João Cabral de Melo Neto (1920-1999)

/ 795 leituras
O alíseo ao chegar ao Nordeste / baixa em coqueirais, canaviais; / causando as folhas laminadas, / se afia em peixeiras, punhais.

Paulo José Borges (1969)

/ 170 leituras
Poema fechado // A minha vida dava um livro.

Rosa Alice Branco (1950)

/ 1009 leituras
Deste-me todos os frutos / e eu multipliquei as mãos / para te olhar nos olhos.

Ana Luísa Amaral (1956)

/ 1149 leituras
Tento empurrar-te de cima do poema / para não o estragar na emoção de ti:

Raul Brandão (1867-1930)

/ 1429 leituras
Esta nossa terra portuguesa vai pela costa fora sempre de braços abertos para o mar,

João Luís Barreto Guimarães (1967)

/ 933 leituras
é já tarde poucos são os fascínios que nos / movem o som quente a escrever um sem-número

José Régio (1901-1969)

/ 1235 leituras
Dentro de mim me quis eu ver. Tremia, / Dobrado em dois sobre o meu próprio poço...

Antero de Alda (1961-2018)

/ 1220 leituras
o eco é o silêncio de quando ando só

Teresa Guedes (1957-2007)

/ 2322 leituras
Abre-me para as tuas palavras. / Lambe-me devagar.

Filipa Leal (1979)

/ 1360 leituras
Demoro-me neste país indeciso / que ainda procura o amor / no fundo dos relógios,

Domingos da Mota (1946)

/ 1533 leituras
Futurou Fernando Pessoa / em Durban ou em Lisboa / que os ossos dos seus heterónimos / seriam depositados nos Jerónimos?

Luís Veiga Leitão (1912-1987)

/ 1476 leituras
Os tesouros do sol no ouro do vinho.

Fernando Guimarães (1928)

/ 1475 leituras
Estão separadas de tudo as lágrimas. / Vê-las-emos

Rui Costa (1972-2012)

/ 1049 leituras
Não, nem todo o limão é amarelo quando / A mão de alguém o toca e humaniza, pequeno deus

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?