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Manuel António Pina

Manuel António Pina (Banner)

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(Manuel António Pina)

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É certo que nada na Net substitui a luminosa ordem do verso de Homero (a não ser os versos de Homero que há na Net), como nenhuma experiência de vida pode ser, se calhar, mais pungente que a despedida de Heitor e Andrómaca. Mas se, como diz Eliot, uma parte do prazer da grande poesia é ouvirmos palavras que não nos são dirigidas (como no One world more de Robert Browning, escrito a Elisabeth), que impede alguém de encontrar (ó escândalo!) prazer parecido, mesmo em má prosa, numa caixa de comentários? Um netómano confessa-se in JN de 5 de setembro de 2006

Gato num apartamento vazio por Wislawa Szymborska

/ 1283 leituras
Morrer não é coisa que se faça a um gato. Que há de um gato...

Biblioteca

/ 1336 leituras
1. Aí, onde não alcançam nem o poeta nem a leitura, o poe...

Passado

/ 1429 leituras
1. O passado é inútil como um trapo. Eugénio de Andrade,...

Gato(s)

/ 1933 leituras
1. O meu gato esconde nos olhos um misterioso caçador de...

Café do Molhe

/ 1189 leituras
Perguntavas-me (ou talvez não tenhas sido tu, mas só a ti ...

Amor

/ 1679 leituras
3. O amor é uma ave a tremer nas mãos duma criança. Po...

Glicínia

/ 1321 leituras
1. A própria palavra «glicínia», pronunciada em voz alta, p...

Manuel António Pina (1943-2012)

/ 3608 leituras
Real, real, porque me abandonaste? / E, no entanto, às vezes bem preciso / de entregar nas tuas mãos o meu espírito / e que, por um momento, baste

Palavra(s)

/ 1868 leituras
14. Como os ouriços abrem-se ao rumor do mundo Eugénio ...

Dia(s)

/ 1745 leituras
3. O Sol e a Terra trocam amores antes de darem à luz ...

Mão(s)

/ 1477 leituras
Que instrumento toca E não se ouve? A mão Por Nuno Rocha...

Poema

/ 1408 leituras
7. O poema principia no fim. Por Luís Veiga Leitão, in A...

Morte

/ 2033 leituras
9. Sete palmos. A medida padrão para enterrar a morte. F...