Avião de papel por João Pedro Mésseder

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– Mais low cost do que eu não há. Por João Pedro Mésseder...

Papagaio de papel por Teresa Guedes

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Voo Voo sem parar, Mas se o vento se zanga e pára, abrand...

Mica de plástico por PML

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MEMÓRIA descritiva: sobre três micas de plástico está aposto...

Dama de copas por César Augusto Romão

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MEMÓRIA descritiva: sobre uma carta de dama de copas está ap...

Folha de papel por Carlos Oliveira

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- Sou o vagaroso estrume do poema. Por Carlos Oliveira, i...

Papel selado por Francisco Duarte Mangas

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MEMÓRIA descritiva: sobre uma folha de papel selado está apo...

Revolta do papel selado

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LEMBRAM-SE do papel selado? Daquelas folhas azuis, pautadas,...

Papel de mortalha por João Pedro Mésseder

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 MEMÓRIA descritiva: sobre um conjunto de cigarros está apos...

Folha de jornal por João Pedro Mésseder

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MEMÓRIA descritiva: sobre a primeira página do jornal Correi...

Olhos por Almada Negreiros

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- Os olhos são para ver e o que os olhos veem só o desenho o...

Fotografia por Rabindranath Tagore

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- Sou memória da luz guardada pela sombra. Tradução para ...

Selo branco por PML

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MEMÓRIA descritiva: sobre um carimbo de selo branco está apo...

Mãe por João Pedro Mésseder e Monika Mori

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- Tem a forma de uma árvore. Chama-se mãe. * – She has the...

Papel por Firmo

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- Todos temos um papel Por Firmo HÁ o papel-moeda,...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

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Chegaremos aos quatrocentos?