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Sete perguntas a André Santos

Sete perguntas a André Santos

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ANDRÉ Santos é natural de Valongo, tendo feito o seu percurso académico entre aquela cidade, o Porto e Matosinhos. Frequentou a Árvore e a ESAD, seguindo o fator determinante das suas escolhas: as suas origens, onde se inclui a família, que sempre esteve, directa ou indiretamente, ligada ao desenho (sinónimo de design). Gosta ainda de partilhar emoções no teatro, colaborando neste momento com os Cabeças no Ar e Pés na Terra. Resta ainda acrescentar que o André tenta deixar, em cada projeto seu, uma dose de razão para duas de coração.

Por Paulo Moreira Lopes

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?

Nasci a 8 de dezembro de 1990, à hora do chá inglês. Sou do concelho e freguesia de Valongo.

2 – Atual residência (freguesia e concelho)?

Cresci, vivi e continuo a residir em Valongo.

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?

Poder-me-ia cingir ao ensino secundário e superior, mas, nesta pergunta, parece-me que faz sentido referir o percurso completo. Na pré-primária, frequentei a Escola André Gaspar, em Susão, Valongo. Depois, mudei-me para a Escola Nova de Susão, do 1º ao 4º anos. A Escola Básica 2,3 de Valongo foi o estabelecimento onde completei o ensino preparatório. Depois de ter completado o ensino secundário na Escola Artística e Profissional Árvore, no Porto, vi o meu nome nas fichas de admissão da Escola Superior de Artes e Design, Matosinhos, instituição que frequento até ao momento.

4 – Habilitações literárias?

Completei, na Árvore, o Curso Técnico de Artes Gráficas e, na ESAD, a Licenciatura em Design de Comunicação. Neste momento, encontro-me no segundo ano do Mestrado em Design de Comunicação, na mesma instituição.

5 – Atividade profissional?

Designer de Comunicação.

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho artístico/literário/profissional por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) e económicos (meio rural, industrial ou serviços)?

Não diria que o meu trabalho — falo de registo, expressão, abordagem gráfica — seja influenciado por questões culturais inerentes à minha cidade (como acontece com os exemplos não portuenses da Cecília Lages ou do Rafael Serra). No entanto, em relação ao trabalho enquanto percurso profissional, a questão revela-se diferente. Na minha opinião, as minhas origens foram sempre o factor determinante nas minhas escolhas:

A nível pessoal, venho de uma família que sempre esteve, directa ou indirectamente, ligada ao desenho. Além disso, sempre tive contacto com livros para colorir, com trabalhos manuais… Diria que nenhum teste psicotécnico me levaria para Medicina…

Geograficamente, a questão sai ainda mais vincada: sendo de Valongo, uma freguesia que destaca a cultura e o desporto, sempre tive contacto com actividades culturais, principalmente o teatro. Tenho vindo a participar em diversos espectáculos de teatro amador, em diferentes companhias, facto que me possibilitou a construção natural de uma colecção de cartazes. No momento, trabalho regularmente com uma companhia profissional de teatro (Cabeças no Ar e Pés na Terra), sediada em Ermesinde, Valongo. O convite foi também feito de uma forma muito natural. Não só de cartazes para teatro vive o meu portefólio, mas essa é uma parte dele que me possibilita aliar duas áreas de grande prazer pessoal e profissional.

Por último, também no campo pessoal, e sem querer ser muito lamechas, venho de uma família humilde, que nutre saudáveis relações interpessoais e que tenta incutir valores ligados ao amor pelos outros e pelo trabalho. Acho que deposito isso no meu trabalho, pois tento deixar, em cada projecto, uma dose de razão para duas de coração.

7 – Endereço na web/blogosfera para o podermos seguir?

www.be.net/andresantos

Fotografia de Isabel Campos

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