N

/ 117 leituras
O N era a letra de embalar por excelência. Naturalmente modesto e até um pouco néscio, ambicionava arredondar-se para ocupar menos lugar. E também para instilar sonambulismo no mundo à sua v...

Nenúfar

/ 314 leituras
Um nenúfar flutua na mesma água que a lua Por Jorge Sousa Braga, in O poeta nu , Nenúfares, Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 223.

Navalha

/ 264 leituras
1. Cúmplice companhia. Por Francisco Duarte Mangas, in A fome apátrida das aves, Modo de ler, página 34. 2. também a navalha do enxertador indicia a primavera Por Francisco ...

Neve

/ 289 leituras
1. Fuligem das queimadas do sol nos matagais celestes.   Por Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder, in Breviário do Sol, Editorial Caminho, Janeiro de 2002, página 65. ...

Navegador

/ 293 leituras
Aquele que escreve sobre as águas a melancolia dos dias.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 61.

Névoa

/ 304 leituras
Rebanho espesso a pastar no cume da madrugada.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 62.

Nicarágua

/ 278 leituras
País cujos habitantes inventaram a água. Para que a invenção nunca fosse esquecida, deram à capital o nome de Manágua, que significa mãe da água.   Por João Pedro Mésseder e Franc...

Narciso

/ 343 leituras
Aquele em cujo rosto se reflecte a ondulante vaidade das águas.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro d...

Nome

/ 277 leituras
Timbre activo, aos poucos modela o ser ou objectos timbrados.   Por João Pedro Mésseder, in Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética, Editorial Caminho, janeiro de ...

Névoa

/ 298 leituras
Ao pôr do sol, e com a névoa da baixa-mar, que é o hálito puro das águas.   Por Raul Brandão, in Os Pescadores, Estante Editora, 2.ª edição, agosto de 2010, página 150.

Neto

/ 255 leituras
1. é palavra de crescimento lento.   Por Francisco Duarte Mangas in A rapariga dos lábios azuis, Quetzal Editores, 2011, página 21.

Noite

/ 291 leituras
1. Noite de breu: onde acaba o mar e começa o céu? Por Jorge Sousa Braga, in O novíssimo testamento e outros poemas, Assírio & Alvim, página 25. 2. No alongar do ditongo o...

Nuvem

/ 290 leituras
1. Alma andarilha das águas.   Por João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas, in Breviário da Água, Editorial Caminho, 2004, página 62.   2. Comovido querubim...

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Sete Perguntas

Vai no Batalha

Rui Moreira (1956)

NÃO preciso de citar ninguém para dizer que esse comentário [de eleitoralismo] ilustra bem a visão populista de quem esteve distraído por ocasião da conferência de imprensa que demos em Gaia ou por ocasião da cimeira de Sintra.

Rua da Estrada do cada um por si

O PRINCÍPIO ideológico que regula a selva global do capitalismo está a reduzir a fanicos o pouco do solidário que a sociedade tinha: cada um por si, portanto. Não há contos de crianças. Há folhas de cálculo, discursos cinzentos em economês, correctíssimos, e conversas blindadas sobre o efeito da subida de uma taxa nos santos espíritos das hormonas da outra, sobre a sustentabilidade seja lá do que for e assim por diante de palavras feitas de ração granulada e chumbo derretido. Os lugares do Estado e da Política foram tomados de assalto pela ceifeira-debulhadora-enfardadeira da máquina do dinhei...

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 356 leituras
Que eu é aquele que te olha ao espelho?