M

/ 38 leituras
O M era pródigo naquelas falinhas mansas atrás da quais se escondem gumes. Os cimos não lhe metiam medo pois tinha uma secreta admiração pelas alturas, pelas grandes vistas e pelas pessoas b...

Mão(s)

/ 303 leituras
Que instrumento toca E não se ouve? A mão Por Nuno Rocha Morais in Galeria, Edições Simplesmente, abril 2016, página 54. 4. fechadas são pálpebras imensas carregadas de sono. Por...

Mulher(es)

/ 347 leituras
1. Do enjoo das casas naufragam As mulheres Por Daniel Faria, in Poesia, Últimas explicações, Explicação das marés, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 96. 2. As mulheres as...

Magnólia

/ 349 leituras
1. (a nossa magnólia enche o Inverno de alegria branca) Por Francisco Duarte Mangas, in O gato Karl, Editorial Caminho, Novembro 2005. 2. a magnólia no verão oferece a sombra no...

Montanha(s)

/ 227 leituras
As montanhas apaixonam-se com frequência. Vestem-se de branco. De verde ou azul. Por vezes abrem as pálpebras. E a lava da sua paixão corre-lhe pelas faldas. Por Jorge Sousa Braga, in O p...

Morte

/ 392 leituras
1. A morte é como a névoa: O mesmo tecido cobre as oliveiras e as espadas. Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Por...

Melro

/ 229 leituras
Monge solitário. Na primavera desafia as chuvas escondido na brancura das cerejeiras.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial ...

Melro-peixeiro

/ 200 leituras
1. Mil anos que viva jamais conhecerei guarda-rios tão veloz!   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, ...

Milhafre

/ 225 leituras
Quando plana rente às nuvens a tarde adormece.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 40. &nbs...

Mocho

/ 232 leituras
Felino com asas para vigiar a noite.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 40.

Morcego

/ 234 leituras
Espécie rara de rato voador. A coruja, espécie incomum de gato alado, é o seu principal inimigo.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Ed...

Mosquito

/ 256 leituras
Aprendiz na arte de espadachim.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 41.

Manhã

/ 236 leituras
1. A manhã é uma concha de água azul Onde o sol mergulha e flutua.   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do ...

Meio-dia

/ 311 leituras
A manhã,            cansada, ajoelha-se           aos pés da tarde.   Por César Augusto Romão, in Tanto ar, Propagare, 2009, página 30.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 611 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?