Artigos na categoria Letra M

1. Do enjoo das casas naufragam As mulheres Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação das marés, Edições Quasi, Novembro de ...

1. (a nossa magnólia enche o Inverno de alegria branca) Por Francisco Duarte Mangas, in O gato Karl, Editorial Caminho, Novembro 2005. 2. ...

As montanhas apaixonam-se com frequência. Vestem-se de branco. De verde ou azul. Por vezes abrem as pálpebras. E a lava da sua paixão corre-lhe pelas ...

1. A morte é como a névoa: O mesmo tecido cobre as oliveiras e as espadas. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação d...

Monge solitário. Na primavera desafia as chuvas escondido na brancura das cerejeiras.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noiti...

1. Mil anos que viva jamais conhecerei guarda-rios tão veloz!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bicho...

Quando plana rente às nuvens a tarde adormece.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Camin...

Felino com asas para vigiar a noite.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro ...

Espécie rara de rato voador. A coruja, espécie incomum de gato alado, é o seu principal inimigo.   Por Francisco Duarte Mangas, in...

Aprendiz na arte de espadachim.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009,...

1. A manhã é uma concha de água azul Onde o sol mergulha e flutua.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associaçã...

1. a mão é uma árvore crescendo para dentro,   Por Manuel António Pina, in Como se desenha uma casa, Assírio & Alvim, 2011, págin...

A manhã,            cansada, ajoelha-se           aos pés da tarde.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 2009, página 30.

A noite,                intranquila, adormece            agarrando a outra metade.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 20...

Vai no Batalha

PARA nós, importante é que Gaia passou ao verde. Era um velho objetivo. Gaia esteve durante muitos anos em situação de ilegalidade no cumprimento das metas e do endividamento. Gaia respira melhor e está fora das amarras do endividamento excessivo. Está provado que é possível ter uma cidade digna e de boas contas mas que cresça.

Rua da Estrada

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PARA memória futura antes que a tinta desbote, fica registado que este galo é de Barcelos, das terras de Prado onde se fazia muita telha, louça e figu...

Enigmatógrafo

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Seríamos mais felizes com ouro para todos às mãozadas?