Paveia

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Paveia a paveia apascento-me Da terra - Palavra a palavra Por Daniel Faria, in Poesia, Explicações das árvores e de outros animais, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 2...

Primavera

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a primavera é uma enxurrada de verdura  pelos campos Por Francisco Duarte Mangas, in Diário de Link

P

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O P era um explosivo, uma letra-petardo. Bastava aparecer um P para a frase virar Pimba, Pumba, Pum, Prás, Catrapás, Catrapumba, etc. O P julgava que tinha inventado a pólvora seca e olhava ...

Palavra(s)

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lembra arma de guerra o barulho da palavra grafada Por Francisco Duarte Mangas in Jacarandá, Teodolito, 2015, página 133

Porta

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A porta mora à espera De perfil se ensombra E descansa Por Daniel Faria, in Poesia, Explicação da casa, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, página 55. https://youtu.be/1WMIY...

Plantas

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Depois das queimadas as chuvas Fazem as plantas vir à tona Labaredas vegetais e vulcânicas Verdes como o fogo Por Daniel Faria, in Poesia, Edições Quasi, 1.ª edição, Novembro de 2003, ...

Pousio

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O pousio corrige as palavras. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 54.

Pitbull

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Cão com asas. Por Paulo Moreira Lopes in Cão Noturno perseguido por Glossário Canino. Ilustração de Rui Sousa.

Poesia

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1. A essa erva outra se seguirá nem que seja a mais daninha das ervas - a poesia Por Jorge Sousa Braga, in O novíssimo testamento e outros poemas, Assírio & Alvim, página 46. ...

Papagaio

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Mealheiro colorido de palavras.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 43.

Pega

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Esta ave quis ser ourives. O brilho do ouro ainda hoje lhe encanta os olhos.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setemb...

Peixe-espada

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Nobre que seguia nas caravelas portuguesas e caiu ao mar.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página ...

Peixe-gato

/ 343 leituras
Nas águas onde habita só o peixe-espada sobrevive.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 44.

Perdigueiro

/ 340 leituras
Cão de tristeza infinda.   Por Francisco Duarte Mangas, in O noitibó, a gralha e outros bichos, Editorial Caminho, Setembro de 2009, página 44.  

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Rui Rio (1957)

As pessoas que durante um ano e tal andaram a procurar destruir o partido, a destruir a minha liderança, a destruir a direção nacional, fizeram tudo o que estava ao seu alcance para isso, e chegar à última da hora [para] aparecer e dizer que dão um grande apoio é uma situação hipócrita.

Rota das Pirâmides

O EXÓTICO é um desejo; uma máquina de sedução; um domínio geo-semântico que designa um território imenso e quente, desconfinado, longínquo e incerto onde existem coisas estereotipadas, espécie de adereços e ambiências como o cheiro das especiarias, as trovoadas tropicais, as araras, as odaliscas, as palmeiras, os batuques, os camelos, e as pirâmides, por exemplo. O exotismo alimenta-se da nostalgia, do espaço e do tempo, como memória de uma idade de ouro em paragens remotas e tempos perdidos. Depois de Napoleão ter regressado a França após a Batalha das Pirâmides e se terem difundido as his...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 504 leituras
Quem cobre todas as propostas evita resfriados?