Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004)

/ 646 leituras
Esta é a madrugada que eu esperava / o dia inicial inteiro e limpo / Onde emergimos da noite e do silêncio / E livres habitamos a substância do tempo

João Saraiva (1866-1948)

/ 3268 leituras
Uma estátua de Herói ergue-se além na praça… / Contempla-a, envaidecida, a multidão que passa!

José Manuel Teixeira da Silva (1959)

/ 1330 leituras
Há-de haver um poema sobre desatenções / e diversas faltas de amor, mas acreditem / sou alheio a esse facto

Aurelino Costa (1956)

/ 2546 leituras
É um derradeiro sítio… O rio está / entre dois campos de milho. Meu pai / assobia… Ele sabe que eu não o vejo / se me visse ficaria parado a ver o rio?

Manuel Araújo da Cunha (1947)

/ 2120 leituras
Tão puros os olhos / que avistam os barcos / a subir encostas

Daniel Faria (1971-1999)

/ 2282 leituras
Puseram-nos rodilhas à cabeça / Um modo antigo de nos virem coroar

Aureliano Lima (1916-1984)

/ 566 leituras
O Homem canta. Melodia / que diz a sílaba na / garganta. E pernoita / na cibernética do peito.

Alexandra Malheiro (1972)

/ 2929 leituras
Se me perguntas sobre o mundo / Dir-te-ei das ruas, / de todos os lugares onde passei, / da cor das árvores,

Jorge Sousa Braga (1957)

/ 2808 leituras
Havia mais doze lugares à mesa e estavas sozinho / Uns não puderam aparecer porque houve greve dos comboios

Manuel de Souza Falcão

/ 299 leituras
Perde-se redondo o som do sino / Chega lenta a água à areia seca / O último tronco da lareira

Agustina Bessa-Luís (1922)

/ 2029 leituras
Eu aprendi que se pode andar uma vida inteira sem saber nada do que somos, do que é o obscuro tempo da verdade humana.

Flor Campino (1934)

/ 533 leituras
A palavra é uma arma. / Quem a arremessa / contra um coração partilhado / pode feri-lo de morte / mas a si próprio tira a vida.

Alice Vieira (1943)

/ 1060 leituras
No papel branco / desenharei um Sol / bem amarelo / e no alto dum monte / um enorme castelo / entre campos lavrados / e povoarei a terra / de cavaleiros e de soldados.

Teresa Guedes (1957-2007)

/ 3759 leituras
Os rios anseiam por mares. / Os mares anseiam por ventos. / Os ventos anseiam por silêncios.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

PARA o FC Porto, terminar imediatamente o campeonato até podia ser positivo, tanto ao nível desportivo como financeiro.

Rua da Estrada da Paragem

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 672 leituras
As árvores de Natal já nascem iluminadas?