Ryokan (1758–1831)

/ 811 leituras
Sobre a minha cabana / um arco-íris / embriagou-me

Antonio Machado (1875-1939)

/ 1327 leituras
Dobra a luz ao verso, / para ser lido de frente / e do avesso.

George Swede

/ 832 leituras
no inverno as árvores perenes / destacam-se na floresta, mas / agora é preciso procurá-las - / o mesmo que para a verdade / ao muito que é dito

Omar Khayyam (1048-1131)

/ 799 leituras
Procede de molde a que a tua sabedoria / não cause sofrimento ao teu semelhante / Domina-te sempre / Nunca te abandones à cólera

Carlos Poças Facão

/ 1035 leituras
Furto-lhe as amoras / mordisca-me ela os braços: / que amor bravio!

Paulo Leminski (1944-1989)

/ 1003 leituras
que será / que tem embaixo / que a pedra tomba / tão fácil?

Francisco José Craveiro de Carvalho

/ 1017 leituras
Um dia vou a passar / e o contrapeso da grua / há-de soltar-se…

Lena Jesus Ponte

/ 1136 leituras
Sol de primavera. / Os velhos na praça esperam / ainda florir.

Antonio Porchia (1885-1968)

/ 1038 leituras
Saber morrer custa a vida.

João Luís Barreto Guimarães (1967)

/ 2832 leituras
Pelas duas da manhã o gato leva-me / à cozinha para / me dar de comer. Hoje à noite atrasa a hora -

António da Graça Abreu

/ 1137 leituras
A paz da natureza. / Sento-me no jardim, / por dentro do silêncio.

José Rui Teixeira (1974)

/ 2932 leituras
trago dentro de mim um mar imenso / feito de vagas tristes / e sonhos vagos

António Osório

/ 1193 leituras
Porque há um sentido / no lírio, incensar-se; / e no choupo, erguer-se; / e na urze arborescente, / ampliar-se; / e no cobre, a primeira cura, / que dou à vinha, / procriar-se.

Olav H. Hauge

/ 1051 leituras
Constróis uma casa à tua alma. / E passeias-te orgulhoso / à luz das estrelas / com a tua casa às costas.

Egito Gonçalves (1920-2001)

/ 1438 leituras
Por aqui andamos a morder as palavras / dia a dia no tédio dos cafés / por aqui andaremos até quando / a fabricar tempestades particulares