Primavera

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a primavera é uma enxurrada de verdura  pelos campos Por Francisco Duarte Mangas, in Diário de Link

P

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O P era um explosivo, uma letra-petardo. Bastava aparecer um P para a frase virar Pimba, Pumba, Pum, Prás, Catrapás, Catrapumba, etc. O P julgava que tinha inventado a pólvora seca e olhava ...

Palavra(s)

/ 573 leituras
lembra arma de guerra o barulho da palavra grafada Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 133

Porta

/ 371 leituras
A porta mora à espera De perfil se ensombra E descansa Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIY...

Plantas

/ 346 leituras
Depois das queimadas as chuvas Fazem as plantas vir à tona Labaredas vegetais e vulcânicas Verdes como o fogo Por Daniel Faria, in Poesia, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, ...

Pousio

/ 353 leituras
O pousio corrige as palavras. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 54.

Pitbull

/ 549 leituras
Cão com asas. Por Paulo Moreira Lopes in Cão Noturno perseguido por Glossário Canino. Ilustração de Rui Sousa.

Poesia

/ 426 leituras
1. A essa erva outra se seguirá nem que seja a mais daninha das ervas - a poesia Por Jorge Sousa Braga, in O novíssimo testamento e outros poemas, Assírio & Alvim, página 46. ...

Papagaio

/ 340 leituras
Mealheiro colorido de palavras.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 43.

Pega

/ 312 leituras
Esta ave quis ser ourives. O brilho do ouro ainda hoje lhe encanta os olhos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setemb...

Peixe-espada

/ 294 leituras
Nobre que seguia nas caravelas portuguesas e caiu ao mar.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página ...

Peixe-gato

/ 290 leituras
Nas águas onde habita só o peixe-espada sobrevive.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 44.

Perdigueiro

/ 284 leituras
Cão de tristeza infinda.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 44.  

Perdiz

/ 271 leituras
Quando chega o Outono esta ave andarilha dos montes prediz a morte. Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 44.

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Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO preciso de citar ninguém para dizer que esse comentário [de eleitoralismo] ilustra bem a visão populista de quem esteve distraído por ocasião da conferência de imprensa que demos em Gaia ou por ocasião da cimeira de Sintra.

Rua da Estrada do cada um por si

O PRINCÍPIO ideológico que regula a selva global do capitalismo está a reduzir a fanicos o pouco do solidário que a sociedade tinha: cada um por si, portanto. Não há contos de crianças. Há folhas de cálculo, discursos cinzentos em economês, correctíssimos, e conversas blindadas sobre o efeito da subida de uma taxa nos santos espíritos das hormonas da outra, sobre a sustentabilidade seja lá do que for e assim por diante de palavras feitas de ração granulada e chumbo derretido. Os lugares do Estado e da Política foram tomados de assalto pela ceifeira-debulhadora-enfardadeira da máquina do dinhei...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 356 leituras
Que eu é aquele que te olha ao espelho?