Viajar

/ 337 leituras
viajar é quase sempre partir para ficar Por João Manuel Ribeiro in Amo-te poemas para gritar ao coração, Trinta por uma linha, 2010, página 2.

Velhice

/ 128 leituras
A velhice só faz crescer as orelhas dos homens, tudo o resto perde vitalidade e tamanho. Por Francisco Duarte Mangas in Ladrão de violetas, Editorial Teorema, 1995, página 27

Vinho

/ 390 leituras
O vinho ilumina, deslaça o susto. Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 52

Vivo

/ 484 leituras
Quem é vivo sempre apodrece. Que é vivo sempre se esquece. Por Regina Guimarães, in Casamata, edição douda correria, outubro 2017, versos do poema X Cama

Ventela

/ 729 leituras
1. AS ”ventelas” eram feitas de cascas de eucalipto (dois pequenos retângulos cruzados, com um pauzinho num furo feito ao meio), que  pintávamos com sumo de amoras (ao fim e ao cabo, uma ...

Veado

/ 306 leituras
Pequena árvore andante.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 57.

Vespa

/ 313 leituras
Uma abelha que não aprendeu a ser doce.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 57.

Vento

/ 310 leituras
O vento é o cavalo do céu Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 45.

Verso

/ 325 leituras
Poluída e rútila é a beleza de um verso   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, um antologia, Língua morta, 2012, página 15.

Vírgula

/ 337 leituras
A vírgula é o silêncio que se escuta, entre o ruído surdo das palavras.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, n...

Vapor

/ 331 leituras
1. A água também transpira.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Meio de transporte...

Veneza

/ 319 leituras
1. Cidade para onde são exiladas as águas que enlouquecem com a sua própria beleza. Aí terminam os dias a contemplar o seu reflexo nos vidros das janelas dos prédios.   Por Joã...

Vagar

/ 339 leituras
para maiores cuidados de sossego das intenções renegadas do mar e armado pelo vagar dos seus gestos   Por João Rios, Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página O Caga Sal.

Veio!

/ 358 leituras
Interjeição aurífera.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 60.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

As pessoas que durante um ano e tal andaram a procurar destruir o partido, a destruir a minha liderança, a destruir a direção nacional, fizeram tudo o que estava ao seu alcance para isso, e chegar à última da hora [para] aparecer e dizer que dão um grande apoio é uma situação hipócrita.

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 504 leituras
Quem cobre todas as propostas evita resfriados?