Verseto IX

/ 1125 leituras
Horário – não, não é uma invenção calvinista. * Emploi du ...

Verseto XIII

/ 1091 leituras
O tempo e o vento… Libertai o vento desta velha metáfora, li...

Verseto II

/ 1062 leituras
Quando ele dizia : «Perdes o teu tempo», ela pensava sempre:...

Verseto I

/ 1002 leituras
Difere tanto assim o tempo que faz do tempo que corre? * S...

Verseto VII

/ 992 leituras
Não era o tempo o que a fiel Penélope enganava ao tecer e de...

Verseto X

/ 988 leituras
O tempo não passa, é o corpo que passa, são os seres e as co...

Verseto VIII

/ 973 leituras
Há o que pensa : O tempo não nos pertence, somos nós que per...

Verseto XII

/ 956 leituras
Quando se fala em pontualidade britânica, partir-se-á do pri...

Verseto XVI

/ 939 leituras
O teu tempo: algumas vinhetas (uma prancha?) numa imensa ban...

Verseto V

/ 929 leituras
Do alto da casa do presente ele olhava a casa em chamas de a...

Verseto XIX

/ 924 leituras
«Que te diz o tempo, sempre?» «Diz-me: Vai-te.» * «Que te...

Verseto IV

/ 920 leituras
Não é o tempo que foge, é o corpo que tenta fugir do tempo, ...

Verseto XIV

/ 908 leituras
Não é que as folhas de calendário se assemelham às grades de...

Verseto VI

/ 904 leituras
Eu recordo, eu esqueço, eu conto, eu recito, eu imagino… É a...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 1529 leituras
A quantos decibéis pulsa um coração apaixonado?