Árvore(s)

/ 201 leituras
1. Como doem as árvores Quando vem a Primavera E os amigos que ainda estão de pé Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição...

A

/ 216 leituras
O A tinha uma janela no primeiro andar, por onde entravam rios celestes: a luz do som e a música do sol. Por Regina Guimarães in Abecedário Abetardário

Abutre

/ 296 leituras
Desodorizante natural, invalida os cheiros dos animais mortos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, pá...

Arouque

/ 300 leituras
O nome lembra animal madrugador, Cedo se dissolveu na história.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, p...

Amigo(s)

/ 208 leituras
São como as árvores de grande porte. quando elas partem as raízes ficam aquém da morte   Por Luís Viga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalist...

Alma

/ 215 leituras
De rosto vário a alma é uma sílaba a arder no inferno   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página...

Arquiteto

/ 241 leituras
Mas eu pensava sempre: ‘É claro! É aquele outro arquitecto bem melhor, que é o tempo’   Por Álvaro Siza Vieira em entrevista à RR.

Alfândega da fé

/ 244 leituras
na alfândega da fé deus vasculha a cabeça, o silêncio, os bolsos dos fieis só assim escusa a imoral simonia. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, pág...

Aplainar

/ 256 leituras
Ofício de aplainar é como a arte de enxertia: cada golpe será único, exacto, sem recuo.   Por Francisco Duarte Mangas, in A casa dos caçadores, hidra editores, 2007, página 40.

Atropelamento

/ 214 leituras
…e agora ali estavas tu, morta (morta como se estivesses morta!), olhando-me em silêncio estendida no asfalto, e ninguém perguntava nada e ninguém falava alto!   Por Manuel Antóni...

Alva

/ 209 leituras
Filha primeira do sol, adorada por toda a natureza, excepto pelos mochos, corujas e outras aves com fogo nos olhos.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviár...

Assolapado

/ 211 leituras
Acocorado num raio solar.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 62.

Astro-rei

/ 216 leituras
Nome por que é conhecida uma qualidade de bolo muito popular com a forma de sol; metem-lhe dentro uma fava seca e come-se durante a estação das chuvas.   Por Francisco Duarte Mang...

A-do-Sol

/ 205 leituras
Nome de estância, nos trópicos, onde o sol goza períodos de férias prolongadas durante o Inverno.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editori...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Eduardo Vítor Rodrigues (1971)

NÃO vamos licenciar novas construções. Vamos legalizar casas e empresas com histórico. São empresas consolidadas no território e também é uma forma de evitar que, por falta de uma licença, possam decidir abandonar Gaia e estabelecer-se em concelhos vizinhos, retirando de cá postos de trabalho.

Rua da Estrada do Futuro

ADIVINHAR o futuro ainda é para muitos uma espécie de bruxedo do antigamente. Consultava-se o mediador comunicante com o insondável para que ele nos antecipasse os nossos medos e esperanças; jogavam-se os dados e as cartas, observava-se o voo das aves, ouvia-se a voz da vidente, do oráculo, da sacerdotisa ou do feiticeiro em busca de interpretações, de enigmas premonitórios que sugeriam isto ou aquilo. O futuro é um tempo problemático. Cronos, o deus grego, tanto era entendido como uma divindade do tempo cíclico das colheitas – por isso era representado com uma gadanha que depois passou a s...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 509 leituras
Bater no ceguinho dá cadeia?