Abril

/ 318 leituras
1. A este mês se deve o milagre da sepa ração das mágoas Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 45. 2. Em Abril...

Astúcia

/ 48 leituras
é mais eficaz arma dos predadores. Por Francisco Duarte Mangas in Ladrão de violetas, Editorial Teorema, 1995, página 16

Aguardente

/ 308 leituras
entra no corpo e sopra o frio da madrugada Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 99

Árvore(s)

/ 353 leituras
1. Como doem as árvores Quando vem a Primavera E os amigos que ainda estão de pé Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição...

A

/ 326 leituras
O A tinha uma janela no primeiro andar, por onde entravam rios celestes: a luz do som e a música do sol. Por Regina Guimarães in Abecedário Abetardário

Abutre

/ 409 leituras
Desodorizante natural, invalida os cheiros dos animais mortos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, pá...

Arouque

/ 480 leituras
O nome lembra animal madrugador, Cedo se dissolveu na história.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, p...

Amigo(s)

/ 296 leituras
São como as árvores de grande porte. quando elas partem as raízes ficam aquém da morte   Por Luís Viga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalist...

Alma

/ 311 leituras
De rosto vário a alma é uma sílaba a arder no inferno Por Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, página 41.

Arquiteto

/ 328 leituras
Mas eu pensava sempre: ‘É claro! É aquele outro arquitecto bem melhor, que é o tempo’   Por Álvaro Siza Vieira em entrevista à RR.

Alfândega da fé

/ 350 leituras
na alfândega da fé deus vasculha a cabeça, o silêncio, os bolsos dos fieis só assim escusa a imoral simonia. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, pág...

Aplainar

/ 353 leituras
Ofício de aplainar é como a arte de enxertia: cada golpe será único, exacto, sem recuo.   Por Francisco Duarte Mangas, in A casa dos caçadores, hidra editores, 2007, página 40.

Atropelamento

/ 304 leituras
…e agora ali estavas tu, morta (morta como se estivesses morta!), olhando-me em silêncio estendida no asfalto, e ninguém perguntava nada e ninguém falava alto!   Por Manuel Antóni...

Alva

/ 310 leituras
Filha primeira do sol, adorada por toda a natureza, excepto pelos mochos, corujas e outras aves com fogo nos olhos.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviár...

Tabuleta Digital

Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO preciso de citar ninguém para dizer que esse comentário [de eleitoralismo] ilustra bem a visão populista de quem esteve distraído por ocasião da conferência de imprensa que demos em Gaia ou por ocasião da cimeira de Sintra.

Rua da Estrada do cada um por si

O PRINCÍPIO ideológico que regula a selva global do capitalismo está a reduzir a fanicos o pouco do solidário que a sociedade tinha: cada um por si, portanto. Não há contos de crianças. Há folhas de cálculo, discursos cinzentos em economês, correctíssimos, e conversas blindadas sobre o efeito da subida de uma taxa nos santos espíritos das hormonas da outra, sobre a sustentabilidade seja lá do que for e assim por diante de palavras feitas de ração granulada e chumbo derretido. Os lugares do Estado e da Política foram tomados de assalto pela ceifeira-debulhadora-enfardadeira da máquina do dinhei...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 356 leituras
Que eu é aquele que te olha ao espelho?