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Sete pergunta...

Sete perguntas a Francisco Duarte Mangas

QUISEMOS saber quem é e o que faz por aqui. A resposta veio recheada de palavras. Todas bem pesadas e bem medidas. À justa. Sem desperdício. Por serem caras? Não sabemos. O que sabemos é que o corpo que as abriga anda por cá a ouvir o rumor da imaginação dos pastores da serra de Marouço. Às vezes dedica-se à caça de grahlas e a afrontar o ladrão de palavras. É verdade! Não estamos a mangar. Confirme.

Por Paulo Moreira Lopes

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?

Março de 1960. Rossas, Vieira do Minho.

2 – Atual residência (freguesia/concelho)?

Árvore, Vila do Conde.

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?

Faculdade de Letras.

4 – Formação académica?

Licenciado em História.

5 – Atividade profissional?

Jornalista.

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho literário (por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) ou económicos (meio rural, industrial ou de serviços))?

Um dos montes que cercam a aldeia onde nasci chama-se Marouço. Os pastores do alto dessa serra diziam que, daí, a muitas léguas de distância, ouviam os rumores do mar. São as palavras que nos formam: toquei primeira a árvore do que a palavra que a abriga, por exemplo. Mas é a imaginação dos pastores (de rês) antigos o que mais me fascina.

7 – Endereço na blogosfera para o podermos seguir?

http://diariodelink.blogspot.com/. A produção escassa, e agora não é Verão. Os meus “seguidores” são quase tantos como os de António Conselheiro, depois do massacre a Canudos.

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