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Martinho Dias (1968)

Martinho Dias (1968)

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MARTINHO Dias nasceu, cresceu e vive em Covelas. É aí que concebe os seus trabalhos na pintura, que lhe valeram um convite para expor na Alemanha. Mas já passou por vários países do mundo. No seio da complexidade do mundo global é possível criar novas realidades a partir de uma que construímos no momento em que nos deparamos com ela. Cada momento, gesto ou sentimento terá múltiplas perceções, suscitará emoções e levar-nos-á para campos tão antagónicos como o senso comum ou o pensamento filosófico. Este é o fundamento que Martinho Dias adota sempre que mistura as tintas e pega no pincel. É em casa, o seu local de culto, entre alguns trabalhos e criações da pequena Laura, que segue as pisadas do pai, que Martinho Dias concebe a sua arte.

Trabalha “com alguma ironia e crítica política”, mas não pretende “dizer nada do que deve ser feito, apenas apontar algumas questões ou ideias”. Se isso for uma contribuição para melhorar a sociedade “tudo bem”. A partir de modelos que encontra nas revistas ou na rua, onde fotografa, Martinho Dias pinta emoções. “A parte expressiva e o movimento são coisas de que gosto, tanto na forma como as figuras se representam como nos próprios enquadramentos”, contou em entrevista ao NT e TrofaTv.

Na quietude de Covelas, mora um artista que está a representar o país na Alemanha, no 10º Simpósio Internacional de Arte, até 16 de setembro, em que visitantes interagem com artistas, que trabalham em ateliês abertos. A organização do evento convidou-o para representar Portugal depois de ter acesso ao portfolio publicado em várias plataformas online, normalmente, utilizadas pelos artistas. “Não quer dizer que sou o melhor (artista português), mas o pior não sou de certeza”, afirmou, manifestando-se “orgulhoso” pelo convite.

Por Cátia Veloso in http://www.onoticiasdatrofa.pt/

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