Artigos na categoria Letra I

Uma libélula voa - de nádega em nádega Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Uma libélula, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, págin...

1. É belo o tempo de Inverno, no silêncio, a lenha húmida das maternas canções da chuva.   Por Inês Lourenço, in Câmara escura, um...

Doença contagiosa e incurável, introduzida no nosso país pelos Cruzados; foi descoberta pelo físico particular de D. Sancho I, durante o cerco a Silve...

o Inferno é um campo de trigo sem dono um pássaro morto no caminho.   Por Antero de Alda, in a reserva de Mallarmé, Galápagos Fábrica de...

A água também perde a paciência!   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página...

Nome de planta carnívora.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de...

Ausência de dolo.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, pági...

Doença senil da literatura.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de ...

1. tu que com sono a glabra ilha lavras   Por Manuel António Pina in “TODAS AS PALAVRAS” poesia reunida, A ilha nua,  Assírio & Alvi...

A ignorância é o mais preenchido dos vazios.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, Novembro de 2005, página 25.

As insónias são sonhos maus que teimam em ser sonhados de olhos abertos.   Por João Pedro Mésseder, in Abrasivas, Deriva Editores, Novembro...

Impossível deslocar um tal peso de consoantes   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Edi...

1. A infância, deixemos a infância, matéria de aluvião, seguir o lento destino.   Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das...

1. Língua morta dá eternidade às coisas.   Por Francisco Duarte Mangas in A rapariga dos lábios azuis, Quetzal Editores, 2011, página 36...

Vai no Batalha

NÃO serei nem uma coisa, nem outra. Não quero sair do Porto. Não tenho vontade nenhuma de sair do Porto, como já demonstrei outras vezes. O mais provável será fazer mais um (mandato). Dois mandatos será o ciclo razoável para estas coisas. A partir daí voltarei a tratar das coisas que sempre gostei, como escrever ou fotografar.

Rua da Estrada

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PARA memória futura antes que a tinta desbote, fica registado que este galo é de Barcelos, das terras de Prado onde se fazia muita telha, louça e figu...

Enigmatógrafo

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Quem está à coca quando cuca o cuco usa chapéu de coco na cuca?