Criaram um labirinto entre a Avenida Rodrigues de Freitas e a Rua D. João IV. As crianças reclamaram de imediato que devia ser mais comprido e com mais possibilidades de engano. Os adultos não acharam graça nenhuma à brincadeira. Já os poetas ficaram enredados entre os tubos e, ainda hoje, não descobriram a saída.
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