V

/ 54 leituras
O V trocava-se todo pelo B. Aquele par de pulmões, julgava ele, escondiam, julgaba ele, um fôlego divino. Educado na ilusão de que o sopro era o supra-sumo do som e o som o supra-sumo das co...

Viajar

/ 368 leituras
viajar é quase sempre partir para ficar Por João Manuel Ribeiro in Amo-te poemas para gritar ao coração, Trinta por uma linha, 2010, página 2.

Velhice

/ 148 leituras
A velhice só faz crescer as orelhas dos homens, tudo o resto perde vitalidade e tamanho. Por Francisco Duarte Mangas in Ladrão de violetas, Editorial Teorema, 1995, página 27

Vinho

/ 411 leituras
O vinho ilumina, deslaça o susto. Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 52

Vivo

/ 517 leituras
Quem é vivo sempre apodrece. Que é vivo sempre se esquece. Por Regina Guimarães, in Casamata, edição douda correria, outubro 2017, versos do poema X Cama

Ventela

/ 751 leituras
1. AS ”ventelas” eram feitas de cascas de eucalipto (dois pequenos retângulos cruzados, com um pauzinho num furo feito ao meio), que  pintávamos com sumo de amoras (ao fim e ao cabo, uma ...

Veado

/ 325 leituras
Pequena árvore andante.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 57.

Vespa

/ 331 leituras
Uma abelha que não aprendeu a ser doce.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 57.

Vento

/ 330 leituras
O vento é o cavalo do céu Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 45.

Verso

/ 342 leituras
Poluída e rútila é a beleza de um verso   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, um antologia, Língua morta, 2012, página 15.

Vírgula

/ 351 leituras
A vírgula é o silêncio que se escuta, entre o ruído surdo das palavras.   Por Augusto Baptista, in Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias, Campo das Letras, n...

Vapor

/ 350 leituras
1. A água também transpira.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.   2. Meio de transporte...

Veneza

/ 336 leituras
1. Cidade para onde são exiladas as águas que enlouquecem com a sua própria beleza. Aí terminam os dias a contemplar o seu reflexo nos vidros das janelas dos prédios.   Por Joã...

Vagar

/ 356 leituras
para maiores cuidados de sossego das intenções renegadas do mar e armado pelo vagar dos seus gestos   Por João Rios, Aprendizagem Balnear, Cadernos do Grito, página O Caga Sal.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Jorge Nuno Pinto da Costa (1937)

QUERO viver o tempo livre que me resta a amar os que gostam de mim e não a estar preocupado com os meus inimigos. Com o vosso entusiasmo, o F. C. do Porto, seja com quem for, será sempre um grande clube.

Casa do Brasileiro

ESCRITORES como Camilo ou Júlio Dinis reproduziam na literatura a velha tendência de, através da crítica do gosto, marcarem distâncias sociais face à ascensão de novas elites. Neste caso, tratava‑se da figura do “brasileiro” rico de torna viagem, sem a ascendência aristocrática e o “berço” das boas famílias e das boas casas que não tinham palmeiras nos jardins. Não interessa aqui saber qual foi a receita que misturou as origens arquitectónicas eruditas e quais são elas. No entanto, Camilo não se poupava no palavreado ridicularizador quando escrevia a propósito de uma destas casas: … cor ...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 995 leituras
Com tanto mar, amar é assunto salgado?