Libélula

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Uma libélula voa - de nádega em nádega Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Uma libélula, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 144.

Inverno

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1. É belo o tempo de Inverno, no silêncio, a lenha húmida das maternas canções da chuva.   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, uma antologia, Língua morta, 2012, página ...

Insolência

/ 174 leituras
Doença contagiosa e incurável, introduzida no nosso país pelos Cruzados; foi descoberta pelo físico particular de D. Sancho I, durante o cerco a Silves.   Por Francisco Duarte Man...

Inferno

/ 182 leituras
o Inferno é um campo de trigo sem dono um pássaro morto no caminho.   Por Antero de Alda, in a reserva de Mallarmé, Galápagos Fábrica de Poesia, 2013, página 37.

Inundação

/ 199 leituras
A água também perde a paciência!   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 60.

Ignomínia

/ 155 leituras
Nome de planta carnívora.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 37.

Indolência

/ 169 leituras
Ausência de dolo.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 38.

Intimismo

/ 160 leituras
Doença senil da literatura.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 38.

llha

/ 190 leituras
1. tu que com sono a glabra ilha lavras   Por Manuel António Pina in “TODAS AS PALAVRAS” poesia reunida, A ilha nua,  Assírio & Alvim, pág 53.   2. Lança ao m...

Ignorância

/ 174 leituras
A ignorância é o mais preenchido dos vazios.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, Novembro de 2005, página 25.

Insónias

/ 169 leituras
As insónias são sonhos maus que teimam em ser sonhados de olhos abertos.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, Novembro de 2005, página 15.

Irremovível

/ 165 leituras
Impossível deslocar um tal peso de consoantes   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página ...

Infância

/ 185 leituras
1. A infância, deixemos a infância, matéria de aluvião, seguir o lento destino.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 56.  ...

Língua

/ 158 leituras
1. Língua morta dá eternidade às coisas.   Por Francisco Duarte Mangas in A rapariga dos lábios azuis, Quetzal Editores, 2011, página 36.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

É UMA solução que vinha sendo exigida pelas necessidades atuais e pelo facto de as duas cidades conviverem quase como uma. Temos um centro histórico, não temos dois. Não precisamos de pedir nada ao senhor ministro das Infraestruturas e também não precisamos do Ministério da Cultura.

Rua da Estrada Multicolor

NÃO falta por aí a expressão floresta verde. Nos sistemas complexos – nos outros também – a redundância faz sempre falta no caso de falhar alguma coisa no algoritmo, como agora se diz. As florestas são verdes por caprichos que a clorofila teima em manter. A floresta negra deve ser uma floresta muito escura. Muitos chamaram a Heidegger o filósofo da floresta negra; o homem era muito virado para a angústia, para o nada, para a inquietação do ser e outras místicas do género. Não sabemos se via duendes ou lobos-maus, mas não se interessava nada pela indústria madeireira; tal como a floresta, parec...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Burro velho é asno para que idade?