Árvore(s)

/ 143 leituras
1. Como doem as árvores Quando vem a Primavera Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 34. 2. ...

A

/ 167 leituras
O A tinha uma janela no primeiro andar, por onde entravam rios celestes: a luz do som e a música do sol. Por Regina Guimarães in Abecedário Abetardário

Abutre

/ 248 leituras
Desodorizante natural, invalida os cheiros dos animais mortos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, pá...

Arouque

/ 230 leituras
O nome lembra animal madrugador, Cedo se dissolveu na história.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, p...

Amigo(s)

/ 166 leituras
São como as árvores de grande porte. quando elas partem as raízes ficam aquém da morte   Por Luís Viga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalist...

Alma

/ 173 leituras
De rosto vário a alma é uma sílaba a arder no inferno   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página...

Arquiteto

/ 202 leituras
Mas eu pensava sempre: ‘É claro! É aquele outro arquitecto bem melhor, que é o tempo’   Por Álvaro Siza Vieira em entrevista à RR.

Alfândega da fé

/ 200 leituras
na alfândega da fé deus vasculha a cabeça, o silêncio, os bolsos dos fieis só assim escusa a imoral simonia. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, pág...

Aplainar

/ 216 leituras
Ofício de aplainar é como a arte de enxertia: cada golpe será único, exacto, sem recuo.   Por Francisco Duarte Mangas, in A casa dos caçadores, hidra editores, 2007, página 40.

Atropelamento

/ 174 leituras
…e agora ali estavas tu, morta (morta como se estivesses morta!), olhando-me em silêncio estendida no asfalto, e ninguém perguntava nada e ninguém falava alto!   Por Manuel Antóni...

Alva

/ 173 leituras
Filha primeira do sol, adorada por toda a natureza, excepto pelos mochos, corujas e outras aves com fogo nos olhos.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviár...

Assolapado

/ 174 leituras
Acocorado num raio solar.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 62.

Astro-rei

/ 175 leituras
Nome por que é conhecida uma qualidade de bolo muito popular com a forma de sol; metem-lhe dentro uma fava seca e come-se durante a estação das chuvas.   Por Francisco Duarte Mang...

A-do-Sol

/ 166 leituras
Nome de estância, nos trópicos, onde o sol goza períodos de férias prolongadas durante o Inverno.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editori...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

ESSE dramatismo ligado ao turismo é uma conversa aborrecida. O Porto sempre foi uma urbe gentrificada. Por ingleses, alemães, franceses. […] A ideia de gentrificação é uma ideia aborrecida de uma esquerda reacionária que fala cada vez mais de um fenómeno que não existe.

Rua da Estrada da Terra com Identidade

NESTE lugar onde se é bem-vindo apesar de não se perceber o nome que lhe puseram, informa-se que estamos numa Terra com Identidade. Está escrito mas não é o que parece: do asfalto aos eucaliptos, dos sinais de trânsito ao edifício-montra vazio, das casas ao poste de iluminação ou à cruzeta dos fios que cruzam o céu, tudo é do mais genérico que se possa imaginar. Não é grave. Identidade é um conceito caótico onde cabe tudo justificado com múltiplo argumentário. Como categoria social, identidade aplica-se a um grupo de gente com determinados atributos, características, normas de conduta, r...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 36 leituras
Quem não dá uma para a caixa é sovina?