluminadas?