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Marco Martins (1978)

Marco Martins (1978)

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As casas foram construídas, muitas delas há várias décadas, onde o rio eram as traseiras e, portanto, deitavam esgotos para o rio antes de haverem ETAR’s, antes de 1980. O que falta aqui agora, a Câmara está já a notificar todos os proprietários que têm traseiras para o rio, nomeadamente, na Travessa da Ponte, para reabilitarem as suas casas e poderem dar outra dignidade para quem passa a pé e de bicicleta, não veja traseiras feias, mas veja uma coisa bonita. 

7. Considerando o pedido de vários colegas presidentes de Câmara, incluindo do próprio presidente da AMP, deixo a decisão de demissão para o coletivo na próxima reunião do Conselho Metropolitano, desde que me sejam dadas condições e carta-branca para trabalhar. Já coloquei o meu lugar à disposição várias vezes e hoje [após serem conhecidas as verbas para o Passe Único para o Porto] foi a gota de água. Já há muito tempo que tenho vindo a dizer que não percebo porque é que sou coordenador da área dos transportes e este assunto [o Passe Único] está-me a passar totalmente ao lado. Tem sido o entendimento que é o senhor presidente da AMP [Eduardo Vítor Rodrigues] quem trata do assunto.

6. O nosso projeto para Gondomar é muito claro. Em 2013, na minha tomada de posse, disse que ficaria aqui até 2025, independentemente de mudar ou não mudar a lei de limitação de mandatos. Não vou concorrer às eleições em 2025, porque tenho um projeto para Gondomar até essa data. 

5. ESTA é mais uma prova da clara intromissão do TdC da autonomia do poder local. Sentimento de desilusão e frustração de quem muito se esforçou para fazer o melhor negócio para o município, mas vê as burocracias chumbarem-no. Isto é deitar por terra dois anos de negociações. A partir deste momento, o acordo EDP fica sem efeito e teoricamente a EDP pode executar o município. Esta situação não podia chegar em pior altura. Até porque a EDP está com dificuldades de gestão. 

4. O TdC está a analisar mal a questão e está a pôr em causa a autonomia do poder local. A câmara quer resolver um problema com 20 anos e quer poupar 20 milhões de euros. Não admitimos que não nos permitam resolver algo tão importante para o concelho e para o erário público. 

3. A MISSÃO foi cumprida e as expectativas claramente superadas. Isso prova-se pelo número de eventos e de participantes que tivemos e pela forma todo o território de Gondomar sentiu este de 2017. Mais do que os federados e os atletas que praticam desporto de competição, conseguimos aumentar o número de pessoas que de uma forma amadora, mais ou menos organizada, individualmente ou em grupo, fazem corridas, caminhadas, passeios pelas serras e outras atividades físicas. 

2. OS abraços que dei hoje foram sentidos e o machado de guerra está, por mim, enterrado tal como espero que todos os outros o façam e que agora seja um combate de trabalho e que a oposição seja construtiva e com ideias. Estamos sempre disponíveis para ouvir a apoiar as ideias e para trabalharmos todos em conjunto. 

1. HOJE, sai de Gondomar para todo o país uma grande lição de que na política não é preciso demagogia ou populismo. As pessoas querem trabalho e honestidade. Há quatro anos, pedimos uma oportunidade. Trabalhámos em quatro anos em condições possíveis muito difíceis, mas os gondomarenses deram-nos uma nova maioria para governar até 2021. 

Ilustração de Maria Mónica

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