As estampas da República são tão sensuais e tão prodigadas que incitam à luxúria da Revolução. A República nelas pintada tem um opulento seio de fora da túnica vermelha. Isto não é nada! É muito. Mas é preciso ir mais longe, é preciso pintar-lhe o sexo peludo. Na República, é preciso chegar à liberdade máxima, e que o único sangue a correr seja o natural sangue da opulenta mulher.
in Saudades de Portugal, edição de Antonio Saéz Delgado e Pablo Javier Pérez López, Abysmo, dezembro 2019, página 87
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