Ancinho

/ 325 leituras
Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folhas e outras palavras mortas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

A-Ver-O-Sol

/ 413 leituras
Nome de localidade cujos habitantes se dedicam à apanha de raios solares para secarem periodicamente os seus sonhos pantanosos. Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Brevi...

Abelha

/ 298 leituras
A abelha também morre de deixar De corola em corola a raiz Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 2...

Agosto

/ 311 leituras
Nome do mês em que o Inverno chove na alegria dos copos. Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 14.

Amendoeira

/ 370 leituras
(ramo) Uma crina Branca A florir Por Daniel Faria, in Poesia, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 398.

Abril

/ 405 leituras
1. A este mês se deve o milagre da sepa ração das mágoas Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 45. 2. Em Abril...

Astúcia

/ 103 leituras
é mais eficaz arma dos predadores. Por Francisco Duarte Mangas in Ladrão de violetas, Editorial Teorema, 1995, página 16

Aguardente

/ 361 leituras
entra no corpo e sopra o frio da madrugada Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 99

Árvore(s)

/ 426 leituras
1. Como doem as árvores Quando vem a Primavera E os amigos que ainda estão de pé Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição...

A

/ 373 leituras
O A tinha uma janela no primeiro andar, por onde entravam rios celestes: a luz do som e a música do sol. Por Regina Guimarães in Abecedário Abetardário

Abutre

/ 460 leituras
Desodorizante natural, invalida os cheiros dos animais mortos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, pá...

Arouque

/ 556 leituras
O nome lembra animal madrugador, Cedo se dissolveu na história.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, p...

Amigo(s)

/ 363 leituras
São como as árvores de grande porte. quando elas partem as raízes ficam aquém da morte   Por Luís Viga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalist...

Alma

/ 374 leituras
De rosto vário a alma é uma sílaba a arder no inferno Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 41.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

Se houver cuidado e proteção está-se a contribuir para uma concorrência leal. Os bons empresários estão interessados neste acordo porque a concorrência mais desleal é aquela que descuida a segurança e a proteção dos trabalhadores.

Rua da Estrada de Atenas

ANDAVAM os antepassados da Angela Merkel nas cavernas por entre ursos e outras barbaridades, quando Péricles edificava Atenas antes das guerras do Peloponeso.  Era assim o mundo, aos encontrões, como sempre. Depois de edificar a Acrópole verificou-se que custava muito lá subir e muito ventosa. De íngreme que era e de caminhos mal empedrados, as quadrigas patinavam e viravam-se de rodas e pernas para cima. Então, depois de muitos séculos prodigiosos, conseguiu-se finalmente domesticar os cavalos de uma maneira diferente de modo a que coubessem às dezenas e às centenas nos motores dos automóv...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 829 leituras
Quando há problema, mais difícil é resolver o prob ou o lema?