Rui Reininho (1955)

/ 2988 leituras
Asas servem para voar, / Para sonhar, ou para planar / Visitar, espreitar, espiar, / Mil casas do ar. 

Teresa Guedes (1957-2007)

/ 2322 leituras
Abre-me para as tuas palavras. / Lambe-me devagar.

Carlos Tê (1955)

/ 2053 leituras
tudo aquilo que queres ouvir / já to disseram com muito mais sal / é tempo de poderes descobrir / quanto é que o silêncio vale

Teixeira de Pascoaes (1877-1952)

/ 1935 leituras
O sol bate-nos nos olhos, como nós batemos a uma porta que não se abre.

Daniel Maia-Pinto Rodrigues (1960)

/ 1901 leituras
Amanhece / e no espreguiçar dos olhos / absorvo a tontura do novo dia.

Almeida Garrett (1799-1854)

/ 1884 leituras
A brisa voga no prado / Perfume nem voz não tem

João Saraiva (1866-1948)

/ 1819 leituras
«Sou alta» - diz a Amizade. / «Sou profundo» - diz o Amor. / E lembram bem, na verdade, 

João Manuel Ribeiro (1968)

/ 1771 leituras
As andorinhas negras na parede da sala / são cartas de amor emolduradas

Aurelino Costa (1956)

/ 1586 leituras
Teu corpo / - ócio de alga e sal / na vastidão do azul

Jorge Sousa Braga (1957)

/ 1575 leituras
Sete da manhã / O sol acorda / com olheiras enormes 

Eugénio de Andrade (1923-2005)

/ 1533 leituras
Sei agora como nasceu a alegria, / como nasce o vento entre barcos de papel,

Domingos da Mota (1946)

/ 1533 leituras
Futurou Fernando Pessoa / em Durban ou em Lisboa / que os ossos dos seus heterónimos / seriam depositados nos Jerónimos?

Luís Veiga Leitão (1912-1987)

/ 1476 leituras
Os tesouros do sol no ouro do vinho.

Fernando Guimarães (1928)

/ 1475 leituras
Estão separadas de tudo as lágrimas. / Vê-las-emos

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?