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Sete perguntas a Rui Santiago

Sete perguntas a Rui Santiago

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TUDO neste homem é uma revelação. Ele próprio, enquanto ser em potência que esmaga e conforma o mundo, deixou de existir. Ele foi consumido pelo lugar onde nasceu e cresceu e pelas pessoas com quem conviveu na infância. Até o apelido se sobrepôs a qualquer veleidade nominativa. Para não falar dos olhos que mais parecem duas janelas abertas ao infinito. Quem o lê pressente que anda por aqui a pastorear, hoje nas Devesas, amanhã noutro sítio qualquer, umas vezes serra acima, outras serra abaixo, em qualquer dos sentidos: esperança adentro.

Por Paulo Moreira Lopes

1 – Data de nascimento e naturalidade (freguesia e concelho)?

30 de Novembro de 1978. No bairro da Judiaria, freguesia da Sé, cidade da Guarda.

2 – Atual residência (freguesia e concelho)?

Sou missionário, ando um pouco por toda a parte, mas a morada neste momento está em Vila Nova de Gaia, nas Devesas.

3 – Escolas/Universidade que frequentou no distrito do Porto?

Liceu Alexandre Herculano e Universidade Católica.

4 – Formação académica?

Licenciatura em Teologia

5 – Atividade profissional?

Sou missionário redentorista, padre. A minha missão é dar a conhecer Jesus de Nazaré e o seu Projecto de Vida como uma proposta eficaz para nos realizarmos como pessoas felizes e empenhadas na construção de um mundo mais justo e fraterno. Além da formação de Comunidades em processo de aprofundamento, oriento por aí cursos, retiros, palestras, jornadas de formação ligadas à Fé cristã e à Espiritualidade.

6 – Em que medida o local onde viveu ou vive influenciou ou influencia o seu trabalho por referência a fenómenos geográficos (paisagem, rios, montanha, cidade), culturais (linguagem, sotaque, festividades, religião, história) e económicos (meio rural, industrial ou serviços)?

O lugar em que nasci, muito… A minha família é de uma pequena aldeia já dentro do Parque Natural da Serra da Estrela chamada Videmonte. Aí cresci num contacto muito feliz com os ritmos e ritos das Terra, os ciclos do trabalho e do descanso, as horas da sementeira e da ceifa. Jesus, na sua pregação, estava constantemente a usar comparações ligadas às actividades da terra e a referir-se aos ritmos da natureza. Isso cruza-se com a minha história de uma maneira muito particular. Um exemplo: quando Jesus diz de si mesmo que é o “Bom Pastor”, isto faz-me viajar para muitas experiências da minha infância, numa terra que vivia com a música de fundo dos chocalhos dos rebanhos e dos assobios de tantos pastores que saíam serra acima com a manta pelas costas. “Dar a Vida por”, é isso… essa desinstalação, serra acima, Esperança adentro…

7 – Endereço na blogosfera para o podermos seguir?

Blog principal, com links para outros mais temáticos: www.derrotarmontanhas.blogspot.com

Videoblog com Curso Bíblico: www.abriu-lhesasescrituras.blogspot.com

1 COMENTÁRIO

  1. Vivo na Diocese de Aveiro, paroquia da Vera Cruz, sou voluntária hospitalar há 25 anos. Pelas mãos do Sr.Padre José António Pais, participante no 7ºEncontro Nac.de Voluntariado, chegou-me às mãos o pequeno grande “Livro de Job”. Obrigada por aquele prefácio “luminoso” que me ajudou a ler/entender o texto bíblico, cujo excertos muitas vezes li sem abarcar o seu todo e a mensagem que nos transmite. Tive curiosidade de saber um pouco mais de si e, do pouco que ainda li, sinto que a sua missão é semear e iluminar.Sou avó de 7 netos. Tenho esperança que, pelo menos, alguns deles possam colher dessa seara…OBRIGADA. Que Deus continue a abençoá-lo e a mãe do Céu a protegê-lo.MCelerina

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