Velhice

/ 66 leituras
A velhice só faz crescer as orelhas dos homens, tudo o resto perde vitalidade e tamanho. Por Francisco Duarte Mangas in Ladrão de violetas, Editorial Teorema, 1995, página 27

Vinho

/ 296 leituras
O vinho ilumina, deslaça o susto. Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 52

Vivo

/ 427 leituras
Quem é vivo sempre apodrece. Que é vivo sempre se esquece. Por Regina Guimarães, in Casamata, edição douda correria, outubro 2017, versos do poema X Cama

Ventela

/ 626 leituras
1. AS ”ventelas” eram feitas de cascas de eucalipto (dois pequenos retângulos cruzados, com um pauzinho num furo feito ao meio), que  pintávamos com sumo de amoras (ao fim e ao cabo, uma ...

Veado

/ 256 leituras
Pequena árvore andante.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 57.

Vespa

/ 252 leituras
Uma abelha que não aprendeu a ser doce.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 57.

Vento

/ 262 leituras
O vento é o cavalo do céu Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 45.

Verso

/ 284 leituras
Poluída e rútila é a beleza de um verso   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, um antologia, Língua morta, 2012, página 15.

Vírgula

/ 299 leituras
A vírgula é o silêncio que se escuta, entre o ruído surdo das palavras.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, n...

Vapor

/ 259 leituras
1. A água também transpira.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Meio de transporte...

Veneza

/ 266 leituras
1. Cidade para onde são exiladas as águas que enlouquecem com a sua própria beleza. Aí terminam os dias a contemplar o seu reflexo nos vidros das janelas dos prédios.   Por Joã...

Vagar

/ 282 leituras
para maiores cuidados de sossego das intenções renegadas do mar e armado pelo vagar dos seus gestos   Por João Rios, Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página O Caga Sal.

Veio!

/ 298 leituras
Interjeição aurífera.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 60.

Vegetar

/ 292 leituras
Forma de brincar ao faz de conta: faz de conta que é vegetal.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 200...

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Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO preciso de citar ninguém para dizer que esse comentário [de eleitoralismo] ilustra bem a visão populista de quem esteve distraído por ocasião da conferência de imprensa que demos em Gaia ou por ocasião da cimeira de Sintra.

Rua da Estrada do cada um por si

O PRINCÍPIO ideológico que regula a selva global do capitalismo está a reduzir a fanicos o pouco do solidário que a sociedade tinha: cada um por si, portanto. Não há contos de crianças. Há folhas de cálculo, discursos cinzentos em economês, correctíssimos, e conversas blindadas sobre o efeito da subida de uma taxa nos santos espíritos das hormonas da outra, sobre a sustentabilidade seja lá do que for e assim por diante de palavras feitas de ração granulada e chumbo derretido. Os lugares do Estado e da Política foram tomados de assalto pela ceifeira-debulhadora-enfardadeira da máquina do dinhei...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 356 leituras
Que eu é aquele que te olha ao espelho?