O pintor da vida moderna

/ 1965 leituras
Ali estava a cidade por vir. A cidade irrepresentável e hostil que o artista se obstinava em fazer nascer.

Submundo

/ 1681 leituras
QUANDO me aborreço da cidade superficial, corro para a estaç...

Setembro

/ 1608 leituras
SETEMBRO é o mês mais cruel. O Outono promete apagar tudo o ...

A rua de todos os sentidos

/ 1536 leituras
Quando cheguei a meio da ponte compreendi “todo o sentido das coisas” e “a solução de todos os enigmas”, de que falava Bernardo Soares no Livro. A julgar pelas elegantes e prateadas grades de ferro, eu devia estar na Rua da Prata.

Uma obscura lucidez no rosto

/ 1487 leituras
À MEDIDA que o Verão se apaga, o Porto recupera uma obscura ...

Quando a cidade se liquefaz

/ 1394 leituras
Só na noite do monólogo irrompe o diálogo.

O amor e um edifício

/ 1322 leituras
ESTOU a amar um edifício. É o edifício com mais requinte e c...

Tentativa de esgotar um lugar portuense

/ 1320 leituras
ESTOU sentado numa esplanada da Praça da Liberdade e recordo...

O Verão dos poetas

/ 1312 leituras
JULHO. Os dias são velozes e esplêndidos. O sol está mais pr...

De passagem pela Corunha

/ 1295 leituras
NO mês passado, tive a felicidade de apresentar o meu livro,...

Fantasmas e nevoeiro

/ 1253 leituras
Texto de André Domingues e foto de João Paulo Coutinho

O jardim das virtudes

/ 1232 leituras
SOU um Walt Whitman frustrado, no Jardim das Virtudes, a ten...

Pornografia

/ 1218 leituras
Custa a acreditar numa civilização que nega a sua própria arte, encobre a sua natureza e reprova os seus instintos.

Imagens do Inverno

/ 1209 leituras
CHEGOU o Inverno, ou melhor, chegaram as imagens do Inverno,...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 748 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?