Posto de gasolina por Carlos de Oliveira

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Poiso a mão vagarosa no capô dos carros como se afagasse a c...

Mercado do peixe da Costa Nova

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As bancas do peixe estão alinhadas perpendicularmente à estr...

Porta por Carlos de Oliveira

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A porta que se fecha inesperadamente na distância e assust...

Papel por Carlos de Oliveira

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Pego na folha de papel, onde o bolor do poema se infiltrou, ...

O túnel dos pombos por John Le Carré

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Como é que sabes, senão que toda a ave que corta o caminho d...

Avecedário por Miguel d’Ors

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A andorinha, aguçada como uma flecha de amor; o melro madr...

O galanteio das águias por Walt Whitman

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Caminhando pela margem do rio (o meu passeio vespertino, o m...

O dromedário por Primo Levi

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Para quê tantas querelas, litígios e guerras? Só tinham que...

Coração de madeira por Primo Levi

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O meu vizinho de casa é robusto é um castanheiro-da-índia d...

Mondim de Basto

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1. MONDIM DE BASTO VISTO PELA NOSSA SENHORA DA GRAÇA Os ...

Os danos no piano por Wendy Cope

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Mal se conseguem ver os estragos no piano onde a nova esta...

A tortura da memória

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1. GARROTE Será que a palavra existe sem lembrar Puig ...

O Pico por Vitorino Nemésio

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À memória de Tibério Ávila Brasil Alevanta-se o Pico como a...

Cadela na Terra por José Emilio Pacheco

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A matilha de cães persegue a cadela pelas ruas inabitáveis ...

Lengalenga da Telefonia Sem Fios

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