Vivo

/ 344 leituras
Quem é vivo sempre apodrece. Que é vivo sempre se esquece. Por Regina Guimarães, in Casamata, edição douda correria, outubro 2017, versos do poema X Cama

Ventela

/ 550 leituras
1. AS ”ventelas” eram feitas de cascas de eucalipto (dois pequenos retângulos cruzados, com um pauzinho num furo feito ao meio), que  pintávamos com sumo de amoras (ao fim e ao cabo, uma ...

Veado

/ 226 leituras
Pequena árvore andante.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 57.

Vespa

/ 225 leituras
Uma abelha que não aprendeu a ser doce.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 57.

Vento

/ 213 leituras
O vento é o cavalo do céu   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 45.

Verso

/ 255 leituras
Poluída e rútila é a beleza de um verso   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, um antologia, Língua morta, 2012, página 15.

Vírgula

/ 255 leituras
A vírgula é o silêncio que se escuta, entre o ruído surdo das palavras.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, n...

Vapor

/ 216 leituras
1. A água também transpira.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Meio de transporte...

Veneza

/ 223 leituras
1. Cidade para onde são exiladas as águas que enlouquecem com a sua própria beleza. Aí terminam os dias a contemplar o seu reflexo nos vidros das janelas dos prédios.   Por Joã...

Vagar

/ 242 leituras
para maiores cuidados de sossego das intenções renegadas do mar e armado pelo vagar dos seus gestos   Por João Rios, Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página O Caga Sal.

Veio!

/ 258 leituras
Interjeição aurífera.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 60.

Vegetar

/ 248 leituras
Forma de brincar ao faz de conta: faz de conta que é vegetal.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 200...

Vénia

/ 238 leituras
A palavra mais submissa do dicionário.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 61.

Violoncelo

/ 245 leituras
Mulher elegante de voz cava.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 63.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 611 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?