Árvore(s)

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1. Como doem as árvores Quando vem a Primavera E os amigos que ainda estão de pé Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição...

A

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O A tinha uma janela no primeiro andar, por onde entravam rios celestes: a luz do som e a música do sol. Por Regina Guimarães in Abecedário Abetardário

Abutre

/ 347 leituras
Desodorizante natural, invalida os cheiros dos animais mortos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, pá...

Arouque

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O nome lembra animal madrugador, Cedo se dissolveu na história.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, p...

Amigo(s)

/ 247 leituras
São como as árvores de grande porte. quando elas partem as raízes ficam aquém da morte   Por Luís Viga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalist...

Alma

/ 262 leituras
De rosto vário a alma é uma sílaba a arder no inferno   Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página...

Arquiteto

/ 279 leituras
Mas eu pensava sempre: ‘É claro! É aquele outro arquitecto bem melhor, que é o tempo’   Por Álvaro Siza Vieira em entrevista à RR.

Alfândega da fé

/ 295 leituras
na alfândega da fé deus vasculha a cabeça, o silêncio, os bolsos dos fieis só assim escusa a imoral simonia. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, pág...

Aplainar

/ 306 leituras
Ofício de aplainar é como a arte de enxertia: cada golpe será único, exacto, sem recuo.   Por Francisco Duarte Mangas, in A casa dos caçadores, hidra editores, 2007, página 40.

Atropelamento

/ 254 leituras
…e agora ali estavas tu, morta (morta como se estivesses morta!), olhando-me em silêncio estendida no asfalto, e ninguém perguntava nada e ninguém falava alto!   Por Manuel Antóni...

Alva

/ 263 leituras
Filha primeira do sol, adorada por toda a natureza, excepto pelos mochos, corujas e outras aves com fogo nos olhos.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviár...

Assolapado

/ 263 leituras
Acocorado num raio solar.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 62.

Astro-rei

/ 262 leituras
Nome por que é conhecida uma qualidade de bolo muito popular com a forma de sol; metem-lhe dentro uma fava seca e come-se durante a estação das chuvas.   Por Francisco Duarte Mang...

A-do-Sol

/ 254 leituras
Nome de estância, nos trópicos, onde o sol goza períodos de férias prolongadas durante o Inverno.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editori...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

Ich weiss nicht, was sie sagen" ("Não sei do que falam").

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 611 leituras
O telemóvel é um meio de incomunicação?