Ancinho

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Utensílio de pentear a terra. Serve também para juntar folhas e outras palavras mortas. Texto de Francisco Duarte Mangas e ilustração de Renata Carneiro

A-Ver-O-Sol

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Nome de localidade cujos habitantes se dedicam à apanha de raios solares para secarem periodicamente os seus sonhos pantanosos. Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Brevi...

Abelha

/ 352 leituras
A abelha também morre de deixar De corola em corola a raiz Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 2...

Agosto

/ 378 leituras
Nome do mês em que o Inverno chove na alegria dos copos. Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de 2006, página 14.

Amendoeira

/ 448 leituras
(ramo) Uma crina Branca A florir Por Daniel Faria, in Poesia, Edições Quasi, Novembro de 2003, página 398.

Abril

/ 489 leituras
1. A este mês se deve o milagre da sepa ração das mágoas Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 45. 2. Em Abril...

Astúcia

/ 167 leituras
é mais eficaz arma dos predadores. Por Francisco Duarte Mangas in Ladrão de violetas, Editorial Teorema, 1995, página 16

Aguardente

/ 417 leituras
entra no corpo e sopra o frio da madrugada Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 99

Árvore(s)

/ 499 leituras
1. Como doem as árvores Quando vem a Primavera E os amigos que ainda estão de pé Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição...

A

/ 431 leituras
O A tinha uma janela no primeiro andar, por onde entravam rios celestes: a luz do som e a música do sol. Por Regina Guimarães in Abecedário Abetardário

Abutre

/ 520 leituras
Desodorizante natural, invalida os cheiros dos animais mortos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, pá...

Arouque

/ 619 leituras
O nome lembra animal madrugador, Cedo se dissolveu na história.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, p...

Amigo(s)

/ 423 leituras
São como as árvores de grande porte. quando elas partem as raízes ficam aquém da morte   Por Luís Viga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalist...

Alma

/ 431 leituras
De rosto vário a alma é uma sílaba a arder no inferno Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 41.

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Manuel Pizarro (1964)

TEMOS uma posição na fachada atlântica altamente privilegiada para nos podermos afirmar como dos grandes players europeus do sector das pescas. Mas não basta. Temos de trabalhar em medidas e instrumentos que tornem esta atividade mais atrativa.

Maxilar deslocado

Desde que os humanos investem nas suas cabanas e abrigos pouco primitivos, têm vindo a aumentar e a diversificar-se o número de próteses domésticas que tornam os espaços habitáveis, confortáveis e usáveis para os mais diversos e inesperados fins.

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 579 leituras
Antes de haver telemóvel, como é que as pessoas incomunicavam?