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Manuel António Pina

(Manuel António Pina)

/ 9810 leituras
É por isso que me perco na Net como numa floresta secreta e múltipla ou na savana holográfica de Veldt, de Ray Ray Bradbury: pela alegria do perigo (embora, noite fora diante do computador, o único perigo à vista seja acabar o tabaco) e da surpresa. Um netómano confessa-se in JN de 5 de setembro de 2006

Gato num apartamento vazio por Wislawa Szymborska

/ 1193 leituras
Morrer não é coisa que se faça a um gato. Que há de um gato...

Biblioteca

/ 1291 leituras
1. Aí, onde não alcançam nem o poeta nem a leitura, o poe...

Passado

/ 1390 leituras
1. O passado é inútil como um trapo. Eugénio de Andrade,...

Gato(s)

/ 1873 leituras
1. O meu gato esconde nos olhos um misterioso caçador de...

Café do Molhe

/ 1124 leituras
Perguntavas-me (ou talvez não tenhas sido tu, mas só a ti ...

Amor

/ 1635 leituras
3. O amor é uma ave a tremer nas mãos duma criança. Po...

Glicínia

/ 1253 leituras
1. A própria palavra «glicínia», pronunciada em voz alta, p...

Manuel António Pina (1943-2012)

/ 3518 leituras
Real, real, porque me abandonaste? / E, no entanto, às vezes bem preciso / de entregar nas tuas mãos o meu espírito / e que, por um momento, baste

Palavra(s)

/ 1824 leituras
14. Como os ouriços abrem-se ao rumor do mundo Eugénio ...

Dia(s)

/ 1706 leituras
3. O Sol e a Terra trocam amores antes de darem à luz ...

Mão(s)

/ 1426 leituras
Que instrumento toca E não se ouve? A mão Por Nuno Rocha...

Poema

/ 1356 leituras
7. O poema principia no fim. Por Luís Veiga Leitão, in A...

Morte

/ 1976 leituras
9. Sete palmos. A medida padrão para enterrar a morte. F...

Livro(s)

/ 1436 leituras
5. os livros, todos os livros expurgam vozes, vozes prensad...