Verseto XIX

/ 924 leituras
«Que te diz o tempo, sempre?» «Diz-me: Vai-te.» * «Que te...

Verseto I

/ 1002 leituras
Difere tanto assim o tempo que faz do tempo que corre? * S...

Verseto XVIII

/ 781 leituras
Temporal: talhada de tempo muito chovida e ventada. Às vezes...

Verseto XIII

/ 1091 leituras
O tempo e o vento… Libertai o vento desta velha metáfora, li...

Nota Prévia ao Pequeno Livro do Tempo de João Pedro Mésseder

/ 217 leituras
Edições Plenilúnio concepção gráfica de Ana Biscaia Coimbra, Setembro de 2018

Verseto V

/ 929 leituras
Do alto da casa do presente ele olhava a casa em chamas de a...

Verseto XV

/ 901 leituras
Ganhar tempo – para terminar rapidamente, para terminar dent...

Verseto XIV

/ 908 leituras
Não é que as folhas de calendário se assemelham às grades de...

Verseto X

/ 988 leituras
O tempo não passa, é o corpo que passa, são os seres e as co...

Verseto VI

/ 904 leituras
Eu recordo, eu esqueço, eu conto, eu recito, eu imagino… É a...

Verseto XII

/ 956 leituras
Quando se fala em pontualidade britânica, partir-se-á do pri...

Verseto XI

/ 901 leituras
O tempo é um quebra-móveis e um quebra-imóveis. * Le temps...

Verseto VII

/ 992 leituras
Não era o tempo o que a fiel Penélope enganava ao tecer e de...

Verseto IV

/ 920 leituras
Não é o tempo que foge, é o corpo que tenta fugir do tempo, ...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 1529 leituras
A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?