Papiniano Carlos (1918-2012)

/ 1205 leituras
Belo é ver florir os galhos / das velhas árvores. / E ver chegar as aves / que voltam do Sul.

Fernando Echevarria (1929)

/ 1104 leituras
Qualquer coisa de paz. Talvez somente / a maneira de a luz a concentrar

António Nobre (1867-1900)

/ 922 leituras
Vou sobre o Oceano (o luar, de doce, enleva!) / Por este mar de Glória, em plena paz.

Catarina Ferreira (1990)

/ 772 leituras
É na noite perdida que respiro / Sozinha na amarga felicidade

Rui Reininho (1955)

/ 2988 leituras
Asas servem para voar, / Para sonhar, ou para planar / Visitar, espreitar, espiar, / Mil casas do ar. 

Regina Guimarães (1957)

/ 241 leituras
Há paredes de palavras / a que chamamos textos.

Rodrigo Solano (1879-1910)

/ 1041 leituras
Sente-se a gente bem quando alguém chora. / Ouvindo soluçar a dor alheia 

Ilídio Sardoeira (1915-1987)

/ 489 leituras
Por onde vou vai sempre quem não sou / E, quando chego, quem chegou por mim?

Catarina Dinis (1981)

/ 842 leituras
Entre os terrores da existência, / O que nos vale, / É a acalmia de um coração apaixonado

André Domingues (1975)

/ 820 leituras
dói-me o teu nome longínquo. / dói-me o irresistível artesanato da distância

José Manuel Teixeira da Silva (1959)

/ 668 leituras
Na noite das estrelas cravejadas / rasga o vazio a improvável luz

Manuel Araújo da Cunha (1947)

/ 1107 leituras
O sol morria à tarde, docemente. / Quando em ti meus olhos se ficaram 

Francisco Duarte Mangas (1960)

/ 1151 leituras
eis os carneirinhos do salgueiro / manso rebanho a pressentir / a tenra primavera

Rui Lage (1975)

/ 1071 leituras
ao meu pai, Carlos / País perdido no regaço da palha / sob o peso da luz e do pão,

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?