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Vinho

Vinho

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7.
Beber muito cansa a alma. Deforma o corpo.

Por Francisco Duarte Mangas in Primeiras chuvas, conto inserto na obra Pavese no café Ceuta, edição Teodolito, fevereiro de 2019, página 141

6.
O vinho ilumina, deslaça o susto.

Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 52

5.
O vinho ilumina o lado obscuro da alma dos homens.

Por Francisco Duarte Mangas in A rapariga dos lábios azuis, Quetzal Editores, 2011, página 16.

4.
Vinho mau enruga a alma.

Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, Novembro de 2005, página 57

3.
Fazer vinho é dar corpo à memória, resgatar do silêncio e do esquecimento uma voz primordial que se perdera.

Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, Novembro de 2005, página 57.

2.
Caluniado como inimigo figadal da água, é primo da água-pé e parente afastado da cerveja.

Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 66.

1.
Os tesouros do sol no ouro do vinho.

Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 37.

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