Mulher(es)

/ 284 leituras
1. Do enjoo das casas naufragam As mulheres Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação das marés, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 96. 2. As mulheres as...

Magnólia

/ 289 leituras
1. (a nossa magnólia enche o Inverno de alegria branca) Por Francisco Duarte Mangas, in O gato Karl, Editorial Caminho, Novembro 2005. 2. a magnólia no verão oferece a sombra no...

Montanha(s)

/ 163 leituras
As montanhas apaixonam-se com frequência. Vestem-se de branco. De verde ou azul. Por vezes abrem as pálpebras. E a lava da sua paixão corre-lhe pelas faldas. Por Jorge Sousa Braga, in O p...

Morte

/ 324 leituras
1. A morte é como a névoa: O mesmo tecido cobre as oliveiras e as espadas. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Por...

Melro

/ 186 leituras
Monge solitário. Na primavera desafia as chuvas escondido na brancura das cerejeiras.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial ...

Melro-peixeiro

/ 162 leituras
1. Mil anos que viva jamais conhecerei guarda-rios tão veloz!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, ...

Milhafre

/ 188 leituras
Quando plana rente às nuvens a tarde adormece.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 40. &nbs...

Mocho

/ 195 leituras
Felino com asas para vigiar a noite.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 40.

Morcego

/ 200 leituras
Espécie rara de rato voador. A coruja, espécie incomum de gato alado, é o seu principal inimigo.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Ed...

Mosquito

/ 204 leituras
Aprendiz na arte de espadachim.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 41.

Manhã

/ 198 leituras
1. A manhã é uma concha de água azul Onde o sol mergulha e flutua.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do ...

Mão(s)

/ 198 leituras
1. a mão é uma árvore crescendo para dentro,   Por Manuel António Pina, in Como se desenha uma casa, Assírio & Alvim, 2011, página 41.   2. passavam a vida...

Meio-dia

/ 256 leituras
A manhã,            cansada, ajoelha-se           aos pés da tarde.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 2009, página 30.

Meia noite

/ 204 leituras
A noite,                intranquila, adormece            agarrando a outra metade.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 2009, página 31.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?