Mulher(es)

1. Do enjoo das casas naufragam As mulheres Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação das marés, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 96. 2. As mulheres as...

Magnólia

1. (a nossa magnólia enche o Inverno de alegria branca) Por Francisco Duarte Mangas, in O gato Karl, Editorial Caminho, Novembro 2005. 2. a magnólia no verão oferece a sombra no...

Montanha(s)

As montanhas apaixonam-se com frequência. Vestem-se de branco. De verde ou azul. Por vezes abrem as pálpebras. E a lava da sua paixão corre-lhe pelas faldas. Por Jorge Sousa Braga, in O p...

Morte

1. A morte é como a névoa: O mesmo tecido cobre as oliveiras e as espadas. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Por...

Melro

Monge solitário. Na primavera desafia as chuvas escondido na brancura das cerejeiras.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial ...

Melro-peixeiro

1. Mil anos que viva jamais conhecerei guarda-rios tão veloz!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, ...

Milhafre

Quando plana rente às nuvens a tarde adormece.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 40. &nbs...

Mocho

Felino com asas para vigiar a noite.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 40.

Morcego

Espécie rara de rato voador. A coruja, espécie incomum de gato alado, é o seu principal inimigo.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Ed...

Mosquito

Aprendiz na arte de espadachim.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 41.

Manhã

1. A manhã é uma concha de água azul Onde o sol mergulha e flutua.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do ...

Mão(s)

1. a mão é uma árvore crescendo para dentro,   Por Manuel António Pina, in Como se desenha uma casa, Assírio & Alvim, 2011, página 41.   2. passavam a vida...

Meio-dia

A manhã,            cansada, ajoelha-se           aos pés da tarde.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 2009, página 30.

Meia noite

A noite,                intranquila, adormece            agarrando a outra metade.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 2009, página 31.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

E peço-lhe desculpa se o refiro desta forma tão crua. Diz a senhora presidente que a delegação do Porto não tinha competências técnicas e, por isso, não se justificava a manutenção. De facto, Senhor Ministro, há muitos anos que os intermediários financeiros se queixavam que para qualquer assunto se viam obrigados a deslocarem-se à sede da CMVM em Lisboa. Exatamente p...

Rua da Estrada romana

UM soldado romano e uma estrada é uma daquelas parelhas que não causa qualquer surpresa. É como um semáforo ou uma placa de sinalização de trânsito ou um polícia sinaleiro se fosse cruzamento e se os tempos e circunstâncias fossem diferentes. Não teria havido império se não houvesse uma rede de estradas que chegasse a todas as terras dos bárbaros, sistema de circulação por onde se drenavam riquezas e impostos para Roma, por onde se movimentavam as legiões, a lei e o latim – uma barbaridade de dispositivos técnicos, legais, linguísticos, bélicos, logísticos, simbólicos… para manter um poder ass...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

Piano não deveria ter letras pretas, letras brancas, para teclar?

Errata

Na campanha do perfume CR7, onde se lê “Dê o seu melhor de si”, deve ler-se “Dê-me o seu melhor de si”, por PML