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Sete perguntas a Ana Borges

Sete perguntas a Ana Borges

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ANA Borges é fotógrafa, natural do Porto, onde continua a viver e a trabalhar. É considerada um dos Novos Talentos FNAC Fotografia 2016. No que diz respeito às influências da cidade na atividade profissional, faz suas as palavras de José Saramago: “somos muito mais a terra onde nascemos (onde fomos criados) do que imaginamos”.

Por Paulo Moreira Lopes

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?

23/05/ 1987, Sé, Porto.

2 – Atual residência (freguesia e concelho)?

Bonfim, Porto.

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?

Escola Secundária Soares dos Reis, FBAUP e IPF.

4 – Formação académica?

Licenciatura em Artes-Plásticas|Pintura e Curso Profissional de Fotografia.

5 – Atividade profissional?

Fotógrafa.

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) e económicos (meio rural, industrial ou serviços)?[1]

De modo consciente, não existe um pensamento, uma intenção ou uma influência directa da minha cidade no meu trabalho, mas sabendo que uma parte importante deste é uma exploração e uma compreensão do espaço urbano como território vivo em constante metamorfose, o Porto, ou parte dele, estará de certo modo omnipresente, porque  “somos muito mais a terra onde nascemos (onde fomos criados) do que imaginamos” (José Saramago).

7 – Endereço na web/blogosfera para a podermos seguir?

http://cargocollective.com/anaborges

[1] A pergunta pressupõe a defesa da teoria do Possibilismo (Geografia Regional ou Determinismo mitigado) de Vidal de La Blache, depois seguida em Portugal por Orlando Ribeiro, segundo a qual o meio (paisagem, rios, montanhas, planície, cidade e, acrescentamos nós, linguagem, sotaque, festividades, religião, história) influencia as opções profissionais e artísticas dos naturais desse lugar.

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