Neto

/ 479 leituras
1. é palavra de crescimento lento. Por Francisco Duarte ...

Natureza

/ 58 leituras
A natureza, se for estimada, mostra-se generosa a criados e ...

Nome

/ 438 leituras
2. O nome, li algures, empareda a personalidade. Francis...

Noite

/ 491 leituras
1. Noite de breu: onde acaba o mar e começa o céu? Por...

Nuvem

/ 507 leituras
1. Alma andarilha das águas. Por João Pedro Mésseder e F...

N

/ 307 leituras
O N era a letra de embalar por excelência. Naturalmente mode...

Nenúfar

/ 505 leituras
Um nenúfar flutua na mesma água que a lua Por Jorge Sou...

Navalha

/ 415 leituras
1. Cúmplice companhia. Por Francisco Duarte Mangas, in...

Neve

/ 467 leituras
1. Fuligem das queimadas do sol nos matagais celestes. ...

Navegador

/ 443 leituras
Aquele que escreve sobre as águas a melancolia dos dias. ...

Névoa

/ 462 leituras
Rebanho espesso a pastar no cume da madrugada.   ...

Nicarágua

/ 439 leituras
País cujos habitantes inventaram a água. Para que a invenção...

Narciso

/ 490 leituras
Aquele em cujo rosto se reflecte a ondulante vaidade d...

Névoa

/ 479 leituras
Ao pôr do sol, e com a névoa da baixa-mar, que é o hálito pu...

Tabuleta Digital

Vai no Batalha

Bragança Fernandes (1948)

O seu (José Vieira de Carvalho) maior orgulho era a Maia. A Maia que ele sonhou, que ele conquistou, e que irrompeu das suas fronteiras em direcção ao cume dos Municípios. Viveu pela Maia e pela Maia morreu. 

Rua da Estrada de Arbo

Texto e foto de Álvaro Domingues

Enigmatógrafo

Enigmatógrafo de Augusto Baptista

/ 779 leituras
Chegaremos aos quatrocentos?