Marinar

/ 478 leituras
Pousar a cabeça demoradamente no colo de qualquer r...

Mariposa

/ 447 leituras
Farrapo de brisa por vezes policromo.   Por Jo...

Memória

/ 404 leituras
Máquina de emaranhar espectros de estrelas e caudas de...

Militar

/ 452 leituras
Mil vezes combater por causa nobre.   Por João...

Mil-folhas

/ 474 leituras
O mais doce dos dicionários.   Por João Pedro Més...

Milagre

/ 377 leituras
1. A centopeia cruzou os cem caminhos O mendigo desfez...

Murmúrio

/ 362 leituras
Quem do verme disse que era silencioso?   Por ...

Maio

/ 310 leituras
2. as giestas escrevem florida ternura no teu rosto Fra...

Maçarico

/ 426 leituras
O maçarico do operário é um dragão portátil   Por...

Mar

/ 505 leituras
1. Ninguém é tão avesso a margens como o mar Por Jor...

Montanheiro

/ 376 leituras
O pescador é comunista e alegre, o montanheiro desconfiado e...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 1529 leituras
A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?