Ainda havemos de tomar um café juntos

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NAQUELAS noites em que deitados lado a lado na areia da prai...

Epifania dos ventos

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ERA uma reentrância na margem do rio, um remanso, um porto d...

Barqueiros da Esquadra Negra

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A ALVORADA acordou timidamente neste imenso vale do Douro. U...

Prisão de sonhos

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FIZ seis anos no dia seis de Outubro e logo na manhã seguint...

Beija-me, beija-me muito!

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ATRAVESSEI o rio Douro no barco valboeiro do Zé Chasco. Aque...

Vindimas

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LÁ em cima, da Ladroeira, vêem-se arranjadas as vertentes qu...

O navio dos mortos

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UM pedaço de luar aparece por entre a negrura das nuvens car...

Cidade surpreendente

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A NOITE desceu sobre o rio tão repentinamente que surpreendi...

Gaivota

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A AUTOESTRADA quase deserta, uma máquina com voz impessoal d...

Sangue Cigano

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A CARAVANA serpenteou pela poeirenta estrada nas fraldas da ...

Barco velho

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HAVIA um velho barco a boiar nas águas do rio escondido num ...

A louca da praia

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A TABERNA tinha uma espécie de esplanada no passeio com apen...

Um amor assim

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OUTUBRO de um ano que já passou confundido no calendário com...

Stabat Mater

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ONÍRICA, angustiante e crepuscular atmosfera. Rabiscos aluci...

Zahra

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AQUELA mulher moira que te enfeitiçou uma vez, ainda tem de ...