I

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O I gastava fortunas em cosméticos para disfarçar a sua pinta que era um sinal de nascença. Mal podia, tornava-se maiúsculo e metia com quantos dentes tinha como só os crescidos conseguem. N...

Libélula

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Uma libélula voa - de nádega em nádega Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Uma libélula, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 144.

Inverno

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1. É belo o tempo de Inverno, no silêncio, a lenha húmida das maternas canções da chuva.   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, uma antologia, Língua morta, 2012, página ...

Insolência

/ 235 leituras
Doença contagiosa e incurável, introduzida no nosso país pelos Cruzados; foi descoberta pelo físico particular de D. Sancho I, durante o cerco a Silves.   Por Francisco Duarte Man...

Inferno

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o Inferno é um campo de trigo sem dono um pássaro morto no caminho.   Por Antero de Alda, in a reserva de Mallarmé, Galápagos Fábrica de Poesia, 2013, página 37.

Inundação

/ 256 leituras
A água também perde a paciência!   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 60.

Ignomínia

/ 216 leituras
Nome de planta carnívora.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 37.

Indolência

/ 226 leituras
Ausência de dolo.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 38.

Intimismo

/ 217 leituras
Doença senil da literatura.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 38.

llha

/ 255 leituras
1. tu que com sono a glabra ilha lavras   Por Manuel António Pina in “TODAS AS PALAVRAS” poesia reunida, A ilha nua,  Assírio & Alvim, pág 53.   2. Lança ao m...

Ignorância

/ 231 leituras
A ignorância é o mais preenchido dos vazios.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, Novembro de 2005, página 25.

Insónias

/ 227 leituras
As insónias são sonhos maus que teimam em ser sonhados de olhos abertos.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, Novembro de 2005, página 15.

Irremovível

/ 231 leituras
Impossível deslocar um tal peso de consoantes   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página ...

Infância

/ 241 leituras
1. A infância, deixemos a infância, matéria de aluvião, seguir o lento destino.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 56.  ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 611 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?