Artigos na categoria Letra V

1. AS ”ventelas” eram feitas de cascas de eucalipto (dois pequenos retângulos cruzados, com um pauzinho num furo feito ao meio), que  pintávamos co...

Pequena árvore andante.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página ...

Uma abelha que não aprendeu a ser doce.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Set...

O vento é o cavalo do céu   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, ...

Poluída e rútila é a beleza de um verso   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, um antologia, Língua morta, 2012, página 15.

A vírgula é o silêncio que se escuta, entre o ruído surdo das palavras.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequ...

1. A água também transpira.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 6...

1. Cidade para onde são exiladas as águas que enlouquecem com a sua própria beleza. Aí terminam os dias a contemplar o seu reflexo nos vidros das j...

Estarei vivo enquanto assim me guardar teu coração.   Por Egito Gonçalves, in Ao Porto, Colectânea de Poesia sobre o Porto, organizaç...

para maiores cuidados de sossego das intenções renegadas do mar e armado pelo vagar dos seus gestos   Por João Rios, Aprendizagem Balnear...

Interjeição aurífera.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, ...

Forma de brincar ao faz de conta: faz de conta que é vegetal.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfab...

A palavra mais submissa do dicionário.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminh...

Mulher elegante de voz cava.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro...

Vai no Batalha

PARA nós, importante é que Gaia passou ao verde. Era um velho objetivo. Gaia esteve durante muitos anos em situação de ilegalidade no cumprimento das metas e do endividamento. Gaia respira melhor e está fora das amarras do endividamento excessivo. Está provado que é possível ter uma cidade digna e de boas contas mas que cresça.

Rua da Estrada

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PARA memória futura antes que a tinta desbote, fica registado que este galo é de Barcelos, das terras de Prado onde se fazia muita telha, louça e figu...

Enigmatógrafo

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Seríamos mais felizes com ouro para todos às mãozadas?