1.362 Leituras
0
COMPARTILHAR
Eduardo Vítor...

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

Ilustração de Maria Mónica

18. A VIDA política não pode ser um prémio, mas creio que mereço a confiança dos cidadãos e a oportunidade de demonstrar que o modelo seguido é sustentável e vale a pena ser prosseguido, beneficiando agora de cenário mais favorável. 

§

17. É VERDADE que é um supermercado grossista que vai ocupar uma zona nobre [da cidade] mas também é verdade que, em contrapartida, muito do fornecimento que diariamente temos de camiões a aceder ao centro histórico passa a ser feito diretamente pelo Recheio. 

§

16. ASSUMO uma candidatura numa perspetiva de avaliação do trabalho feito. Só faz sentido ser candidato quando se faz uma avaliação positiva do trabalho desenvolvido. Em Vila Nova de Gaia passámos as contas ao verde, conseguimos criar condições não só de estabilidade financeira, mas também de investimento inteligente e algum do qual foi feito ao longo destes quatro anos, sem quadro comunitário. 

§

15. PARA nós, importante é que Gaia passou ao verde. Era um velho objetivo. Gaia esteve durante muitos anos em situação de ilegalidade no cumprimento das metas e do endividamento. Gaia respira melhor e está fora das amarras do endividamento excessivo. Está provado que é possível ter uma cidade digna e de boas contas mas que cresça. 

§

14. FECHAMOS o ano a cerca de 12 milhões de euros da linha de água. Com o ritmo que temos, que é um ritmo de cerca de 25 milhões de redução por ano, vamos fechar o primeiro semestre no verde. Isso é particularmente importante porque vai-nos retirar as consequências de estar no vermelho. Passar ao verde significa a independência do Município e passar a integrar o leque de Municípios cumpridores. E não foi diminuir o passivo à custa da carteira do contribuinte. 

§

13. ACHO que é evidente para toda a gente que o que estamos a fazer está sustentado numa estratégia que vai para além deste mandato. Se depender de mim e se daqui a meio ano eu fizer a avaliação que faço hoje do meu trabalho, que pode ser sempre questionado mas que tem opções muito claras e muito transparentes, diria que tenho muito gosto em continuar. 

§

12. ESTA zona tem um cariz próprio, uma envolvente própria e mesmo para algumas dúvidas que podiam existir sobre alguns impactos, eu julgo que o único impacto que aqui se sentiu foi a vibração das pessoas. 

§

11. NÃO deixa de ser verdade que se faz uma avaliação medíocre do desempenho do atual diretor, menos por vontades pessoais e mais por um perfil profissional que dificulta a filiação na Câmara Municipal, em vez da umbilicalidade estrita ao Parque Biológico, por um perfil que assenta mais na inovação e liberdade de ação e menos na burocracia e quadro jurídico dos procedimentos públicos. 

§

10. OS movimentos formam um mito urbano com fins estritamente políticos. Não havia qualquer impacto na reserva em termos de invasão. 

§

9. PASSAR de 32 milhões para 3,6 é relevante. Mas, para todos os efeitos, no espaço de dois meses caem duas sentenças, uma de 2002 e outra de 2005. Uma no valor de 3,6 milhões e outra no valor de 14. 

§

8. UMA ponte no Douro custa o mesmo que um pilar de uma ponte sobre o Tejo. 

§

7. NOS primeiros dois anos deste mandato seguimos o modelo outrora assumido (Marés Vivas), sem deixarmos de ter a noção de que várias questões se colocavam, quer do ponto de vista político, quer do ponto de vista jurídico e administrativo. 

§

6. CONSEGUIMOS ir mais além [em relação ao Marés Vivas de 2015] e ter um nome que é uma referência mundial e continuar a marcar este festival como um elemento fundamental dos festivais de verão do País e da Europa, mas ao mesmo tempo, marcar este festival como um elemento de Vila Nova de Gaia que nos ajuda a internacionalizar o nosso nome, a trazer novas pessoas, a reforçar o papel do turista e da atividade resultante do turismo. 

§

5. O QUE temos que fazer é investimento inteligente (…) mas ao mesmo tempo fazer investimento regrado do ponto de vista financeiro. 

§

4. QUANDO fui eleito, disse aos meus colegas que queria provar que a malta das ciências sociais eram capazes de governar uma câmara falida. 

§

3. É INCOERENTE que o Governo “permita” aos municípios baixarem o IMI às famílias com filhos, à custa dos orçamentos municipais, enquanto aumenta os impostos e corta rendimentos a essas famílias, reforçando o Orçamento de Estado. 

§

2. TRATA-SE de uma decisão que foi tomada à porta fechada, de uma forma absolutamente estranha, num contexto em que se percebe que este é um concurso lançado em desespero e de uma forma que me parece muito dúbia. 

§

1. TEVE defeitos mas, em termos de estrutura financeira do município, foi com Marco António Costa que a dívida [da câmara de Gaia] mais diminuiu e isso é uma verdade estatística. 

Deixe aqui o seu comentário!

Protected by WP Anti Spam