Perversidade

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Palavra de fogo, a perversidade. Por Francisco Duarte Man...

Propriedade

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palavra de alma cruel. Por Francisco Duarte Mangas in A r...

Passado

/ 406 leituras
2. …Por onde vens, Passado, pelo vivido ou pelo sonhado?… ...

Porto

/ 565 leituras
11. Nenhuma outra cidade se oferece assim a quem chega co...

Poema

/ 480 leituras
7. O poema principia no fim. Por Luís Veiga Leitão, in A...

Pitbull

/ 866 leituras
Texto de Paulo Moreira Lopes e ilustração de Rui Sousa

Povo

/ 78 leituras
quem mais ordena diziam os que falavam Utopia. Francisco...

Pureza

/ 73 leituras
A pureza é filha da nudez. Francisco Duarte Mangas in A f...

Palavra(s)

/ 778 leituras
13. a força das palavras é o brilho dos olhos que a transmi...

Pereira

/ 38 leituras
Pereira bravia não gera frutos maduros. Francisco Duarte ...

Plátano

/ 425 leituras
2. A robustez do plátano, diz o enxertador, é perigosa: cre...

/ 52 leituras
O pó é o idioma do silêncio. O pó talvez seja uma espécie...

Prosa

/ 37 leituras
A mesa, o cesto dos jornais, a cristaleira... não, não vos m...

Primavera

/ 834 leituras
a primavera é uma enxurrada de verdura  pelos campos Por...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?