Uma temporada no inferno

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AGOSTO é já Setembro por entre a voluptuosidade das mãos. É ...

Uma desculpa para escrever

/ 977 leituras
Texto de André Domingues e foto de João Paulo Coutinho

Rua da Alegria

/ 747 leituras
SEMPRE me intrigou o nome daquela rua, a facilidade com que ...

Tentativa de esgotar um lugar portuense

/ 1320 leituras
ESTOU sentado numa esplanada da Praça da Liberdade e recordo...

Dramas de companhia de André Domingues

/ 1020 leituras
AS trágicas encenações da existência. Um homem que vive pris...

Agramonte

/ 602 leituras
su cuerpo dejará no su cuidado; serán ceniza, mas tendrá se...

A síndrome de Fitzgerald

/ 991 leituras
TENHO andado a voar com a prosa de Fitzgerald. Gosto da dest...

O amor e um edifício

/ 1322 leituras
ESTOU a amar um edifício. É o edifício com mais requinte e c...

Variações sobre Novembro

/ 889 leituras
A EXUBERANTE prosa de Onetti entra por este mês dentro sem q...

Idílio

/ 1095 leituras
NO meu sonho, o Palácio de Cristal e os seus minuciosos jardins configuravam uma nação prodigiosa.

O vaticínio

/ 1149 leituras
Na Praça da Ribeira uma nesga de luz ainda dança na estranha juventude de Fevereiro, há vozes que cintilam sob a pele oleosa das antigas mercadorias, rostos do passado que recrudescem.

O Sul

/ 588 leituras
UM campo de navalhas perfumadas. Tento encontrar a exacta im...

A flor do desespero

/ 598 leituras
O HOMEM que conduzia o táxi trazia uma tristeza lenta e subm...

Das pessoas que nos fazem gente

/ 1194 leituras
Para o Manuel António Pina CONHECI o poeta em 2003. Estava ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 748 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?